quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ludico na educação

        O lúdico na educação.

      O brincar é uma das habilidades mais comuns do comportamento infantil, infelizmente até há pouco tempo atrás, o brincar era desvalorizado educacionalmente, mas com o evoluir dos tempos e dos estudos, passou-se a se dar mais importância ao brincar no desenvolvimento de uma criança, muitos autores renomados como vimos nas leituras defendem essa premissa.

       Atualmente, percebe-se uma preocupação com a formação da criança, tanto pais como educadores procuram a melhor forma de as tornarem bem sucedidas em seu processo educacional, mas esquecem-se que o brincar é uma condição essencial para que a criança seja plena e bem desenvolvida.A importância do brincar no processo educativo, também esta presente da LDB, onde há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância de inserir brincadeiras no processo de ensino.       
        Mediante este contexto, tem sido bem produtivo as leituras realizadas neste semestre, pois para mim, tem trazido um apoio e uma motivação para trabalhar mais essa temática em sala de aula. Tenho procurado desenvolver mais aulas dinâmicas, sempre adaptando brincadeiras, jogos, leituras diferentes, filmes, aos conteúdos programáticos.
            Penso que nós educadores devemos fazer a diferença, devemos nos desacomodar, sair da zona de conforto e desenvolver uma nova forma de ensino, uma nova prática educativa, devemos ter em mente a frase de Carlos Drummond de Andrade: “(...) brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem. (...)Concluindo, é na infância que se absorve subsídios que serão carregados para sempre, que serão utilizados durante toda uma vida. Com isso reafirmo a importância de que educadores devem estar em constante formação, buscando qualificar o ensino e também se reinventar na tentativa de melhor atingir seu aluno e também de promover uma mudança significativa e qualitativa na educação. Encontra-se nas mãos de nós educadores promover essa mudança, acreditando no que diz Paulo Freire que “ ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Façamos a diferença.

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