Durante estas semanas que passaram, e até mesmo em nossa ultima aula com a disciplina de Corporeidade, pude refletir um pouco a respeito das atitudes que nós educadores temos. Nesta última aula aprendemos que qualquer indivíduo cria seus hábitos por intermédio da imitação. Então comecei a me questionar, será que minha postura ética e profissional tem sido positivamente refletida aos meus alunos e até mesmo na minha comunidade escolar? Quando lia a história docente da professora de educação física, percebi que em um trecho da leitura ela relatava que havia se espelhado em seus professores da faculdade para formar seu perfil como educadora. Então me preocupei com esta questão, será que não estou cometendo erros que possa influenciar no futuro dos aluno? Espero estar servindo de exemplo, exemplo este construtivo e que faça algum significado no bom desenvolvimento de todos alunos que passarem por minha sala de aula.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Errar.
Para nos tornarmos excelentes, temos que aprender com os erros. Não há como ignorá-los e sim reconhecê-los.
Eu não tenho vergonha em dizer que muitas vezes cometi erros, porém não deixei que este acontecimento impedisse que o processo fosse continuado, procurei sempre ver o que causou este erro, para então ter a humildade de voltar a trás e tentar novamente.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
História docente.
Esta semana na disciplina de Escola, Projeto Político Pedagógico e Currículo, tivemos a oportunidade de lermos um texto a respeito da trajetória profissional de uma professora agora aposentada. Essa leitura me fez valorizar mais tudo que já vivenciei até o momento, não que que tivesse algum tipo de dúvida em relação a minha escolha, mas observei que só cheguei ate aqui porque tive o auxilio de colegas e principalmente de educadores, que impulsionaram o meu pleno desenvolvimento. Pude valorizar o esforço que esses educadores faziam na tentativa de que me dedicasse mais, que não me conformasse com pouco. Meus educadores pareciam-se e muito com a professora mencionada no texto lido. Com os seus relatos, parecia estar voltando no tempo, revendo meus professores falando.
Educação, esta que levo pra toda vida.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Até onde a escola pode ir.
Na manha de hoje me reuni na sede do conselho tutelar do município, juntamente com a equipe diretiva da escola, assistente social, conselheiras e a mãe de um aluno meu. A pauta seria pra tratar a invasão de privacidade que supostamente a professora de recursos multifuncionais estaria cometendo, conforme os relatos da mãe do aluno. A questão seria, até que ponto a escola pode interferir no meio familiar, o que seria invasão de privacidade, será que o fato da comunidade escolar se interessar pelo pleno desenvolvimento da criança é errado?
Espero que essas novas interdisciplinas me auxiliem na tentativa de entender o que é certo e o que é errado nessa questão.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Valores
Assistindo ao filme Macunaima pude conscientizar-me de como o homem é egoísta.
O ser humano é capaz de passar a perna em seus próprios familiares, que raça bem triste.
Estava me lembrando agora de quando o professor Paulo contou-nos a história da galinha ruiva, e argumentou que ela era egoísta, e outras coisa mais, eu até contestei na hora, mas agora vejo que todos são assim, essa história serve apenas para fazer uma alusão do que realmente somos.
Presenciei um caso triste por sinal de uma aluna minha, que sua mãe para poder ter seu momento de prazer, deixou que sua filha ficasse aos cuidados de pessoas que se diziam amigos e abandonaram a criança na rua. Na tentativa de achar sua mãe, saiu caminhando sozinha, tarde da noite pela rua. Resumo, foi recolhida pela brigada militar e agora encontra-se na casa de passagem municipal. Torno a dizer que egoísmo é esse que superou até a relação de mãe e filho. To passada com essa realidade. Verdadeira inversão de valores.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Introdução à cultura.
Hoje enquanto lia algumas leituras complementares, uma frase me chamou atenção, não consegui ver quem era o autor dela, mas achei ela fundamental e bem significativa. Diz assim:
" A família é quem introduz o indivíduo no mundo da cultura, as crianças são socializadas muito antes de entrarem na escola. "
Fiquei pensando nessa afirmação, e percebi que esta é uma grande realidade, porém só para nós como comunidade escolar, pois os pais não estão conscientizados dessa responsabilidade, e diariamente, posso dizer isso pois vivencio na minha escola essa experiência, esses pais nos abordam dizendo que seus filhos estão na escola para serem educados.
Rogo em dizer que educação vem de berço, a escola é ambiente de aprendizagem.
Sem contar quando os abordamos relatando algum fato ocorrido, e eles tem a capacidade de nos dizer que não sabiam que seus filhos agem dessa forma.
Triste realidade, pensar que há pais que se abdicam do dever de encaminhar seus filhos num caminho correto, deixando a responsabilidade para as comunidades escolares.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
De quem seria a culpa?
É difícil relatar os acontecimentos destes último dias em nossa comunidade municipal e também escolar. Uma onda terrível de crimes já vinham acontecendo, mas o último acontecimento causou-nos uma grande comoção, se não dizer também grande indignação. Decorrente ao uso de drogas e ao tráfico, um grupo de seis jovens foram brutalmente assassinados, jovens estes, alunos da minha escola, filhos de amigos próximos, com famílias evangélicas. Como se diz gente de bem.
Mas o que dizer mediante este acontecimento, o que teria levado estes mesmos jovens a entrar nesse mundo. Alguns dizem será que eles não tinham família que os alertasse, ou será que a escola não poderia ter feito algo que os motivasse a mudar de caminho, ou ainda as autoridades nunca promoveram algo que os ajudasse.
Tudo isso e mais um pouco com certeza foi feito. Mas então de quem seria a culpa? da família? Sim, não, talvez...... Complicado.
Cabe aqui neste momento, cada um fazer a sua reflexão, e buscar resignificar todos esses acontecimentos, conforme aprendemos na aula de ESCOLA SOCIEDADE E CULTURA.
Não da para sermos rígidos, a forma com que cada um interpreta aquilo que vê é diferente das demais.
" As coisas são o que são, mas não são o que são."
O importante é tomarmos como exemplo esta trágica situação, e a partir dela tentar fazer diferença.
E não bastando tudo o que tem acontecido a qui no meu município lembro que há um familiar meu envolvido neste mesmo caminho. Imaginamos que isso acontece somente do lado de fora de nossas casas, que o perigo só atinge os outros.
Neste momento o medo vem com o sentimento de que a qualquer momento posso estar envolvida numa situação semelhante.
E não bastando tudo o que tem acontecido a qui no meu município lembro que há um familiar meu envolvido neste mesmo caminho. Imaginamos que isso acontece somente do lado de fora de nossas casas, que o perigo só atinge os outros.
Neste momento o medo vem com o sentimento de que a qualquer momento posso estar envolvida numa situação semelhante.
terça-feira, 7 de abril de 2015
PENSAMENTO.
A vida é feita de escolhas, cada um tem o poder de escolher aquilo que acha certo ou errado para dar continuidade em sua trajetória de vida.
Eu escolhi dar continuidade nos meus estudos. Mesmo que tenha se passado dez anos sem estudar, também foi uma escolha que em determinado momento achei que era necessário.
Assim como relata a música de grupo musical É PRECISO SABER VIVER, julgo ser importante que cada um saiba aproveitar cada oportunidade que surge em nosso caminho.
Em um momento eu questionei qual a importância que teria em realizar O RETRATO DA ESCOLA, logo depois com o auxilio da Simone, pude perceber que eu mesma ainda não tinha conhecimento do lugar onde trabalhava.
Então volto a dizer, se as coisas se dirigem para tal caminho, é porque ele deve ser trilhado, para que possamos derrubar barreiras, vencer preconceitos, superar obstáculos e acima de tudo perceber que somos capazes.
EXPECTATIVAS PARA O CURSO.
Confesso que no início do curso achei tudo muito vago, me impressionei quando o Prof. Credine nos disse que não seriamos avaliados com provas. Como assim? Falou-nos também que não teríamos um material didático para acompanharmos conteúdos. Achei tudo isso estranho. As coisas pioraram quando me deparei com a metodologia apresentada, tudo muito virtual, isso me incomoda. Mas fazer o quê? O jeito é ir se adaptando e fazer o melhor possível para dar continuidade neste processo de aprendizagem.
É isso ai, agora é ter foco e não pensar em desistir, aproveitar as oportunidades como se fossem únicas.
Elielda Martins.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Criação.
Cidreira, 31 de Março de 2015.
Momento de aprender.
Gostaria de cumprimentar a todos os colegas que visualizarem este blog.
Acredito que assim como eu todos estão ansiosos com mais essa atividade, mas não será diferente das outras, passo a passo iremos nos adaptando e realizando cada etapa. Então o que me resta é desejar boa sorte à todos nós.
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