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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

REFLEXÕES DE POSTAGENS 8

Reflexões de postagens 8

No dia 31 de outubro de 2015 realizei uma postagem bem interessante por título Comparativo entre leituras, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/10/comparativo-entre-leituras.html

Nesta postagem eu apontei de uma maneira bem clara os pontos em comum de cada leitura, eram textos da interdisciplina de história que traziam questões que hoje estamos vivenciando de uma foram um pouco diferente mas acredito que com objetivos semelhantes.
Os textos traziam questões a cerca de como se forjou as instituições de ensino e as problemáticas vividas na época para que se mantivesse uma educação de qualidade.
Hoje com milhares de instituições já constituídas, nos deparamos com mais uma luta em busca de melhorias na educação. 
A Base Nacional é um exemplo de que ainda se pensa na educação e tenta-se promover melhorias no âmbito educacional.
Mas é claro que toda essa introspectiva é maravilhosa, mas só irpa dar certo se houver empenho da parte dos profissionais envolvidos, se houver uma tomada de decisão coletiva na tentativa de abraçar essas mudanças e apostar em uma educação significativa.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 1

Reflexão de postagens 1

No dia 06 de dezembro de 2015 realizei uma postagem por título Manifesto da Educação, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/12/manifesto-da-educacao.html .

A postagem era uma cópia simplesmente de um poema da interdisciplina de História.
Refletindo sobre a postagem, percebi que ela não apresentou nenhuma espécie de conteúdo específico, não apresentei para que seria, ou por que me motivei escrever ela.
Hoje revisando as postagens do blog, ela me chamou a atenção pois apresenta característica comuns vivenciadas durante o meu estágio recém realizado. 
É impressionante que mesmo com o passar do tempo as questões educacionais não mudam, este texto publicado já ha algum tempo ainda apresenta profundas indignações que temos no dia a dia em sala de aula.
Quem sabe quando publiquei essa postagem não estava atenta a essa temática, talvez a permanência no curso tenha me feito pensar mais nas questões comuns, ver com outros olhos a educação e reivindicar mais por ela.

sábado, 29 de outubro de 2016

O tempo no espaço escolar

O tempo no espaço escolar.

Estava realizando algumas atividades de estudos sociais e me deparei com um artigo que trazia questões a cerca do tempo no espaço escolar.
O texto apontava diversas indagações e então comecei a refletir sobre algumas questões.
Realmente o tempo em que um aluno passa na sala de aula deve ser muito bem aproveitado, se for levado em conta a quantidade de conteúdos que se tem a trabalhar, talvez um educador inexperiente se assustaria e acharia que não daria conta, por outro lado alguns apontam que quatro horas por dia é massante.
E mais frente a tudo isso ainda temos que trabalhar o social, festividades, atender as necessidades dos alunos,... e nós professores que tempo temos para nós, para trocas de idéias, para apoio pedagógico...
Realmente a questão tempo é muito polêmica.
Ainda há a questão do tempo de ingresso da criança na escola e o seu tempo de permanência, há professores contestando que essa obrigatoriedade da lei é injusta ou até mesmo absurda.
Frente a todos estes expostos, eu não contrario nem concordo de tudo.
Mas uma vez torno a dizer que o diferencial esta naquele que atua diretamente com os alunos, se o educador estiver ciente de suas funções e atribuições ele irá desenvolver um trabalho gratificante ao aluno. Irá proporcionar momentos em que a aprendizagem ocorra mas sem encher o aluno de informações desnecessárias.
O diferencial está nas mãos do educador, compete a nós nos conscientizar de que é preciso promover uma mudança  e que essa mudança deve começar em nossas salas de aula, não devemos esperar que nos digam o que fazer, a iniciativa é nossa.

O tempo no espaço escolar

              

O tempo no espaço escolar.

                Esta semana estava realizando as atividades e me deparei com esta pergunta:
              Para o professor, na atualidade, o tempo de sala de aula deixa de ser aquele tempo  de cumprir com as obrigações e de realizar atividades que se destinam a preencher a carga horária? Sim ou não, porquê?
            Acredito que sim, hoje vejo na escola onde leciono uma grande mudança, em tempos em que eu era aluna, percebia a luta que era travada entre meus professores e o tempo para vencer aplicar todos os conteúdos dentro do ano letivo, hoje, estando do outro lado, como educadora, vejo que esta temática tem mudado e faço parte dessa mudança. Talvez essa mudança na visão de muitos educadores esteja acontecendo, devido o fato de que nós educadores estejamos buscando cada vez mais informações a cerca de como despertar o interesse do aluno e seu envolvimento nas aulas.

            É claro que a função de vencer os conteúdos ainda existe, mas na frente de tudo isso encontra-se professores mudando a forma como aplicam esses conteúdos, mudando suas metodologias, instigando seus alunos a refletirem sobre esses conteúdos absorvendo o que é necessário, e promovendo a total participação deles no ensino enriquecendo e enchendo de significados o tempo em que estão nas salas de aula.

Ver e olhar

Ver e olhar.
            Em uma atividade da interdisciplina de estudos sociais tive que desenvolver uma atividade que representasse situações de pertencer a comunidade escolar.
            Trouxe para esta atividade um vídeo que foi feito no dia em que a escola juntamente com a comunidade escolar estava festejando o dia da família.
            Trazendo este vídeo para a atividade de evidenciar a diferença entre o ver e o olhar, fiquei a pensar nessa questão e me reportei ao comportamento por vezes agressivo de um aluno meu do quarto ano em sala de aula e até mesmo no pátio com os monitores da escola. Muitas vezes me questionava do porquê de suas atitudes, mas nunca fui adiante, não busquei saber  o que se passava por trás de suas atitudes, simplesmente olhava a situação, não me detive em ver as causa, em refletir sobre seus atos.
            No dia da família, observando quem estava presente ou ausente na minha turma, percebi que o tal aluno estava num cantinho bem afastado com sua mãe, só então percebi e vi que sua mãe é cadeirante, estava naquele momento explícito o motivo do aluno agir agressivamente quando falavam de sua mãe, sua agressão era uma forma de proteção.
            Percebi com isso o quanto é importante a parceria entre escola e comunidade, em estar em contato com a vida dos alunos, muitas vezes na correria não vemos nosso aluno como realmente ele é, no meu caso ele não era agressivo e sim protetor de sua mãe, mas é necessário que nós educadores tenhamos essa visão e entendamos a diferença entre olhar e ver.

            A partir do momento que olhamos para o nosso aluno e vemos o que ele tem de importante e significativo e o levamos a interagir, estamos contribuindo para o seu futuro e enriquecendo o seu presente, refletir é a melhor forma de agir.

Memórias


Artigo de Elza Nadai sobre a história do ensino da história.

Memórias.

Desde sempre o estudo da história não é algo aparentemente querido pelos estudantes, isto se dá devido a forma como o estudo de história se apresentava ou ainda apresenta.
Durante séculos esse estudo era massante e sem significados, alunos se apropriavam da decoreba para atingir os objetivos traçados pelo educador.
Mas com o passar dos tempos observou-se que o ensino da história precisava de mudanças, de novos métodos de ensino, mas pouca coisa mudou, tudo ainda era muito lento, mas uma coisa era clara, a memória histórica se fazia importante, mas como trabalhar a história sem aulas monótonas?Mendes,41 aborda que     " sem memória não há estudo possível de história, pois que a história é a própria memória do que já se passou."
Foi então que se instituiu a necessidade de se reformular o ensino sob pena de não se realizar seus objetivos educativos. Defendeu-se a necessidade de os alunos adquirirem novos hábitos entre eles o raciocínio lógico e crítico, assim a memória sera uma indispensável ferramenta para o trabalho mental.
Atualmente ensinar história é também ensinar o seu método, ou seja, o conteúdo não pode ser trabalhado de forma isolada, deve-se ensinar menos quantidade e motivar os alunos a refletir. Alunos e professores são sujeitos da história, suas particularidades fazem parte da história e devem ser partilhadas no meio social escolar.
Mais uma vez aponto que está nas mãos dos educadores garantir essa transformação na educação  e nos métodos que levam os alunas ás aprendizagens.



domingo, 6 de dezembro de 2015

Manifesto da educação.

A educação que sonhamos.

Segundo Anísio Teixeira,
A Escola Pública é a máquina da democracia.
Estamos no século XXI
Onde se vê um caos na educação,
Professores desmotivados
Sendo humilhados sem direção...

Precisamos urgentemente
De uma reforma educacional
Qualificando professores,
Indo em busca justiça profissional.

Salário digno aos profissionais da educação
Para termos na escola pública
Uma escola de qualidade
E ser o orgulho da nação.

Precisamos que o Estado
Invista em turno integral
Capacitando jovens para o trabalho
Proporcionando formação profissional.

É Inadmissível presenciar
O jovem sendo excluído
Por falta de investimento
De um sistema falido.

As dificuldades na sala de aula
São inúmeras para citar
Falta de material, alunos agressivos
É o mínimo que temos que enfrentar

A instituição família está falida
E o que sobra para nossas crianças
Pais presos, mães ausentes
Quando existem nas suas vidas.


Muitas vezes temos que ocupar o lugar
De pai, mãe, avó ou tia
Mas como poderemos desamparar
Uma infância tão carente de amor hoje em dia.

O Estado tem seu dever social
Proporcionar uma educação de qualidade
Com isso temos a garantia
 De desenvolver no aluno sua dignidade.

A educação é o maior bem de um povo
E por ela devemos lutar
Inovar para melhor educar.
Palavras de Anísio Teixeira
Que não cansamos de relembrar.


sábado, 31 de outubro de 2015

Comparativo entre leituras.



Comparativo entre leituras:
A maquinaria escolar e (Des)encantos da modernidade pedagógica.



Com base na atividade proposta, tentarei fazer um comparativo entre as idéias obtidas no texto “Maquinaria escolar” e “(Des)encantos da modernidade pedagógica”.
# Os dois textos apontam uma visão de como foi se instalando as escolas no decorrer das décadas e séculos;
# Em maquinaria, apresenta o inicio de tudo e no texto de Clarisse já apresenta as modificações em busca de melhorias no que já foi criado;
# No primeiro texto sita-se a educação primitiva, de cunho familiar e religioso, no segundo aponta-se a educação como uma rede de ensino governada pelos municípios;
# Assim como no texto maquinaria trazia os processos ao qual a questão da escolarização passou ate ser propriamente definida, no texto (des)encantos também relata varias problemáticas que envolveram a estruturação das escolas;
# No principio a criança não era vista como tal, a educação era rígida, por vezes abusiva e nem sempre atingia a todas as classes. Na segunda leitura, a autora mostra um avanço, melhorias que difundiram com as teorias abusivas dando liberdade ao moderno;
# No texto maquinaria aborda a construção de um estatuto de infância que no segundo texto entra como um suporte que fez parte de uma das melhorias tão desejadas.
Essas comparações só fizeram enriquecer o nosso entendimento e reafirmar que o aluno desde a mais tenra idade da infância é dotado de capacidades e isso tem que ser respeitado e valorizado, cabendo a nos educadores estar cientes disso para promover momentos de integração e de aprendizagens com eles.



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Maquinaria escolar e a infância.

Desde sempre existe uma divisão de classes, e no caso da leitura realizada “ a máquina escolar”, isso ficou mais claro ainda, pois nela  já aborda desde os séculos passados essa divisão entre a infância de elite e as classes populares. Essa temática ficou para nós bem evidente.
            Para a construção da escola que temos hoje, fez-se necessário a contribuição de muitos fatores que foram desde o século XVI muito importantes para o processo de institucionalização da mesma, como exemplo cito a criação de um estatuto de infância, que até então nem era propriamente definida neste período, surgiu assim a necessidade de um espaço físico para atender ao ato de educar um numero “X” de crianças e adolescentes,  o aparecimento de especialistas em educação para lidar com a clientela que faria parte deste ambiente, houve modificações e fissuras nos métodos educativos vigentes na época e por fim as leis que vieram a institucionalizar tais ambientes educativos, nascendo assim a escola como sendo um ambiente destinado ao ato educacional.
            Partindo dessa premissa, após realizar a leitura do texto, percebi que neste período relatado, a criança era tida como um adulto em miniatura, ou seja, tudo nela parecia ser uma caricatura de um adulto, suas vestimentas, seu modo de agir e interagir na sociedade era um reflexo dos adultos a sua volta. Somente um século depois é que os meninos dessa época passam a vestir-se como tais e começam a freqüentar os ambientes destinados à educação, mas esse privilégio não é para todos, somente os meninos de classe superior é que tem direito ao estudo, os de classe inferior continuarão adultizados e só receberão tais benefícios em meados do século XIX e serão instruídos por instituições religiosas, neste caso jesuística, com isso percebe-se uma grande influência crista neste processo de construção da aprendizagem.
            Conforme fui lendo, vi que a criança não tinha outra escolha, tudo era impostamente rígido, e assim foi por muito tempo, por ser criança não tinham poder de escolha, muito menos de decisão, e com isso eram humilhados e por vezes explorados como trabalhadores, era comum ver nessa época o abuso no trabalho infantil nas classes pobres.
            Segundo as citações de Ariés, ele aborda no texto a figura do bebê como um objeto de diversão, posso assim dizer, para as classes altas. Não tendo muita importância para os mesmo.
            Hoje a realidade é dura, para muitas famílias eles continuam sem importância nenhuma, mas para outros sim. É comum os bebês ingressarem muito cedo nas escolas de educação infantil, devido a vários fatores, com isso a função da escola mudou.
            Anteriormente o foco dessas instituições era apenas o de mantenedoras, ou seja, cuidar do bebê ou criança enquanto a mãe ou família precisava ausentar-se, hoje essa situação é bem mais complexa, percebe-se que a criança é dependente do adulto, que precisa de um suporte familiar, com isso a função da escola passa a ter outras finalidades e maiores responsabilidades.
            A partir desse contexto, não há como promover educação sem que a instituição esteja ligada ao contexto social de cada aluno, pois infância é ao meu entendimento, uma etapa cheia de significados que deve ser observada e entendida para que não se perca nada do contexto da criança. Digo isso pois dentro de uma sala é possível observar varias realidades, totalmente distintas uma das outras, e digo, isso é muito bom, porem trabalhoso ao educador que esta na frente desse trabalho, pois devemos saber lidar com todas as possibilidades, intermediando e fazendo um balanço entre tudo para proporcionar às crianças sempre o melhor, tentando suprir o que falta, tentando amenizar os excessos, incentivando sempre uma integração entre a escola e o meio social para que a aprendizagem seja significativa e prazerosa.
            Os professores devem estar em constante formação no intuito de tentar suprir as necessidades de seus alunos, de se adequar a realidade que enfrentam nas salas de aula, pois muitas vezes se deparam com crianças totalmente desprovidadas de amor, carinho, atenção, ou então o oposto. Cabe a cada professor saber oportunizar a cada aluno desenvolver essas dificuldades de forma integradora atingindo a cada aluno no que é preciso.
            Por essas questões citadas e por muitas outras de grande importância, é que nas escolas a infância é muito valorizada, pois são pequenos seres em processo de formação, tão incapazes e indefesos na busca de um reconhecimento, de um significado, na busca de uma futura participação mais efetiva na sociedade. Com base nisso temos o ECA que apóia e embasa teoricamente esse reconhecimento da infância, como um individuo dotado de capacidades e também de direitos.


terça-feira, 20 de outubro de 2015

(Des)encantos da modernidade pedagógica.

Síntese reflexiva.

(Des)encantos da modernidade pedagógica.

O texto de Clarisse Nunes nos traz uma visão de como foi acontecendo, se instalando a escola desde a década de 10, 20 e 30.
Segundo a autora, à medida em que o tempo avançava, tudo sofria grotescas modificações, e com isso vinham os problemas. A partir desse momento as escolas não mais configuravam-se como cunho familiar e religioso, mas passavam a ser uma rede de ensino liderada pelo município.
O texto aborda várias problemáticas que envolveram a construção e estruturação posso assim dizer das novas escolas, mas com isso também foi introduzido o avanço, melhorias que vieram a difundir com teorias abusivas, dando liberdade ao moderno.

É claro que como em qualquer lugar ou época, o novo, algo que não é habitual, que meche com as estruturas, remete à rejeições, hoje isso não é diferente, o importante nisso tudo, sobre o meu entendimento, é que o processo não pode parar, educadores, mestres, autoridades competentes, todos, devemos estar sempre em busca de melhorias, de transformações,principalmente no que tange à educação.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Maquina escolar.

Maquina escolar.



            Desde sempre existe uma divisão de classes, e no caso da leitura realizada “ a máquina escolar”, isso ficou mais claro ainda, pois nela  já aborda desde os séculos passados essa divisão entre a infância de elite e as classes populares. Essa temática ficou para nós bem evidente.
               Para a construção da escola que temos hoje, fez-se necessário a contribuição de muitos fatores que foram desde o século XVI muito importantes para o processo de institucionalização da mesma, como exemplo citamos a criação de um estatuto de infância, que até então nem era propriamente definida neste período, surgiu a necessidade de um espaço físico para atender ao ato de educar um numero “X” de crianças e adolescentes,  o aparecimento de especialistas em educação para lidar com a clientela que faria parte deste ambiente, houve modificações e fissuras nos métodos educativos vigentes na época e por fim as leis que vieram a institucionalizar tais ambientes educativos, nascendo assim a escola como sendo um ambiente destinado ao ato educacional.
            Com o tempo o estado passa a ser responsável pela educação das crianças, juntamente com essa responsabilidade, nasce a escola publica e obrigatória. Nessa etapa o profissional da educação tem a função de transmitir o conhecimento no intuito de moldar as crianças com um sistema rígido, adestrando-as para desenvolverem algumas funções, daí surge no texto a titulação escola como “máquina”, como se estivesse produzindo em série mentes vazias, bem diferente de hoje, onde o espaço escolar oportuniza que o aprendiz tenha o direito de interagir com o educador, promovendo assim uma educação significativa e formando indivíduos críticos.
            Ainda hoje sabemos que apesar da escola estar mudando, de saber que as leis vieram para dar um suporte a mais nesse contexto escolar, não é de inteiro interesse do estado formar sujeitos críticos e pensantes, pois esse ato, conforme o medo de muitos, pode vir a mudar o cenário político que encontramos hoje em nosso pais.
            Diferente, mas tanto assim dos séculos anteriores, a partir do século XX, a escola tornou-se obrigatória para todos. Mas a pesar de ter se passado os séculos, ainda é possível observar na atualidade um grande desnível entre escolas públicas e particulares, é gritante a diferença de qualidade educacional entre elas, permanecendo ainda hoje vantagens e privilégios educacionais a quem é dotado de melhores condições.
             Falando em mudanças de como era a educação antigamente e hoje, creio que não há como dizer se era melhor antes ou agora, o fato está no educador, assim eu vejo esta questão, mediante o que é cobrado, exigido, em cada época, cabe ao educador promover um ensino de qualidade. Antes, se fosse tão ruim a educação, ninguém seria alfabetizado, e se hoje é tão bom como ainda tem crianças e adultos analfabetos? Aí está a questão importante, como estando desenvolvendo nossas aulas, será que etsamos atingindo realmente e eficazmente nosso aluno?