Refletindo as ações.
A respeito
de corporeidade, continuo relatando que este conceito refere-se as ações de
cada indivíduo e não ao esquema corporal, ou seja, matéria física.
Com base neste argumento, faço menção ao poder que temos de
influenciar nossas ações através de nosso cérebro e mente, pois ambos trabalham
em conjunto um influenciando e dando suporte ao outro
Desta forma, através do que li na interdisciplina Corporeidade e fazendo interferências com o
filme assistido, neste caso “Gênio indomável”, pude perceber que para de fato a
educação aconteça é necessário haver um envolvimento afetivo, é preciso haver
uma desestabilização.
Uma frase no texto me chamou atenção pois dizia que: “ ... é
preciso desacomodar os alunos dos seus territórios, das suas certezas, e com
essa inquietude produzir movimentos de construção de aprendizagem.” Com isso,
acredito que o educador deve instigar o aluno a sair da zona de conforto e
atuar nesse processo educativo, para isso, o educador deve se envolver junto
nessa trama de aprendizagens.
Cada individuo possui um potencial muito grande, nosso cérebro é
grande em possibilidades, muitas vezes podemos ser gênios, possuidores de uma
inteligência impar, mas como no filme que mencionei, não adianta eu ter esse
potencial e não querer usufruir dele.
Mediante o exposto, nós educadores devemos trabalhar todo esse
potencial de nossos alunos, tendo em vista proporcionar momentos de reflexão.
Não possuímos uma inteligência artificial, somos dotados de sentimentos e
emoções, e neste contexto de corporeidade, é preciso se munir desses sentimento
para mobilizar nossos alunos, fazendo com que eles coloquem-se em movimento,
queiram fazer diferença, queiram participar da construção de suas vivências.
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