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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Valorização da cultura.



Mudança.

Devemos repensar nosso papel como educadores. A educação muda constantemente e com isso devemos nos mobilizar na tentativa de acompanhar essas mudanças.
Fala-se muito em educação igualitária, mas julgo ser impossível, pois cada indivíduo carrega consigo uma bagagem cultural que da formação ao seu eu. Então como generalizar? Isso acaba por discriminar esses grupos, tornando-os seres invisíveis.
Fazendo a leitura do texto da disciplina Escola cultura e sociedade, vi que as ações coletivas tem lutado para mudar esse cenário, valorizando essas culturas, tentando trazer para o lado de cá como rotulam, porém com um contexto diferente, essas riquezas.
Um exemplo disso é a conquista que os coletivos tem conseguido como as cotas nas universidades.
Resgatar essas identidades culturais, poucos educadores o fazem. é mais fácil tirar o aluno do seu meio social do que interagir com ele.
Isso é lamentável, devemos fazer diferença com nossa história docente. Por isso busco informações e não me conformo em quantidade e sim em qualidade na aprendizagem, para que haja real significado e que o tempo escolar não seja inútil e sim produtivo.

Síntese I

Modernidade.

Muito se fala em modernidade, que as coisas estão mudando, inclusive a educação. Bem se sabe que a educação é amparada por lei e é direito de todos como diz a LDB e a Constituição Federal.
O fato é que as ações culturais influenciam muito nesse processo de educação. Assistindo ao filme quanto vale ou é por quilo, deu para fazer uma relação clara deste contexto, pois fala-se em modernidade, mas o Brasil ainda vive um reflexo dos tempos coloniais.
Uma cena marcante, que traz essa comparação para os dias atuais, é a que mostra os negros presos nos navios, que diferença tem das selas dos presídios de hoje em dia? E mais, o mesmo preconceito que havia em tempos anteriores, hoje é cada vez pior, pois as pessoas tentam esconder algo que é explícito ao olhar.
Infelizmente peca-se muito, voltando a falar em educação, pois as políticas públicas não beneficiam a educação como ela merece, nos iludimos com promessas que nunca saem do papel.
Muitos indivíduos tentam fazer diferença, mas em um determinado ponto, vêem-se sozinhos na caminhada e acabam por desistir de lutar.
O filme mostrou em suas várias cenas, um pouco do que ainda vivenciamos hoje.
Então perguntamos, se as políticas públicas não mudaram, se a cultura continua a mesma, como falar em modernidade e pós modernidade? De que adianta tudo isso se o contexto social muitas vezes não permite o educador de agir como se espera a pós modernidade, ainda há muita desigualdade, até mesmo no acesso à essa novas informações.
Como educadoras acreditamos que é na escola que tudo se fará novo. É aqui o lugar propício para a troca de saberes, para o exercício da reflexão e da cidadania. Porém para que haja esse tipo de escola , é preciso haver grandes mudanças, muitas escolas ainda estão habituadas à métodos tradicionais, assim como o Brasil precisa se libertar dos reflexos do período colonial. Precisamos nos libertar da educação bancária e partir em busca de uma educação igualitária, que faça diferença no contexto em que o aluno está inserido.
Falando  modernidade, muito tem que ser revisto, pois os métodos adotados, já estão ultrapassados em relação ao que se espera para a então pós modernidade. Muito ainda tem que ser feito em prol dessa tão desejada mudança. Muito ainda tem que ser revisto e discutido para que a educação possa ser universalizada e venha fazer real diferença na vida dos alunos fora do seu contexto escolar.
O que deve ser feito é cada educador atualizar-se na tentativa de resgatar a auto estima de seus alunos e promover uma interação que leve sua turma a desenvolver um padrão educacional satisfatório.
 É o que temos feito, nós educadores do século XXI estamos retornando ás salas de aula, na tentativa de buscar novos métodos que promovam uma educação para diversidade.