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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fatores educacionais.


FATORES EDUCACIONAIS.

Hoje em dia pensar em educação soa como algo simples aos olhares de quem não interage com o mundo da educação, pode esta parecer um sistema que já vem pronto para ser posto em prática, mas se engana quem pensa assim.
A educação desde sempre é um processo que se desenvolve diariamente e passa por diversos fatores que contribuem ou não para seu bom andamento, isso dependerá da maneira como a gestão desenvolve suas competências e aplica todas as suas atribuições. Se tratando de educação me remeto aqui ao processo de aprendizagem de cada aluno.
Para que de fato a educação se desenvolva e o aluno aprenda, todo um contexto intra e extra- escolar deve ser observado e valorizado, a criança quando chega na escola precisa ser bem recebida e aceita, isso refere-se à questões intra-escolares; ter acesso a um ensino de qualidade, com profissionais qualificados, à um ambiente acolhedor, merenda, esporte, lazer, ... Para tal, a escola tem que estar munida de ações que contemplem atender à essas especificidades que é direito de toda a criança como  previsto em lei.
Por outro lado, essa criança também chega com uma bagagem cultural que não pode ser desprezada, para isso a escola tem que promover momentos em que ele possa se sentir importante, trazer sua família para o contexto escolar, resgatar esse aluno, levá-lo a refletir sobre as condições culturais que esta inserido e mostrar que ele pode fazer a diferença, que ele pode interferir e mudar a sua realidade.

Com o auxilio do PDDE, a gestão escolar da minha escola está sempre buscando utilizar-se desse recurso para dar assistência na área pedagógica, na infra-estrutura da escola, em melhorias em prol dos benefícios dos alunos e educadores, visando sempre atender os alunos da melhor forma possível.
Eu acredito que é assim que se faz educação, pensando sempre no aluno, buscando sempre aquilo que pode ser bom para ele. Não que estejamos querendo dar aos alunos o que eles não tem, e sim aproveitando esse momento da infância para instigar a mente deles através daquilo que por direito é deles, a educação, educação de qualidade, com significados.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Indignação.

INDIGNAÇÃO.

          Neste momento não estou preocupada em escrever um bom texto, em obedecer aos requisitos necessários para desenvolver uma escrita perfeita.
        Quero aqui apresentar minha indignação, essa semana que passou realizei algumas atividades pendentes que abordavam a questão da gestão escolar, muito me interessei pelas leituras e vídeos propostos, em seguida me deparei com atividades que traziam em questão o conselho escolar, fiquei de fato preocupada, pois na minha escola e não tem um e acredito que no município não tenha também, mas até ai tudo bem pois já estou sabendo que pelo menos existe um conselho municipal ativo, dando os primeiros passos mas se encaminhando em busca de atender as necessidades da rede.
          Até ai tudo bem, o pior ainda estava por vir, como iria desenvolver uma entrevista com um conselheiro se não existe um conselho nas escolas onde tenho convívio, então resolvi pedir ajuda para então presidente do conselho municipal, tendo em vista que ela era uma das gestoras no ano anterior, quebrei a cara, ouvi um absurdo, " não tenho como te ajudar pois não entendo nada de conselhos, nem sei como é isso de fato." Fiquei chocada, indignada, será que ela imaginou que eu estaria querendo investigar alguma coisa, pois ela é a presidente do conselho municipal e muito poucos sabem disso? Será que se sentiu ameaçada? Confrontada? Não sei. O que sei é que essa pessoa se recusou a auxiliar alguém que simplesmente busca informações.
              Então fiquei a pensar se para uma colega de profissão ela nega assistência, será que com os alunos ela fará o mesmo? E mesmo que eu estivesse querendo informações de cunho particular, esse interesse, que de fato tenho, seria para buscar melhorias, auxílio, suportes para a educação.
              É triste, não gostei de viver essa experiência, me coloquei no lugar de alunos que buscam respostas para suas indagações e os professores menosprezam-as, agem com indiferença, alegando o assunto não ser da sua área.
             Realmente precisamos de muitas mudanças na educação.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Parcerias na escola.

Parcerias na escola.

Esta semana estou lendo um texto que fala sobre ações democráticas na educação, coincidente ou não, no sábado passado realizamos na escola um projeto que veio da secretaria do meio ambiente em parceria com a educação.
Desenvolvemos durante um período de tempo atividades sobre o meio ambiente nas salas  de aula, mas não ficou só nas salas, a escola juntamente com a secretaria do meio ambiente, recebeu nas dependências da escola toda a comunidade municipal. Neste evento os alunos tiveram a oportunidade de falar sobre o meio ambiente municipal, conscientizando as pessoas de que Cidreira é sim um lugar bom para se viver, ao contrário do que muitos dizem.
Essa atividade oportunizou a comunidade a interagir com os alunos, a trazer contribuições para futuros projetos, a levantar questões sobre auxilio e melhorias, foi uma troca muito grande de saberes e questionamentos.
Foi muito produtivo, a escola geralmente realiza trabalhos assim, mas não era na mesma proporção ou finalidade, acredito que essa ação foi muito além da nossa escola, ela ultrapassou barreiras, quebrou sistemas, houve um ato de democracia.
Uma pequena semente foi plantada nesse dia, esperamos agora cultivá-la e colher futuramente belos frutos.


terça-feira, 13 de junho de 2017

Democracia


Democracia.

Essa semana, ao realizar as atividades do moodle, me deparei com uma questão bem atual no meu município, a questão de como funciona nas escolas, ou não funciona, a eleição dos gestores escolares.
Lendo o texto " Políticas Públicas e Gestão da Educação em Tempos de Redefinição do Papel do Estado" de Vera Maria Vidal Peroni, percebi que na prática as coisas não funcionam de acordo com as políticas educacionais, e isso me incomoda.
A autora aponta no texto que dentre muitas  mudanças no Estado, a democracia faz-se presente no que tange à educação. Mas ainda está longe de atingir os pequenos municípios que ainda se apegam em questões políticas, em obedecer aos mandos e desmandos vindos do executivo, e a educação fica a cargo dos indicados, apadrinhados, que por vezes não entendem nada do assunto, mas como ganhou um cargo e um bom salário, está representando a classe educadora.
Essa é bem a realidade do meu município. Estamos este ano aguardando uma posição da SMEC, pois conseguimos, depois de muita luta dos membros do conselho de educação, o direito de eleger democraticamente a equipe diretiva da escola.
Porém fica em minha mente uma dúvida, será que mais uma vez seremos podados? Essa questão é velha em nossa educação, entra governo e sai governo e nada muda, os amandos como chamamos as indicações políticas por aqui, sempre prevalessem, ou seja, a equipe diretiva, sempre é indicada pelo governo atual, com isso, que democracia é essa que vivemos? Que direitos vamos reivindicar? Essas indicações irão atender as necessidades de sua comunidade escolar ou atender às ordens de seu indicador?
Complicado não é mesmo?
Eu acredito que não há como atender a comunidade, como educadores devemos impor nossas ideias e não aceitar que nos empurrem " boca a baixo " aquilo que não julgamos ser necessário.
Deixo aqui um pelo, você que assim como eu é um profissional da educação, faça valer o poder da democracia, una-se aos conselhos educacionais em busca de melhorias e realizações das leis que nos dão suporte. Faça você a diferença, comece dando os primeiros passos.

Referência:
https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/1996488/mod_resource/content/1/pol%C3%ADticas_publicas_e%20gestao_da_educacao_veraperoni.pdf 


domingo, 21 de maio de 2017

Refletindo sobre a contemporaneidade.

Refletindo sobre a contemporaneidade.

Estava vendo o vídeo disponibilizado na interdisciplina Organização e gestão da educação, quando as palavras do sociólogo Zygmunt Bauman começaram a fazer-me refletir sobre muitos assuntos inclusive sobre  a educação de hoje e os significados que ela tem.
Na visão do sociólogo e no meu entendimento também, as coisas não acontecem mais como antes, houve em todos os requisitos assim posso dizer, uma liquidez, as coisas mudam constantemente, e com isso observa-se uma desordem.
Segundo as palavras do sociólogo, isso deve-se ao fato de não sabermos lidar com a quantidade de informações que nos é oferecida, ele até usa a frase: " estamos nos afogando em informações e sedentos por sabedoria." Processar todas essas informações e converter em sabedoria e conhecimento é o que está fazendo falta. Desde sempre essa busca por conhecimento e sabedoria permeia, mas nunca conseguiu-se extinguir as diferenças, não consegue-se entender o porquê de tantos acontecimentos sociais. Nessa falta de limites, a sociedade vive o capitalismo e com isso muda a situação da sociedade que de aparentemente estável , declina rigorosamente.
Mas agora eu questiono, de quem é a culpa dessa triste realidade, não só aqui no Brasil? Sabemos que a política pode e deve auxiliar nesse contexto, mas muitos não são confiáveis, os últimos acontecimentos provam essa questão, sim é a sociedade que vota, que escolhe, que coloca-os no poder, mas como saber em quem estamos realmente votando? É possível ter essa resposta? Saber da honestidade do ser humano antes de ele se mostrar quem realmente é, de mostrar sua falta de comprometimento?
Essa é uma questão verdadeiramente polêmica, mas que tem que ser revista.
Mas aí você que esta lendo este texto vai dizer, mas eu me interessei por essa leitura pois abordava alguma coisa a respeito da educação, infelizmente a educação não esta de fora dessa realidade ao qual tenho relatado. Me preocupo muito com o futuro da sociedade e acredito que é dentro das salas de aula que parte da mudança tão desejada nas sociedades possa começar a acontecer.
Vendo essa desordem em que se encontra a contemporaneidade, eu enquanto educadora preciso fazer algo, mesmo que muito pouco, na tentativa de reverter essa situação. É possível com simples metodologias e bons projetos instigar nossos alunos a serem pensantes, a refletir no mundo que vivem. Somos capazes de promover momentos em que eles participem da construção da mudança. Esse é o nosso papel, formar cidadãos críticos, realistas e não conformados. É por isso que temos que lutar e insistir.