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quinta-feira, 20 de junho de 2019

REFLEXÃO DE POSTAGENS 4

REFLEXÃO DE POSTAGENS 4

No dia 17 de setembro de 2017 eu escrevi uma postagem por título Construção da ética e da moral, disponível em http://elielda2431.blogspot.com/2017/09/construcao-da-etica-e-da-moral.html
Na postagem eu refletia sobre sobre o papel do professor frente a construção da moral da criança.
É um papel muito importante o do professor, na época da postagem e hoje, possuo a mesma visão, de como é importante a atuação do professor frente a construção da moral do aluno.
Vivemos num mundo tão deturpado, com muitas inversões de valores, a sociedade onde nossos alunos estão inseridos é cada vez mais alarmante. O aluno passa um tempo significativo do seu dia dentro das escolas e a única referência positiva para muitos é professor.
Eu confesso que por vezes acho isso um fardo excessivo para o professor, mas como digo e já disse em muitas postagens, o professor que acredita na sua profissão, que se doa pelo que faz, não se importa com o quanto está se doando. Desenvolve seu papel sempre pensando no pleno desenvolvimento do aluno, não se preocupando com o quanto está se doando naquele momento em que está envolvido com o aluno.
Assim que eu vejo um bom professor, com essas características. É assim que tento ser um professor.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Conhecendo o contexto.


Conhecendo o contexto.
Mediante todas as leituras, posso afirmar que um educador deve estar em constante busca, ou seja, ele deve buscar entender a realidade que compõe a sua escola, qual o contexto social em que ela esta inserida, para assim poder com todas as suas atribuições interferir no processo educacional de seu aluno. De nada adianta trazer grandes teorias, se isto não fizer sentido ao aprendiz. Tendo essa visão cultural, o educador poderá interagir com seu aluno, promovendo uma educação mais significativa. Já dizia Freire, "que ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua produção ou construção." Então para que de fato isso aconteça, nada melhor que o professor esteja em constante formação buscando atender de melhor forma seus alunos conforme o que lhe é exigido no contexto atual.

Cultura

Cultura.

Quando ouvia falar em cultura, sempre me vinha a mente somente os costumes vindo dos antigos que passam de geração em geração. Hoje sei que a palavra cultura tem um significado bem mais amplo.
Ao fazer a leitura no texto referido na disciplina Escola Cultura e Sociedade, do autor Alfredo Bosi pude fazer uma relação bem significativa com o termo que ele traz à cultura. No texto mencionava cultura como sendo o cuidado com a terra, seu cultivo, ação de conduzir a plena realização das potencialidades da terra.
Após esse conceito, muitos outros foram dados a palavra cultura, mas creio que no nosso contexto atual, ela ainda abrange este conceito, pois ao invés de cultivar a terra, estamos cultivando a mente de nossos alunos, preparando-a para o pleno desenvolvimento de suas potencialidades ou capacidades mentais. Estamos cultivando em suas mentes ainda tão pequenas um futuro vasto de realizações, problematizações em todas as áreas do conhecimento.
Desde o momento que voltei a lecionar, procuro trabalhar de maneira que possa estar promovendo mudanças na forma com que meus alunos aprendem, procuro inseri-los no conteúdo para que a aprendizagem seja participativa e reflexiva. Isso tudo é muito bom. a turma que peguei esse ano, está bem mais ativa, participante e reflexiva em vista ao ano anterior, digo isso pois era auxiliar da titular no ano anterior e este ano eu sou a titular e tenho notado um grande avanço.


Contra-cultura





Contra-cultura.

De início estava muito confusa, não estava entendendo  o que seria uma contra-cultura, imaginava que fosse um grupo de rebeldes.
Diante da minha dúvida, fui pesquisar um pouco mais sobre o movimento bits que era mencionado na leitura. Percebi que o termo bits, era um grupo de literários que marcou época, formado por jovens intelectuais que estavam casados do modelo cultural estabelecido. Queriam sair daquela cultura certinha e se expressarem livremente, poder expressar sua visão de mundo intensamente, compulsivamente, formalmente. Seu movimento desencadeou até hoje muitos outros protestos. Acredito que naquela época, este movimento não era tão aceito pois eles tinham um perfil totalmente oposto aos parâmetros culturais da época.
Após ter essa noção, percebi que contra-cultura, não é algo errado, e sim uma forma de opinião, de não aceitação daquilo que é imposto pela maioria.
Não os julgo, cada um hoje tem o direito de seguir sua ideologia, formar suas próprias opiniões. Em qualquer situação alguém ou algum grupo tem que dar o ponta pé inicial e manifestar o seu protesto, pois o livre arbítrio existe.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Narradores de Javé e escrita.


Narradores de Javé e a escrita.

Já sabia que a escrita é uma ferramenta de grande importância para a humanidade, porém assistindo ao filme " Narradores de Javé ", pude ter uma visão mais significativa dessa importância.
No filme uma comunidade dependia de uma escritura cultural que desse algum valor para aquele lugar onde moravam na tentativa de impedir que tal fosse destruído.
Então eu penso, quão grande é a importância da escrita, ou seja, do que revela o que esta escrito, podendo influenciar em grandes decisões.
 Refleti a cerca desse assunto, trazendo em questão também que muitas coisas que foram registradas em tempos remotos,serviram de base para a construção da história, como fundamentação cultural, ai me veio a mente, se isso influencia até hoje, provavelmente, muito do que fizemos hoje e deixamos escrito, poderá servir de memória em tempos futuros, quem sabe até parte de uma nova cultura.
Achei tudo isso bem interessante, estou montando um projeto com meus alunos do quarto ano, embasado nas idéias que obtive através do filme mencionado a cima, onde os alunos deverão escrever uma espécie de diário, contando suas vivências mais significativas, o que gostam ou deixam de gostar, suas expectativas para o futuro, ... Espero que fique bem produtivo o trabalho e faça algum sentido para eles posteriormente, pois a ideia central deste trabalho, é que todo esse material produzido fique armazenado na escola e seja resgatado após alguns anos a combinar a data com eles.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Valorização da cultura.



Mudança.

Devemos repensar nosso papel como educadores. A educação muda constantemente e com isso devemos nos mobilizar na tentativa de acompanhar essas mudanças.
Fala-se muito em educação igualitária, mas julgo ser impossível, pois cada indivíduo carrega consigo uma bagagem cultural que da formação ao seu eu. Então como generalizar? Isso acaba por discriminar esses grupos, tornando-os seres invisíveis.
Fazendo a leitura do texto da disciplina Escola cultura e sociedade, vi que as ações coletivas tem lutado para mudar esse cenário, valorizando essas culturas, tentando trazer para o lado de cá como rotulam, porém com um contexto diferente, essas riquezas.
Um exemplo disso é a conquista que os coletivos tem conseguido como as cotas nas universidades.
Resgatar essas identidades culturais, poucos educadores o fazem. é mais fácil tirar o aluno do seu meio social do que interagir com ele.
Isso é lamentável, devemos fazer diferença com nossa história docente. Por isso busco informações e não me conformo em quantidade e sim em qualidade na aprendizagem, para que haja real significado e que o tempo escolar não seja inútil e sim produtivo.

Síntese I

Modernidade.

Muito se fala em modernidade, que as coisas estão mudando, inclusive a educação. Bem se sabe que a educação é amparada por lei e é direito de todos como diz a LDB e a Constituição Federal.
O fato é que as ações culturais influenciam muito nesse processo de educação. Assistindo ao filme quanto vale ou é por quilo, deu para fazer uma relação clara deste contexto, pois fala-se em modernidade, mas o Brasil ainda vive um reflexo dos tempos coloniais.
Uma cena marcante, que traz essa comparação para os dias atuais, é a que mostra os negros presos nos navios, que diferença tem das selas dos presídios de hoje em dia? E mais, o mesmo preconceito que havia em tempos anteriores, hoje é cada vez pior, pois as pessoas tentam esconder algo que é explícito ao olhar.
Infelizmente peca-se muito, voltando a falar em educação, pois as políticas públicas não beneficiam a educação como ela merece, nos iludimos com promessas que nunca saem do papel.
Muitos indivíduos tentam fazer diferença, mas em um determinado ponto, vêem-se sozinhos na caminhada e acabam por desistir de lutar.
O filme mostrou em suas várias cenas, um pouco do que ainda vivenciamos hoje.
Então perguntamos, se as políticas públicas não mudaram, se a cultura continua a mesma, como falar em modernidade e pós modernidade? De que adianta tudo isso se o contexto social muitas vezes não permite o educador de agir como se espera a pós modernidade, ainda há muita desigualdade, até mesmo no acesso à essa novas informações.
Como educadoras acreditamos que é na escola que tudo se fará novo. É aqui o lugar propício para a troca de saberes, para o exercício da reflexão e da cidadania. Porém para que haja esse tipo de escola , é preciso haver grandes mudanças, muitas escolas ainda estão habituadas à métodos tradicionais, assim como o Brasil precisa se libertar dos reflexos do período colonial. Precisamos nos libertar da educação bancária e partir em busca de uma educação igualitária, que faça diferença no contexto em que o aluno está inserido.
Falando  modernidade, muito tem que ser revisto, pois os métodos adotados, já estão ultrapassados em relação ao que se espera para a então pós modernidade. Muito ainda tem que ser feito em prol dessa tão desejada mudança. Muito ainda tem que ser revisto e discutido para que a educação possa ser universalizada e venha fazer real diferença na vida dos alunos fora do seu contexto escolar.
O que deve ser feito é cada educador atualizar-se na tentativa de resgatar a auto estima de seus alunos e promover uma interação que leve sua turma a desenvolver um padrão educacional satisfatório.
 É o que temos feito, nós educadores do século XXI estamos retornando ás salas de aula, na tentativa de buscar novos métodos que promovam uma educação para diversidade.


terça-feira, 21 de abril de 2015

Introdução à cultura.

Hoje enquanto lia algumas leituras complementares, uma frase me chamou atenção, não consegui ver quem era o autor dela, mas achei ela fundamental e bem significativa. Diz assim:
" A família é quem introduz o indivíduo no mundo da cultura, as crianças são socializadas muito antes de entrarem na escola. "
Fiquei pensando nessa afirmação, e percebi que esta é uma grande realidade, porém só para nós como comunidade escolar, pois os pais não estão conscientizados dessa responsabilidade, e diariamente, posso dizer isso pois vivencio na minha escola essa experiência, esses pais nos abordam dizendo que seus filhos estão na escola para serem educados. 
Rogo em dizer que educação vem de berço, a escola é ambiente de aprendizagem.
Sem contar quando os abordamos relatando algum fato ocorrido, e eles tem a capacidade de nos dizer que não sabiam que seus filhos agem dessa forma.
Triste realidade, pensar que há pais que se abdicam do dever de encaminhar seus filhos num caminho correto, deixando a responsabilidade para as comunidades escolares.