quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Memórias

Memórias.


Assim como no semestre passado, percebo que neste não tem sido diferente, pois os conteúdos abordados nas interdisciplinas se inter relacionam uns com os outros, um acaba complementando o outro.
Neste período estamos trabalhando na interdisciplina de História sobre as memórias, como são, como se desenvolvem, se manifestam, ...
Durante uma leitura, percebi que este ato de lembrarmos de uma determinada situação, está em partes relacionado co o conteúdo que estamos estudando em Psicologia referente ao inconsciente. Nossas memórias ficam armazenadas em nossa mente, por vezes até esquecidas, mas no momento em que abordamos um assunto semelhante ou contatamos com um objeto que outrora foi marcante, a nossa mente entra em ação e o que estava no inconsciente vem à tona em forma de memórias.
Tudo isso é bem complexo e faz parte dos mistérios do nosso cérebro.
No semestre passado abordamos na interdisciplina de Corporeidade sobre essa relação do cérebro e mente. É como uma teia, uma reação vai levando à outra, abrindo caminhos e surgindo novas possibilidades.

Inconciente.



Inconsciente.

Por muitas vezes me deparei em situações estranhas , que eu desconhecia as suas procedências. 
Ao realizar as leituras propostas na interdisciplina de Psicologia, pude compreender um pouco mais sobre o universo da nossa mente e os esquemas que influenciam nossa mente.
Um exemplo que posso relatar sobre essa questão e que eu não entendia o porquê isso acontecia é quando estou realizando qualquer atividade, e de repente me vem a sensação nítida e clara de que eu já havia vivenciado tal cena, me vem à mente até mesmo as palavras ditas e os gestos feitos.
Confesso que isso me incomodava um pouco, mas agora percebo que isso pode o reflexo de algumas imagens armazenadas no inconsciente ou até mesmo projeções do nosso cérebro que vem ao nosso consciente. Tudo isso é bem interessante e também complexo, pois nossa mente possui vários caminhos para ser desvendados.

Infância.

Infância.

Entendo por infância a fase pelo qual todo indivíduo deveria passar, pois essa fase é muito importante para a formação do ser humano, Pena que nem sempre isso acontece assim. Os momentos vividos nesta etapa da vida são cheios de significados, mesmo que não sejam percebidos no seu ato. a qui a criança usufrui da realidade imbutida de imaginações despreocupadamente, faz das brincadeiras o seu próprio mundo. E neste contexto, vai enriquecendo suas memórias, formando seus saberes, interagindo de maneira lúdica com o mundo. muitas vezes num simples faz de contas, a criança é capaz de interpretar cenas comuns do cotidiano de uma forma simples e descontraída.
Meu pesar é saber que essa etapa da vida não é respeitada por muitos adultos e até mesmo pela sociedade num geral, infelizmente, com grande frequência, vemos nas mídias um retrato totalmente inverso ao que mencionei. É um crime abdicar uma criança de viver essa fase, é como se fosse arrancado os seus sonhos. Rogo que esta triste situação possa um dia ser revertida.
Para exemplificar um puco do que relatei trazendo para a área educacional, nesta etapa é muito bom trabalhar com atividades lúdicas em sala para introduzir conteúdos, com frequência realizo atividades lúdicas com meus alunos, esta semana estamos trabalhando com o sistema monetário, então montamos um mercadinho, uma farmácia, uma lan house....para brincar em sala de comércio. Com isso estou trabalhando como vender, pagar, dar troco, economizar, ou seja, lidar com o dinheiro. Tem sido bem divertido, pois eles tem que alem de brincar, interpretar personagens, se organizarem e com isso aprendem de forma descontraída.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

História docente.




Este vídeo mostra de uma maneira bem simples a minha história docente, como foi o meu processo para forjar-me uma professora.





Com a atividade do vídeo, onde tivemos que relatar como nos forjamos professores, pude observar que até mesmo para realizar esta atividade, tive que recorrer à memória para desenvolver o que era proposto.
No momento que li o texto " Memórias e identidades" . relacionei que a minha decisão em ser uma educadora se deu devido à momentos que foram guardados na minha mente e que por algumas vezes vieram ao consciente em forma de memórias e que acabaram aos poucos influenciando as minhas decisões.
É impressionante como tudo se inter relaciona, como tudo acontece sem que tenhamos explicações teóricas no momento mas que agora através dos estudos realizados vão ficando mais claros e melhor entendidos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Infância na mídia.



Como você que lê este texto acha que as mídias deveriam retratar a infância?

Pesquisando sobre a infância na internet, me deparei com uma publicação da revista Vogue Kids que realizava um ensaio fotográfico “adultizado”, acho que posso assim dizer. Mostrava fotos de crianças com roupas vulgares. Achei isso fora dos padrões, pois acredito seja algo cruel antecipar atitudes adultas em criança. A infância deve ser vivida como a melhor fase, e nela a criança deve agir como criança, e não ser um adulto em miniatura. O comércio se aproveita disso para obter lucros em suas vendas, e os pais sem noção, estão roubando de seus filhos o direito de ser criança ao adquirir vestimentas desse estilo. Pra mim criança deve vestir-se confortavelmente e não atendendo às tendências de mercado oferecida pela mídia. É muito triste ver hoje em dia essa desvalorização da infância.
Me recordo que jogar taco era uma brincadeira que eu adorava no meu tempo de infância, trago comigo as melhores recordações desse tempo. Quando nasceu minha filha, ja nessa nova geração de internautas e tudo mais, tive medo que a mídia fosse influenciá-la. É claro que não a abstive de ter contato com tais tecnologias, mas fiz o possível para estar sempre proporcionando uma direção sadia á ela. Hoje quando a vejo com 12 anos, jogando taco e se divertindo na rua com a criançada, vivendo sua infância descomprometidamente, sinto-me aliviada, por saber que fiz a diferença ao menos na vida da minha filha.
A mídia traz modelos e exemplos que deseducam, geram ansiedade e insegurança, e como prova do que digo, basta prestarmos um pouco mais de atenção em como estão se comportando as crianças atualmente.
Acredito que está nas mão dos pais reverter essa situação lastimável em que nos encontramos. Busquem oferecer aos filhos uma infância sadia, condizente com a sua faixa etária e não produzir reflexos de adultos, privando-os de se sentirem crianças.
Vamos tentar fazer a diferença, pode ser que dê certo pois infância é tempo de descobertas, de fantasias e principalmente de liberdade.   

                          

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Aumentando os conhecimentos

Aumentando os conhecimentos.

Como é impressionante a vida do ser humano, mesmo sem querer, ou sem esperarmos, somos movidos por nossas decisões. Essas decisões muitas vezes são tomadas no impulso, na hora da emoção, movidos pela emoção. Outras vezes usamos a razão e as coisas tornam-se mais simples, ou até não. O que me chama a atenção é que tudo isso é ocasionado pela nossas decisões e que agora percebo que tudo isso é movido pelo ID, EGO e SUPEREGO.  Venho dizer que os mistérios da nossa mente são realmente impressionantes, cheios de caminhos de idas e vindas um relacionado com o outro. Como digo, vivendo e aprendendo.



Grilo falante.






Por algumas vezes, não dei ouvidos ao meu grilo falante, ou seja ao meu superego. Me deixei levar pelos desejos do id, mesmo o meu ego estando ciente das consequências. Acredito que todos agem dessa maneira em muitos momentos de suas vidas. Posso citar um exemplo bem comum que já aconteceu comigo, vi na propaganda da televisão o anuncio de um sapato novo, muita gente já estava usando tal modelo, e eu impulsionada pelo id, quis comprar o produto de qualquer maneira. Sabia que minhas condições financeiras iriam ficar feias efetuando essa compra, o meu ego sabia bem disso, mas mesmo assim insistia na ideia. Logo após fui movida pelo meu superego e o arrependimento veio à tona, percebi que não havia necessidade de efetuar tal compra, comecei a perceber que o sapato não fazia o meu estilo, não combinaria com minhas roupas e muito menos com meu estilo. Ainda bem que dei ouvidos ao meu grilo falante ( superego ).