O
lúdico na educação.
O brincar
é uma das habilidades mais comuns do comportamento infantil, infelizmente até
há pouco tempo atrás, o brincar era desvalorizado educacionalmente, mas com o
evoluir dos tempos e dos estudos, passou-se a se dar mais importância ao
brincar no desenvolvimento de uma criança, muitos autores renomados como vimos
nas leituras defendem essa premissa.
Atualmente, percebe-se uma
preocupação com a formação da criança, tanto pais como educadores procuram a
melhor forma de as tornarem bem sucedidas em seu processo educacional, mas
esquecem-se que o brincar é uma condição essencial para que a criança seja
plena e bem desenvolvida. A
importância do brincar no processo educativo, também esta presente da LDB, onde
há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância de inserir
brincadeiras no processo de ensino.
Mediante
este contexto, tem sido bem produtivo as leituras realizadas neste semestre,
pois para mim, tem trazido um apoio e uma motivação para trabalhar mais essa
temática em sala de aula. Tenho procurado desenvolver mais aulas dinâmicas,
sempre adaptando brincadeiras, jogos, leituras diferentes, filmes, aos
conteúdos programáticos.
Penso que nós educadores devemos
fazer a diferença, devemos nos desacomodar, sair da zona de conforto e
desenvolver uma nova forma de ensino, uma nova prática educativa, devemos ter
em mente a frase de Carlos Drummond de Andrade: “(...) brincar com a criança
não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste
ainda é vê-los, sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios
estéreis, sem valor para a formação do homem. (...) Concluindo,
é na infância que se absorve subsídios que serão carregados para sempre, que
serão utilizados durante toda uma vida. Com isso reafirmo a importância de que
educadores devem estar em constante formação, buscando qualificar o ensino e
também se reinventar na tentativa de melhor atingir seu aluno e também de promover
uma mudança significativa e qualitativa na educação. Encontra-se nas mãos de
nós educadores promover essa mudança, acreditando no que diz Paulo Freire que “
ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua
própria produção ou a sua construção.” Façamos a diferença.
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