quinta-feira, 2 de julho de 2015

Refletindo ações.

Refletindo as ações.

 A respeito de corporeidade, continuo relatando que este conceito refere-se as ações de cada indivíduo e não ao esquema corporal, ou seja, matéria física.
Com base neste argumento, faço menção ao poder que temos de influenciar nossas ações através de nosso cérebro e mente, pois ambos trabalham em conjunto um influenciando e dando suporte ao outro
Desta forma, através do que li na interdisciplina Corporeidade e fazendo interferências com o filme assistido, neste caso “Gênio indomável”, pude perceber que para de fato a educação aconteça é necessário haver um envolvimento afetivo, é preciso haver uma desestabilização.
Uma frase no texto me chamou atenção pois dizia que: “ ... é preciso desacomodar os alunos dos seus territórios, das suas certezas, e com essa inquietude produzir movimentos de construção de aprendizagem.” Com isso, acredito que o educador deve instigar o aluno a sair da zona de conforto e atuar nesse processo educativo, para isso, o educador deve se envolver junto nessa trama de aprendizagens.
Cada individuo possui um potencial muito grande, nosso cérebro é grande em possibilidades, muitas vezes podemos ser gênios, possuidores de uma inteligência impar, mas como no filme que mencionei, não adianta eu ter esse potencial e não querer usufruir dele.

Mediante o exposto, nós educadores devemos trabalhar todo esse potencial de nossos alunos, tendo em vista proporcionar momentos de reflexão. Não possuímos uma inteligência artificial, somos dotados de sentimentos e emoções, e neste contexto de corporeidade, é preciso se munir desses sentimento para mobilizar nossos alunos, fazendo com que eles coloquem-se em movimento, queiram fazer diferença, queiram participar da construção de suas vivências.

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