MEDIADOR
Contar até três é fácil, 1,2,3.....assim sucessivamente, temos essa habilidade.
Agora transformar essas habilidades em competências é a parte mais difícil, aí entra o professor como um mediador e com seu jeitinho brasileiro, toma conta da situação e transforma as habilidades dos alunos em potencialidades, em desafios, em novas técnicas que tornarão todo o contexto educacional mais produtivo e prazeroso.
Como isso acontece, entra aqui o lúdico na sala de aula, mas não simplesmente o brincar por brincar, é claro que brincadeiras livres são de suma importância, mas nesse contexto, me refiro as brincadeiras direcionadas, que tem proporcionado ao aprendiz momentos de aprendizagens significativas e ao profissional da educação desenvolver atividades que atinjam a maior participação dos alunos e também um maior desempenho dos mesmos.
Essa parceria tem dado muito certo nas salas de aulas e tem promovido um aumento significativo no rendimento educacional do aprendiz.
Por isso acredito que nós educadores devemos continuar com essa perspectiva que vem dando certo, sendo mediadores, contribuindo e facilitando a trajetória de cada aluno na escola.
Além de mediadores, devemos atuar como bons observadores, pois o ato de brincar por brincar também nos mostra como é a criança, como se desenvolve o aluno. Nessas brincadeiras livres a criança deixa transparecer um pouco daquilo que ela vivencia, suas verdadeiras características vem a tona, e é neste momento que o professor deve estar atento para desvendar aquilo que as vezes é invisível.
Além de mediadores, devemos atuar como bons observadores, pois o ato de brincar por brincar também nos mostra como é a criança, como se desenvolve o aluno. Nessas brincadeiras livres a criança deixa transparecer um pouco daquilo que ela vivencia, suas verdadeiras características vem a tona, e é neste momento que o professor deve estar atento para desvendar aquilo que as vezes é invisível.