segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mediador.

MEDIADOR

Contar até três é fácil, 1,2,3.....assim sucessivamente, temos essa habilidade.
Agora transformar essas habilidades em competências é a parte mais difícil, aí entra o professor como um mediador e com seu jeitinho brasileiro, toma conta da situação e transforma as habilidades dos alunos em potencialidades, em desafios, em novas técnicas que tornarão todo o contexto educacional mais produtivo e prazeroso. 
Como isso acontece, entra aqui o lúdico na sala de aula, mas não simplesmente o brincar por brincar, é claro que brincadeiras livres são de suma importância, mas nesse contexto, me refiro as brincadeiras direcionadas, que tem proporcionado ao aprendiz momentos de aprendizagens significativas e ao profissional da educação desenvolver atividades que atinjam a maior participação dos alunos e também um maior desempenho dos mesmos.
Essa parceria tem dado muito certo nas salas de aulas e tem promovido um aumento significativo no rendimento educacional do aprendiz.
Por isso acredito que nós educadores devemos continuar com essa perspectiva que vem dando certo, sendo mediadores, contribuindo e facilitando a trajetória de cada aluno na escola.
Além de mediadores, devemos atuar como bons observadores, pois o ato de brincar por brincar também nos mostra como é a criança, como se desenvolve o aluno. Nessas brincadeiras livres a criança deixa transparecer um pouco daquilo que ela vivencia, suas verdadeiras características vem a tona, e é neste momento que o professor deve estar atento para desvendar aquilo que as vezes é invisível.

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União.

União faz toda a diferença.
Esse contexto influencia muito na inclusão, a contribuição de ambas as partes torna esse processo mais produtivo e ocorre uma mútua aprendizagem.
Por que trouxe esse assunto?
Meditando sobre tudo o que havia ouvido, comentado, relatado, discordado...., no encontro do pacto, percebi que ninguém é melhor que ninguém, observei que ainda tenho tanto para aprender, e que essa aprendizagem não acontece somente no meio de grandes educadores e sim  no contato com meus alunos, mesmo com aqueles que são ditos como impossibilitados de participar por sua deficiência, é na troca diária com eles que percebo o quanto eu ainda tenho que continuar buscando mais, ser mais humana, mais sensível, mais paciente, mais amorosa, mais dedicada, enfim, mais tudo.
Uma aluna altista me fez ver que não há obstáculos se temos imaginação, podemos ser o que agente quer ser, foi assim que ela me falou, foi assim que ela me motivou. 

Ato de brincar.

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Na reunião que mencionei na postagem anterior, abordamos vários assuntos pertinentes ao que trabalhamos nos encontros e também ao que esperávamos para o ano que viria, sem saber ainda qual seria a grade curricular para esse semestre, um assunto que muito me interessa e que procuro sempre desenvolver nos meus planos é a LUDICIDADE.
O ato de brincar ele é muito importante, mas para que ele tenha um significado ele precisa ser direcionado pelo professor que é uma peça fundamental nesse contexto para que os objetivos sejam alcançados.
Mais tarde quando tivemos nosso primeiro encontro com a interdisciplina, onde reencontramos a professora Tânia e conhecemos que a acompanha, esse pensamento só veio a se confirmar.

Mais um ano inicia.




Esse ano começamos nossa trajetória educacional com todo o gás, Já nas primeiras semanas do início do ano letivo, tivemos nosso encontro do Pacto para darmos encerramento as atividades do ano anterior que não haviam sido concluídas.
Como abertura, fomos recebidos pela orientadora e tutora do curso com uma mensagem muito bonita que tem por título "oração para o educador". Parte dela me chamou a atenção: "...Como mestre que sou, creio que a educação é o resgate do homem oprimido. Por isso Senhor, faz-me um instrumento do saber para que eu saiba cumprir o dever de ser luz onde quer que eu esteja. E, tal qual nas tuas parábolas, possa também eu, conduzir meus discípulos para uma justa sociedade,...,dá-me uma partícula de sabedoria para que um dia eu possa ter certeza de que cumpri com lealdade a difícil tarefa de cultivar mentes abertas e independentes..."
O que me fez trazer esse pensamento foi que me identifiquei muito com essa mensagem, e acredito que muitas de minhas colegas de curso tem esse mesmo sentimento, de fazer o melhor por aqueles que passam por nossas salas de aula. Caso contrário não estaríamos nos dedicando em busca de novos saberes, novas oportunidades, novas conquistas.