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terça-feira, 11 de abril de 2017

Novas aprendizagens.

NOVAS APRENDIZAGENS.

Como é bom estar em contato com novas aprendizagens. As significativas aprendizagens que tenho levado comigo no meu cotidiano tem feito muita diferença no meu fazer pedagógico.
Mais uma vez relato sobre experiências que presencio em minha sala de aula e que temos abordado em alguma interdisciplina do curso.
De fato as aprendizagens envolvem-se numa teia de saberes e isso tem feito muita diferença na construção do meu entendimento.
No semestre passado trabalhamos muito com o lúdico nas salas de aula, e contradizendo o que muitos colegas de escola defendem, essa semana pude comprovar para alguns colegas que o lúdico promove sim a integração, que ele pode resgatar o interesse do aluno para determinado conteúdo visando a sua independência na aprendizagem.
Frente este exposto, para Piajet (1978, pag 97), a origem das atividades lúdicas caminham com o desenvolvimento da inteligência vinculando-se aos estágios do desenvolvimento cognitivo. " Cada fase do processo da evolução esta relacionada a um tipo de atividade lúdica que se sucede da mesma forma para todos os seres." Nesse pensamento, o lúdico desenvolve um papel fundamental na formação do ser, ato de ser uma necessidade do ser humano em qualquer idade, e não pode ser vista apenas como diversão. Ou seja, o lúdico na escola para mim como educadora não aparece como um passa tempo, e sim como um meio de envolver o aluno, um suporte. 
Tenho tido muita necessidade de resgatar alguns alunos, este ano estou trabalhando com um 5° ano, os conteúdos a serem desenvolvidos nesse estágio da aprendizagem é bem significativo, e para isso preciso envolver os alunos de maneira que a aprendizagem seja prazerosa.
Confesso que tem sido bem difícil, recebi alguns alunos com  muitas dificuldades e um em especial com distúrbios de comportamento e conduta, não consigo atingir esse referido aluno em nenhum aspecto.
Pensando nesse aluno, para fazê-lo participar da aula e da aprendizagem do conteúdo, tenho procurado desenvolver algumas dinâmica relacionadas aos assuntos desenvolvidos.
Mais uma vez a ludicidade saiu com um ponto de vantagem, mesmo alguns colegas como disse contrariando minha ideia, resolvi confiar nas teorias e ensinamentos de grandes estudiosos como Piajet e dinamizar as aulas.
Neste trimestre estou trabalhando o sistemas do corpo humano, e para explicar o sistema respiratório montamos a oficina do pulmão. Tal foi minha surpresa, o aluno mencionado foi o mais participativo, no momento da oficina ele deixou as rivalidades de lado e auxiliou seus colegas, na hora de realizar os relatos e entendimentos a cerca da atividade ele complementou as ideias dos colegas.
Para quem diga que brincar é perda de tempo, eu digo que o brincar é coisa séria, sendo no momento certo, a aprendizagem acontece, acredito que na avaliação esse aluno não vai apresentar dificuldades em assimilar esse conteúdo.
Lúdico  e aprendizagem uma parceria que tem dado certo em minha sala de aula.



quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ludico na educação

        O lúdico na educação.

      O brincar é uma das habilidades mais comuns do comportamento infantil, infelizmente até há pouco tempo atrás, o brincar era desvalorizado educacionalmente, mas com o evoluir dos tempos e dos estudos, passou-se a se dar mais importância ao brincar no desenvolvimento de uma criança, muitos autores renomados como vimos nas leituras defendem essa premissa.

       Atualmente, percebe-se uma preocupação com a formação da criança, tanto pais como educadores procuram a melhor forma de as tornarem bem sucedidas em seu processo educacional, mas esquecem-se que o brincar é uma condição essencial para que a criança seja plena e bem desenvolvida.A importância do brincar no processo educativo, também esta presente da LDB, onde há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância de inserir brincadeiras no processo de ensino.       
        Mediante este contexto, tem sido bem produtivo as leituras realizadas neste semestre, pois para mim, tem trazido um apoio e uma motivação para trabalhar mais essa temática em sala de aula. Tenho procurado desenvolver mais aulas dinâmicas, sempre adaptando brincadeiras, jogos, leituras diferentes, filmes, aos conteúdos programáticos.
            Penso que nós educadores devemos fazer a diferença, devemos nos desacomodar, sair da zona de conforto e desenvolver uma nova forma de ensino, uma nova prática educativa, devemos ter em mente a frase de Carlos Drummond de Andrade: “(...) brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem. (...)Concluindo, é na infância que se absorve subsídios que serão carregados para sempre, que serão utilizados durante toda uma vida. Com isso reafirmo a importância de que educadores devem estar em constante formação, buscando qualificar o ensino e também se reinventar na tentativa de melhor atingir seu aluno e também de promover uma mudança significativa e qualitativa na educação. Encontra-se nas mãos de nós educadores promover essa mudança, acreditando no que diz Paulo Freire que “ ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Façamos a diferença.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Voltando à aula presencial.


Voltando à aula presencial.
Voltando no tempo e analisando nossa segunda aula presencial de Ludicidade, pude observar que além da grande importância que o jogo, ou o lúdico em si tem para a aprendizagem, ele serve como um suporte de mediação entre professor e aluno e até entre aluno e aluno. Percebi que assim como nossos alunos, muitas de nós reagimos com resistência, outras com fragilidade, descontentamento mediante as atividades que foram propostas na aula, mas as professoras nem por isso desistiram, ao contrário, insistiram, buscaram novos meios, foram pacientes e não desistiram da turma.
Aprendi que mesmo se tratando do lúdico tem que haver adaptações, intervenções. Como a professora relatou, se na primeira tentativa, erro, dificuldade, o professor desistir, ele com este gesto estará podando seu aluno, impedindo que ele reaja, lute, insista, sinta-se capaz, estará impedindo que ele busque formas de realizar, ou até mesmo de pensar e agir. Com isso estrá impedindo que ele continue construindo vivências, formando aprendizagens, interagindo com os pares, ampliando assim sua antiga e também permanente visão de mundo.
Esta semana estava realizando uma dinâmica, no início estava indo tudo por água a baixo, muitos não estavam engajados, outros apresentaram certa dificuldade, quase desisti e parti para outra atividade, mas ai lembrei-me do que aprendi na aula com a professora Tânia, e resolvi insistir um pouco mais, adaptei algumas etapas, facilitei outras, pedi a colaboração d quem avia compreendido para sentar junto com quem ainda estava sem entender... Resultado estamos com a dinâmica do copo com a música do "Escravos de Jó" praticamente completa, basta apenas treinar mais um pouquinho, a atividade fluiu, eles estão adorando, e a motivação é tanta que eles querem fazer uma oficina para ensinar para as outras turmas.
Realmente a educação me fascina.

O lúdico nas salas de aula.



O lúdico nas salas de aula.
Acredito e já relatei muitas vezes que o lúdico é uma ferramenta que auxilia o professor não só na educação infantil, mas também nos anos iniciais, fundamental e eja. Com base nisso, o educador deve apropriar-se do estilo de sua turma, com isso adaptar ao seus currículo jogos que chamem a atenção de seus alunos, dinâmicas, atividades essas que se bem trabalhadas e direcionadas facilitam muitas vezes a compreensão do aluno em alguns conteúdos que são desenvolvidos, além do que torna mais prazeroso os momentos em que o aluno fica em sala de aula. Procuro sempre que vou desenvolver um conteúdo novo trazer alguma atividade diferenciada antes da aplicação, alguma coisa que chame a atenção deles, seja um jogo, uma caminhada pelo entorno da escola, um filme, até mesmo um comentário sobre uma reportagem, e também é muito importante deixar que eles participem, que eles interajam na confecção dos jogos ou até mesmo na montagem das atividades, eles sentem-se importantes quanto participam da sua própria aprendizagem, isso é um fato confirmado, pois vivencio essa experiência semanalmente, com essa atitude eles são produtores do seu próprio conhecimento e não receptores do mesmo.Mediante esse exposto, sabemos que a criança que apresenta-se feliz e motivada, rende mais, desenvolve-se melhor e o professor obtém um retorno significativo.
É possível investir nessa temática, e como já relatei em alguns fóruns da interdisciplina de Ludicidade, não necessitamos esperar que alguém nos ofereça suporte, profissionais da educação são extremamente competentes, e se desejar, podemos transformar a a educação com nossas mentes e o auxilio de materiais disponíveis ao nosso redor.
Como temos visto nessa interdisciplina, a criança possui um grande potencial em relação ao lúdico, então compete ao educador se apropriar disso e tentar desenvolver atividades que enriqueçam suas aulas e chame a atenção dos seus alunos, promovendo assim a aprendizagem.

sábado, 11 de junho de 2016

O brincar atraés dos tempos.

O brincar através dos tempos.

Como são as coisa, recentemente observei minhas alunas e o que estavam fazendo, me chamou a atenção sua atividade.
Estavam brincando de stop no intervalo das atividades da sala.
Achei interessante, fazia muito tempo que não via nenhuma criança brincando com esse jogo.
Logo fui realizar as atividades propostas e me deparei com os textos falando em relação aos jogos através da história, e a importância que eles tem para o desenvolvimento das pessoas, pois de maneira direta tais jogos, brincadeiras e atividades, sem que percebamos estão influenciando em nossas aprendizagens e desenvolvimento futuro.
Não havia me dado conta dessa importância do ludico no nosso desenvolvimento, digo, sabia que os jogos e brincadeiras são importantes, mas não tinha feito essa relação, das habilidades que tenho hoje terem sido desencadeadas através de algumas brincadeiras da minha infância.
Comecei essa semana a desenvolver atividades que auxiliem na coordenação motora dos meus alunos, mediante algumas dificuldades apresentadas, espero poder estar ajudando no futuro desses alunos.


A importância do brincar.

A importância do brincar.



O que seria o brincar?
Segundo Santa Roza (1993) lúdico se refere ao ato das brincadeiras, do tão conhecido jogo que desenvolvemos hoje nas salas de aula, as atividades livres no pátio e muito mais.
O brincar, segundo algumas leituras que realizei, possui um significado abrangedor que traz duas grandes importâncias conforme os relatos de Winnicott, para os professores o brincar é visto como uma forma de compartilhamento, de interação que promove o desenvolvimento da criança, já para os psicoterapeutas, a importância do brincar é vista como uma ação que auxilia contra o processo de bloqueio que impede o pleno desenvolvimento da criança.
Segundo Piaget, através do brincar a criança vai assimilando novas praticas, aperfeiçoando-as e enriquecendo o processo de aprendizagem envolvendo motricidade, percepção, autonomia...tudo isso através do brincar.
Segundo autores que buscavam compreender como as crianças interagiam com o mundo a sua volta, concluíram que esse contexto se dá a partir do brincar.
Wallon afirma que a aprendizagem acontece através do movimento, e que educadores devem estar atentos, observando os alunos nas suas atividades lúdicas. Mediante essa interação do professor, Vygotsky afirma que neste processo o professor deve atuar como mediador, realizando intervenções positivas a fim de enriquecer e aprimorar os conhecimentos gerais dos alunos e suas supostas aprendizagens.
É claro que o educador não deve intervir a todo momento, interferindo no processo do aluno, acredito que quando falo em mediar, é atuar dando suporte, mostrando meios, caminhos a serem seguidos  e não influenciando as crianças com seus saberes já formados.
O fato é que o brincar possui uma importância relevante na formação de um indivíduo. Uma criança que se desenvolve feliz, que brinca ativamente, com certeza, e já temos índices a respeito disso, que cresce e torna-se um adulto seguro, realizado.
Está nas mão de nós educadores atuar mais em busca de desenvolver a ludicidade nas nossas salas de aula, proporcionando assim momentos agradáveis, aprendizagens significativas, futuros promissores.




sábado, 28 de maio de 2016

Revisando postagens.

REVISANDO POSTAGENS.

Ato de brincar.

Na reunião que mencionei na postagem anterior, a respeito do nosso primeiro encontro do pacto neste ano letivo, abordamos vários assuntos pertinentes ao que trabalhamos nos encontros e também ao que esperávamos para o ano que viria, sem saber ainda qual seria a grade curricular para esse semestre no curso de pedagogia,, um assunto que muito conversamos na reunião e que muito me interessa e que procuro sempre desenvolver nos meus planos é a LUDICIDADE. Fiquei muito feliz ao observar que tal assunto estaria em questão também em uma das interdisciplinas do curso.
Ao pensarmos na realidade da sala de aula, nos deparamos com um número  elevado de alunos com grandes dificuldades de aprendizagem e desmotivados para os estudos.             Para mudar essa visão, faz-se necessário uma prática pedagógica dinâmica e provocadora, no sentido de instigar os alunos a aprender de maneira significativa e prazerosa.
O ato de brincar ele é muito importante, mas para que ele tenha um significado ele precisa ser direcionado pelo professor que é uma peça fundamental nesse contexto para que os objetivos sejam alcançados.
Muitos autores renomados defendem a ludicidade apontando pontos positivos a respeito dessa temática:
Mauricio (2008) apresenta um estudo focado na importância do lúdico para o processo de ensino aprendizagem, buscando clarificar o papel do brincar e conscientizar professores do seu real papel nesse contexto.
Vygotsky caracteriza a brincadeira pela regra, imaginação e imitação, envolvendo os processos de socialização e descoberta do mundo.
Já na concepção de Barreto (2007) o brincar favorece transformações internas e é uma forma de expressar seus desejos.
Há muitas outras argumentações trazidas por autores, o fato é que o lúdico esta presente em sala de aula como um recurso facilitador, transformando o aluno para um aluno mais ativo e confiante e consequentemente mais desenvolvido e seguro.
Está nas mãos dos educadores promover esses momentos de ludicidade em suas salas, já está mais do que provado, o lúdico é bom, é importante e faz uma grande diferença na aprendizagem do aluno. Pratique em sua sala, você educador que ainda não tem essa visão irá se surpreender.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Mediador.

MEDIADOR

Contar até três é fácil, 1,2,3.....assim sucessivamente, temos essa habilidade.
Agora transformar essas habilidades em competências é a parte mais difícil, aí entra o professor como um mediador e com seu jeitinho brasileiro, toma conta da situação e transforma as habilidades dos alunos em potencialidades, em desafios, em novas técnicas que tornarão todo o contexto educacional mais produtivo e prazeroso. 
Como isso acontece, entra aqui o lúdico na sala de aula, mas não simplesmente o brincar por brincar, é claro que brincadeiras livres são de suma importância, mas nesse contexto, me refiro as brincadeiras direcionadas, que tem proporcionado ao aprendiz momentos de aprendizagens significativas e ao profissional da educação desenvolver atividades que atinjam a maior participação dos alunos e também um maior desempenho dos mesmos.
Essa parceria tem dado muito certo nas salas de aulas e tem promovido um aumento significativo no rendimento educacional do aprendiz.
Por isso acredito que nós educadores devemos continuar com essa perspectiva que vem dando certo, sendo mediadores, contribuindo e facilitando a trajetória de cada aluno na escola.
Além de mediadores, devemos atuar como bons observadores, pois o ato de brincar por brincar também nos mostra como é a criança, como se desenvolve o aluno. Nessas brincadeiras livres a criança deixa transparecer um pouco daquilo que ela vivencia, suas verdadeiras características vem a tona, e é neste momento que o professor deve estar atento para desvendar aquilo que as vezes é invisível.

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Ato de brincar.

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Na reunião que mencionei na postagem anterior, abordamos vários assuntos pertinentes ao que trabalhamos nos encontros e também ao que esperávamos para o ano que viria, sem saber ainda qual seria a grade curricular para esse semestre, um assunto que muito me interessa e que procuro sempre desenvolver nos meus planos é a LUDICIDADE.
O ato de brincar ele é muito importante, mas para que ele tenha um significado ele precisa ser direcionado pelo professor que é uma peça fundamental nesse contexto para que os objetivos sejam alcançados.
Mais tarde quando tivemos nosso primeiro encontro com a interdisciplina, onde reencontramos a professora Tânia e conhecemos que a acompanha, esse pensamento só veio a se confirmar.