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quinta-feira, 20 de junho de 2019

REFLEXÃO DE POSTAGENS 10

REFLEXÃO DE POSTAGENS 10

No dia 23 de abril de 2018 realizei uma postagem por título Concepções pedagógicas, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2018/04/concepcoes-pedagogicas.html
Quando escrevi esta postagem estava impressionada com as atitudes de alguns colegas que não conseguem se desligar de técnicas tradicionais, estes tentam se esconder por trás de máscaras, mas em algum momento elas caem.
Essa realidade foi a dois anos atrás, mas ainda percebo essa característica dentro da minha escola, é impressionante como mesmo tendo esses profissionais se capacitado, a mente não muda. 
Parece impossível, mas não é, eu sou prova de que a mudança faz a diferença.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 9

REFLEXÃO DE POSTAGENS 9

No dia 12 de maio de 2018 escrevi uma postagem por título Planejamento, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2018/05/planejamento.html
Eu trouxe uma comparação entre como era feito os planejamentos a alguns anos atrás e como estamos desenvolvendo hoje.
Percebo que a questão da interdisciplinaridade tem contribuído para aprendizagens mais amplas, em uma só atividade desenvolvemos diversas especificidades, com isso proporcionamos que o aluno desenvolva diversas habilidades ao mesmo tempo. Com essa mistura de conhecimentos, o aluno tende a refletir mais sobre o que esta sendo estudado e ser crítico em suas decisões.
Essa nova forma de desenvolver os planejamentos nada mais é do que uma inovação pedagógica que citei em uma postagem anterior.
São benefícios que tem contribuído para a melhoria da educação bem como também pra o pleno desenvolvimento da competências e habilidades dos alunos.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 8

REFLEXÃO DE POSTAGENS 8

No dia 18 de junho de 2018 eu escrevi uma postagem por título Inovações pedagógicas, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2018/06/inovacoes-pedagogicas.html
A postagem era uma reflexão de uma leitura, que me fez entender o que são inovações pedagógicas.
Hoje percebo que coloquei em prática o que adquiri a partir dessa leitura.
Para poder desenvolver o meu estágio, recorri a estas reflexões para dar suporte a metodologias que seriam desenvolvidas em sala de aula.
Trabalhar com práticas lúdicas foi uma grande inovação que levei para sala de aula para colaborar com o ensino da alfabetização.
Os resultados foram surpreendentes.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 6

REFLEXÃO DE POSTAGENS 6

No dia 21 de junho de 2018 escrevi uma postagem por título Vivências, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2018/06/vivencias.html
Nela eu falava sobre uma experiência que tive, escutei o comentário de alguns alunos falando a respeito de um professor.
é impressionante como nossas ações interferem diretamente no nosso aluno.
O que eu ainda questiono, não é sobre a atitude daquele professor que os alunos falavam, é como hoje em dia, ainda existam profissionais que não se preocupam com a maneira ao qual se apresentam em sala de aula. Percebo que não há uma preocupação  da parte de alguns professores em conquistar o seu aluno, e envolvê-lo no contexto escolar. Imagino que pra esse tipo de profissional é bem melhor perder o aluno do que ter que responsabilidade sobre suas aprendizagens.
Eu não consigo ser assim, mesmo antes de ter ingressado no curso já tinha essa visão, de ser um professor receptivo, mediador, preocupado com o bem estar do aluno.
Mais uma vez falando da minha prática de estágio, tive essa preocupação, de manter um ambiente acolhedor e ser o mais receptível possível, para mim ter o aluno interessado em sala de aula é sinônimo de aprendizagem significativa.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 5

REFLEXÃO DE POSTAGENS 5

No dia 27 de agosto de 2017 escrevi uma postagem com título Aprendizagem, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2017/08/aprendizagem.html

A mensagem era uma reflexão do texto Aprendizagem humana. Processo de construção.
Eu refleti sobre a importância dos educadores de valorizar as conquistas dos alunos, tornando o momento da aprendizagem algo prazeroso e consequentemente significativo.
Com este texto eu reafirmei que as aprendizagens são constantes, que não há momento para que tal aconteça.
Frente o exposto, minha opinião não mudou, pelo contrário, as demais leituras e atividades realizadas no curso após essa leitura só complementaram essa visão.
Na minha prática de estágio essa questão ficou bem evidente, atuar como professor mediador, cativando e acolhendo o aluno, incentivando cada momento de aprendizagem.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

REFLEXÕES DE POSTAGENS 7

Reflexões de postagens 7

No dia 9 de julho de 2015 realizei uma postagem que tinha por título Pedagogia da autonomia, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/07/pedagogia-da-autonomia.html

Esta postagem eu achei que foi bem completa, ela apresentou um livro bem conhecido e nela pude contribuir com a minha visão a cerca do conteúdo do mesmo.
Minha visão sobre o livro não mudou, continuo acreditando no potencial do livro e nos ensinamentos que ele proporciona para nós educadores.
Esse livro contribuiu bastante em sua essência para a construção das metodologias desenvolvidas no estágio, assim como uso os ensinamentos do autor nesse livro para minha vida profissional, não poderia fazer diferente enquanto realizava o estagio obrigatório.
Rever nossas práticas, refletir sobre ela, acreditar no aluno e muito mais, são requisitos indispensáveis de um bom professor.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 5

Reflexão de postagens 5

No dia 30 de novembro de 2016 realizei uma postagem por título Observações, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2016/11/observacoes.html

Tratava-se de uma publicação sobre a iniciativa de dois alunos em se ajudarem na atividade proposta.
Hoje percebo o quanto essa iniciativa é importante, pois anteriormente ao ingresso no curso eu não permitia conversas paralelas na sala, mas ao ir interagindo com as colegas percebi que agia de maneira errônea com meus alunos.
Vi na atitude dos dois alunos se ajudando que o que as vezes julgamos por conversa é simplesmente uma troca de aprendizagens ou até a construção de novas aprendizagens.
É preciso reavaliar nossas metodologias.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Despertando a curiosidade.

Despertando a curiosidade.

Após ser motivada pelo professor de ciências com a aula maravilhosa que tivemos, sobre apresentar curiosidades aos nossos alunos que os façam pesquisar, refletir, participar e aprender, promovi uma aula dinâmica com a turma, até postei aqui no blog a experiência que tive com a turma, encontra-se no link http://elielda2431.blogspot.com.br/2016/10/novas-experiencias.html.
Achei que a atividade se encerraria por ali, naquela semana.
Mas meus alunos foram além, levaram a experiência pra casa e foram desafiar os familiares.
Foi interessante pois durante a semana que passou alguns pais me chamavam na entrada da escola para agradecer o trabalho feito e também por ter motivado seus filhos a pesquisarem. Depois disso sempre que posso lanço alguma coisa diferente opara que eles possam ir atrás de informações e depois dividir com a turma. Tem sido bem produtivo, pois com isso estou auxiliando-os para ter mais facilidade quando eles estiverem nos anos finais e tiverem que desenvolver seus trabalhos de pesquisa. Acredito que para eles será bem mais fácil passar por esse processo mais adiante.


sábado, 29 de outubro de 2016

O tempo no espaço escolar

O tempo no espaço escolar.

Estava realizando algumas atividades de estudos sociais e me deparei com um artigo que trazia questões a cerca do tempo no espaço escolar.
O texto apontava diversas indagações e então comecei a refletir sobre algumas questões.
Realmente o tempo em que um aluno passa na sala de aula deve ser muito bem aproveitado, se for levado em conta a quantidade de conteúdos que se tem a trabalhar, talvez um educador inexperiente se assustaria e acharia que não daria conta, por outro lado alguns apontam que quatro horas por dia é massante.
E mais frente a tudo isso ainda temos que trabalhar o social, festividades, atender as necessidades dos alunos,... e nós professores que tempo temos para nós, para trocas de idéias, para apoio pedagógico...
Realmente a questão tempo é muito polêmica.
Ainda há a questão do tempo de ingresso da criança na escola e o seu tempo de permanência, há professores contestando que essa obrigatoriedade da lei é injusta ou até mesmo absurda.
Frente a todos estes expostos, eu não contrario nem concordo de tudo.
Mas uma vez torno a dizer que o diferencial esta naquele que atua diretamente com os alunos, se o educador estiver ciente de suas funções e atribuições ele irá desenvolver um trabalho gratificante ao aluno. Irá proporcionar momentos em que a aprendizagem ocorra mas sem encher o aluno de informações desnecessárias.
O diferencial está nas mãos do educador, compete a nós nos conscientizar de que é preciso promover uma mudança  e que essa mudança deve começar em nossas salas de aula, não devemos esperar que nos digam o que fazer, a iniciativa é nossa.

Artigo sobre o ensino da Geografia


Artigo sobre o ensino da geografia no espaço escolar. 

Me chamou a atenção logo no início da leitura do artigo parte de uma frase: ..." A geografia ensina a ler o mundo, ..."
Mais uma vez observo que aquilo que é passado dentro das salas de aula de forma diferenciada e bem aplicado, auxilia na reflexão dos alunos futuramente.
O que li no artigo da mesma interdisciplina referente ao ensino da história não é diferente do ensino da geografia, professores devem instigar seus alunos a refletirem sobre o conteúdo trabalhado, envolvê-los na temática, assim o aprendizado torna-se significativo.
Este artigo sobre o ensino da geografia aponta a importância de se introduzir a geografia desde a Educação Infantil, neste período não faz-se necessário atividades concretas e complexas,mas a assimilação é fundamental. 
Quanto a essa premissa, no artigo tem uma nota de Jean Piajet que aponta o indivíduo como organizador de suas próprias estruturas de conhecimento para lidar com o ambiente, e tende a adaptar-se.
Frente a este exposto, friso a importância da mediação do educador desde cedo no processo de aprendizado do aluno, dialogar com o aluno, utilizar-se do seu dia a dia na aplicação dos conteúdos, valorizar suas contribuições, este é o caminho.
Falando em valorizar o cotidiano do aluno, esta semana que passou estava trabalhando em geografia a temática de localização e orientação e tinha que apresentar para a turma os pontos cardeais e colaterais, mas como eu iria trabalhar tal conteúdo, o que estava no livro didático da série era algo totalmente fora do contexto deles, foi então que resolvi adaptar o conteúdo à realidade dos meus alunos, fomos passear pelo bairro próximo a escola e observar as referências do nosso município, do nosso entorno, aponto uma das atividades que desenvolveram, tinham que desenhar um mapa apontando os pontos de orientação tendo sua casa como referência. 
Foi bem produtivo, se eu tivesse simplesmente passado o que estava no livro eles não iriam assimilar e sim decorar, dessa forma eles compreenderam a importância dos pontos de referência para poder se localizar em qualquer direção que forem.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pedagogia da autonomia





Pedagogia da autonomia.

O livro aborda uma temática muito relevante. A leitura nos remete propostas citadas pelo autor Paulo Freire a respeito das práticas pedagógicas que se fazem necessária à educação.
Nesta obra o autor faz menção ao comprometimento do professor com a educação, com sua prática educativa, com sua aproximação do aluno. Frisa também algo que acho de suma importância que o educador não pode descriminar seu aluno e sim manter um diálogo diário com ele possibilitando assim uma integração entre aluno e professor.
 Me identifico muito com essa leitura, sempre defendi que quem ensina também aprende ao ensinar, que meu aluno assim como precisa de mim eu também preciso dele para que de fato a educação aconteça.
Segundo o livro o ato de ensinar não é uma tarefa fácil exige ação, riscos, medos, superação, ensinar exige reflexão sobre a sua prática, pois ensinar não é apenas transmitir conhecimentos e sim promover momentos par que o conhecimento aconteça.

Enfim esta é uma obra bem completa, que todas as pessoas que optam pela carreira de magistério devem ler, devem fazer desse livro um manual didático, pois seu conteúdo é riquíssimo para dar suporte aos novos profissionais e também para enriquecer a metodologia de quem já esta no caminho a anos.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Pedagogia Relacional.

Pedagogia Relacional.
            Hoje em dia diversos educadores buscam promover as mais variadas metodologias para trazer aos seus alunos momentos de aprendizagem nas salas de aula. Cada educador tem um perfil próprio e usa metodologias conforme esse perfil.
            Eu procuro variar diariamente na tentativa de manter os meus alunos sempre motivados e em constante participação. Acredito que se a metodologia for diferenciada, as aulas não caem na rotina, não tornam-se cansativas e sem êxito.
            Fazendo a leitura do texto de Fernando Becker sobre modelos pedagógicos e epstemológicos e também assistindo ao vídeo, pude relacionar o meu método de trabalho com a pedagogia relacional, assim como relata no texto, também acredito que o aluno constrói o conhecimento a partir do momento em que ele interage com o meio buscando uma reflexão, uma significação sobre um objeto ou interação com o meio.
            Não há como realizar uma transmissão de conhecimento, então o professor utiliza-se de métodos ou metodologias globalizadas, oportunizando momentos de interação, de contato direto, de diálogos, com o intuito de seu aluno construir seu aprendizado e aprofundar suas capacidades, pois o conhecimento, segundo as palavras de Becker, é resultado de uma construção.
            O aluno vive neste processo de construção, segundo Piaget, desde a infância até a fase adulta ele passará por esse processo, ele é contínuo. Para facilitar esse processo, procuro proporcionar momentos de interação com meus alunos, um exemplo que posso dar foi quando neste primeiro trimestre do decorrente ano letivo, precisava trabalhar com eles conteúdos de história, geografia e ciências como a localização dos bairros, comunidades, tipos de zonas, tipos de paisagens, semana do município, entre outros. Então pensei, como iria desenvolver estes conteúdos sem que as aulas se tornassem cansativas e sem sentido algum? Então montei um projeto interdisciplinar, trabalhando os mesmos conteúdos em todas as disciplinas, porém não detive os alunos dentro da sala, se era pra falar do nosso município, então fomos a campo. Visitamos todos os bairros, conhecemos um pouco da realidade de alguns alunos, visitamos lugares importantes da nossa cidade, muitos deles nem sabiam o que era uma zona rural. E lá fomos nós, prestigiar uma festa local que acontece anualmente na zona rural de Cidreira, nosso município. Foi muito produtivo.
            E assim tenho procurado fazer, permitir que meus alunos participem do conteúdo e não que simplesmente recebam o conteúdo.     
            Nós professores temos que nos envolver nesse processo para promover um aumento na capacidade dos nossos alunos. O educador deve ir além da transmissão do conteúdo e desenvolver suas aulas afim de estigar a capacidade de seus alunos.
            Precisamos aprimorar nossas metodologias, na tentativa de formar alunos críticos, capazes de inovação, capazes de transformação.

            

Pedagogia relacional.

Pedagogia Relacional.
            Hoje em dia diversos educadores buscam promover as mais variadas metodologias para trazer aos seus alunos momentos de aprendizagem nas salas de aula. Cada educador tem um perfil próprio e usa metodologias conforme esse perfil.
            Eu procuro variar diariamente na tentativa de manter os meus alunos sempre motivados e em constante participação. Acredito que se a metodologia for diferenciada, as aulas não caem na rotina, não tornam-se cansativas e sem êxito.
            Fazendo a leitura do texto de Fernando Becker sobre modelos pedagógicos e epstemológicos e também assistindo ao vídeo, pude relacionar o meu método de trabalho com a pedagogia relacional, assim como relata no texto, também acredito que o aluno constrói o conhecimento a partir do momento em que ele interage com o meio buscando uma reflexão, uma significação sobre um objeto ou interação com o meio.
            Não há como realizar uma transmissão de conhecimento, então o professor utiliza-se de métodos ou metodologias globalizadas, oportunizando momentos de interação, de contato direto, de diálogos, com o intuito de seu aluno construir seu aprendizado e aprofundar suas capacidades, pois o conhecimento, segundo as palavras de Becker, é resultado de uma construção.
            O aluno vive neste processo de construção, segundo Piaget, desde a infância até a fase adulta ele passará por esse processo, ele é contínuo. Para facilitar esse processo, procuro proporcionar momentos de interação com meus alunos, um exemplo que posso dar foi quando neste primeiro trimestre do decorrente ano letivo, precisava trabalhar com eles conteúdos de história, geografia e ciências como a localização dos bairros, comunidades, tipos de zonas, tipos de paisagens, semana do município, entre outros. Então pensei, como iria desenvolver estes conteúdos sem que as aulas se tornassem cansativas e sem sentido algum? Então montei um projeto interdisciplinar, trabalhando os mesmos conteúdos em todas as disciplinas, porém não detive os alunos dentro da sala, se era pra falar do nosso município, então fomos a campo. Visitamos todos os bairros, conhecemos um pouco da realidade de alguns alunos, visitamos lugares importantes da nossa cidade, muitos deles nem sabiam o que era uma zona rural. E lá fomos nós, prestigiar uma festa local que acontece anualmente na zona rural de Cidreira, nosso município. Foi muito produtivo.
            E assim tenho procurado fazer, permitir que meus alunos participem do conteúdo e não que simplesmente recebam o conteúdo.     
            Nós professores temos que nos envolver nesse processo para promover um aumento na capacidade dos nossos alunos. O educador deve ir além da transmissão do conteúdo e desenvolver suas aulas afim de instigar a capacidade de seus alunos.
            Precisamos aprimorar nossas metodologias, na tentativa de formar alunos críticos, capazes de inovação, capazes de transformação.

            

terça-feira, 7 de abril de 2015

EXPECTATIVAS PARA O CURSO.

Confesso que no início do curso achei tudo muito vago, me impressionei quando o Prof. Credine nos disse que não seriamos avaliados com provas. Como assim? Falou-nos também que não teríamos um material didático para acompanharmos conteúdos. Achei tudo isso estranho. As coisas pioraram quando me deparei com a metodologia apresentada, tudo muito virtual, isso me incomoda. Mas fazer o quê? O jeito é ir se adaptando e fazer o melhor possível para dar continuidade neste processo de aprendizagem.
É isso ai, agora é ter foco e não pensar em desistir, aproveitar as oportunidades como se fossem únicas.

Elielda Martins.