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sábado, 12 de maio de 2018

Planejamento

Planejamento
  
Realizando a leitura da autora Maria Luisa Xavier, me reportei ao tempo em que estudei no curso de magistério.
Lembrei de como era realizar os famosos planos de aula nas aulas de didática.
Porém uma grande diferença, naquele tempo, os planos eram direcionados a uma área do conhecimento.
Hoje trabalhamos com a integração e nossas aulas tem proporcionado aos alunos mais interação e participação.
Foi uma leitura produtiva que me fez observar as mudanças na educação que mencionamos na atividade realizada nesta mesma interdisciplina, sobre as transformações na educação e a necessidade de acompanhar as mudanças.

As origens da modalidade do ensino integrado.


           
                                     As origens da modalidade do ensino integrado.

             Para a realização desta atividade, fui instigada a realizar uma reflexão entre assuntos de vera muito importantes para o desenvolvimento  educacional dos alunos.
     Vi entre as leituras realizadas como se apresentou a evolução industrial e conseqüentemente seguindo os mesmos processos a tentativa de uma evolução educacional.
            Na leitura de Santomé, “As origens da modalidade de currículo integrado”, observei como desenvolveu-se o processo de evolução industrial e como também a escola ou a educação em geral se espelhou nessa perspectiva de mudança do mercado econômico para tratar de evoluir também.
            O processo se deu seguindo uma tendência Fordista e Taylorista que acentuavam a fragmentação de serviços prestados, não acreditando na capacidade dos indivíduos de se envolverem em mais de um tipo de atividade, com o passar dos tempos, essa organização apresentou características de desapontamento e até mesmo falhas, houve assim a necessidade de uma reorganização, esta por sua vez chamou a atenção por trabalhos em grupos pautados pela cooperação e o intuito de aumentar a produtividade e levar a empresa ao êxito esperado.
      Frente à essas mudanças, vê-se a necessidade de uma reorganização da esfera educacional, observei que a partir desse momento, os envolvidos no processo educacional passam a valorizar o que Japiassu aponta quanto aos compartimentos em que se divide o currículo e passam a valorizar mais as práticas educativas pautadas na interdisciplinaridade e no ensino globalizado visando um ensino integrado, ou seja, onde haja uma ligação entre uma aprendizagem e outra.
            Entendi com as leituras  que as escolas ao se espelharem nas mudanças do mercado de trabalho, para promover uma mudança na metodologia utilizada por professores,   contribuiu também para um retorno ao mercado de trabalho, pois se nas escolas o ensino globalizado pode e deve levar o aluno a entender melhor o contexto e atuar sobre ele, esse aluno estará sendo forjado para futuramente atuar no mercado de trabalho com mais reflexão.
            Concluí que muito ainda deve ser mudado nas instituições escolares, para realmente se desenvolver essas mudanças e reformulações, é necessário profissionais competentes, habilidosos e com muita disposição e desprendimento, pois são muitos desafios a serem enfrentados, pois desenvolver uma educação integrada requer total desacomodação e sei que ainda há muitos profissionais que somente falam e não desenvolvem essa tendência, o que acho lamentável.

domingo, 29 de abril de 2018

Professores antenas

Professores antenas.

 Neste mesmo ciclo de palestras que participei ouvi do palestrante Celso Rodrigues que os professores são como antenas, pois captam para suas salas de aula todas as questões e conflitos sociais do aluno.
Eu acredito plenamente em suas palavras, pois mesmo em meio  a modernidade líquida, onde tudo se transforma ou se modifica, ainda há professores que desenvolvem esse papel de antenas, e que além de captar ainda auxiliam seus alunos a enfrentarem reflexivamente seus problemas, a enfrentarem a realidade de maneira produtiva.
Fala-se muito em crise, mas o nosso papel enquanto educadores é o de desenvolver o rela sentido da palavra crise no grego, que vem a ser avaliar, julgar.
Devemos rever nossas metodologias, nossa forma de avaliar e interagir com nosso aluno.
Nada é pra sempre, tudo muda, o que fica é o pouco que conseguimos fazer na mente dos nossos alunos.

A construção da personalidade.

A construção da personalidade.

Esta semana participei de um ciclo de palestras em  meu município e em uma delas me deparei com essa frase: 
" O meio em que vivemos pode influenciar?"
( Jenifer Nunes Simões, palestrante)
Isso me chamou a atenção, entendi que o meio pode influenciar sim, mas não é ele que vai conduzir a personalidade.
Com isso me reporte ao ato da avaliação em nossa sala de aula, e observei que devemos estar muita atentos na hora de concluirmos as avaliações, até que ponto meu aluno realmente sabe, ou apenas está sendo influenciado pelo meio.
Aí deve-se estar perguntando o que as aprendizagens do aluno tem a ver com a construção das aprendizagens, acredito ser uma teia, a medida que a criança nasce, ela passa a construir sua personalidade a medida que vai assimilando e construindo suas aprendizagens.
Uma temática muito interessante e construtiva.