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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Interferências com o meio.

Interferências com o meio.

Mediante a tudo que tenho lido, pude refletir a respeito da relação entre corporeidade e a educação.
Quando falo em corporeidade, imaginamos estar falando em corpo físico, matéria,mas não, este conceito de corporeidade refere-se a uma linguagem reflexiva do que cada indivíduo é e a forma com que ele relaciona-se com o meio.
A corporeidade então destaca-se como uma teia de acontecimentos, vivências, interações, que nos permitem estar ativos. Em outras palavras, corporeidade é a atuação do cérebro e da mente com tudo que cerca o indivíduo.
Com este exposto, trago em questão o poder que temos através das ações do cérebro e da mente em nos envolver, na capacidade que cada um tem em se manifestar. Com isso fica evidente que cada indivíduo reage e se manifesta de formas diferentes devido a maneira com que cada um interpreta e socializa aquilo que a mente capta.
Com todas essas argumentações, é evidente que no contexto escolar, dentro das salas de aula esse processo também ocorre. Cabe ao profissional da área munir-se dessas capacidades para promover ações que instiguem o processo educacional.
É certo que cada aluno manifesta-se de maneiras diferentes, possuem visões diferentes e também muitas vezes não valorizam suas próprias potencialidades, e é aqui que entra a atuação do educador, servindo como um mediador dotado de sentimentos e intervenções, visando resgatar e desenvolver de forma interativa as potencialidades que cada aluno tem, pois sabemos que todos o possuem, basta apenas exercitá-las.
Este contexto é difícil eu sei, como educadora, tento diariamente sair da zona de conforto, partindo em busca de desenvolver metodologias que levem o aluno a refletir, a construir uma aprendizagem significativa.

Mesmo diante de todas as dificuldades enfrentadas, de todas as exigências que o educador recebe que interferem no seu fazer profissional, estes educadores não podem usar como justificativas esses pressupostos para abandonar o ato de reflexão e de interação, deixando de lado a realização de metodologias diferenciadas e principalmente deixando de promover a participação no processo de ensino aprendizagem.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Condições para existência

A essência do homem é o conjunto das relações sociais, com isso fica claro que o homem produz sua própria existência, e é pela corporeidade que ele realiza esse processo, fazendo do mundo a extensão de suas experiências.

Através dessas vivências, o homem vai refletindo e ressignificando suas ações, ou seja, a partir do momento em que ele vai vivenciando suas ações ele vai absorvendo aquilo que é necessário e significante e descartando aquilo que não será produtivo, formando assim sua condição humana de ser ativo, pensante e reflexivo.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Refletindo ações.

Refletindo as ações.

 A respeito de corporeidade, continuo relatando que este conceito refere-se as ações de cada indivíduo e não ao esquema corporal, ou seja, matéria física.
Com base neste argumento, faço menção ao poder que temos de influenciar nossas ações através de nosso cérebro e mente, pois ambos trabalham em conjunto um influenciando e dando suporte ao outro
Desta forma, através do que li na interdisciplina Corporeidade e fazendo interferências com o filme assistido, neste caso “Gênio indomável”, pude perceber que para de fato a educação aconteça é necessário haver um envolvimento afetivo, é preciso haver uma desestabilização.
Uma frase no texto me chamou atenção pois dizia que: “ ... é preciso desacomodar os alunos dos seus territórios, das suas certezas, e com essa inquietude produzir movimentos de construção de aprendizagem.” Com isso, acredito que o educador deve instigar o aluno a sair da zona de conforto e atuar nesse processo educativo, para isso, o educador deve se envolver junto nessa trama de aprendizagens.
Cada individuo possui um potencial muito grande, nosso cérebro é grande em possibilidades, muitas vezes podemos ser gênios, possuidores de uma inteligência impar, mas como no filme que mencionei, não adianta eu ter esse potencial e não querer usufruir dele.

Mediante o exposto, nós educadores devemos trabalhar todo esse potencial de nossos alunos, tendo em vista proporcionar momentos de reflexão. Não possuímos uma inteligência artificial, somos dotados de sentimentos e emoções, e neste contexto de corporeidade, é preciso se munir desses sentimento para mobilizar nossos alunos, fazendo com que eles coloquem-se em movimento, queiram fazer diferença, queiram participar da construção de suas vivências.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Cérebro e mente.





Relação cérebro e mente.
            Em uma leitura realizada, li uma frase que dizia assim “... cada indivíduo constrói sua imagem corporal. E esta imagem pode ou não corresponder à sua realidade concreta...”. Percebo que cada indivíduo é aquilo que imagina ser.
            Partindo dessa premissa, percebo que a corporeidade, não trata-se simplesmente de algo apenas corporal, e sim de uma linguagem reflexiva do que cada um tenta ser.
            Mediante este contexto, faço uma reflexão dessa linguagem com o poder que temos de tomar decisões, ai fica a dúvida, a quem pertence esse processo reflexivo, ao cérebro ou a mente?
            Fazendo algumas leituras, aprendi que os dois estão inter relacionados, um influencia o outro mutuamente.
            E é neste processo entre cérebro e mente que está uma questão de suma importância, o desenvolvimento de ambos no decorrer da trajetória humana, que está condicionado não só pelo meio em que estamos inseridos, mas também pelas experiências que temos.
            Um exemplo é o caso daquelas crianças que foram criadas na selva, o seu cérebro desenvolveu-se conforme o meio e que estavam inseridas, suas limitações e amplitudes dependiam da forma como foram estimuladas. Nós já possuímos uma condição diferenciada por termos a oportunidade de exercitar nossa mente condizente ao nosso meio.

            Voltando ao que relatei no início, dependendo da forma como exercito minha mente, vou poder influenciar ou não no meio em que vivo, o poder de decisão estará sempre em minhas mãos, basta fazer um bom ou mau uso delas.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Corporeidade

A corporeidade como conceito diferenciado nas interações e aprendizagens no cotidiano.

“Cada indivíduo constrói sua própria imagem corporal. E esta imagem pode corresponder ou não à sua realidade concreta e imediata. Se as percepções que os indivíduos constroem a respeito de si correspondem à realidade das reações que se apresentam com o mundo, tem-se então um ser humano consciente de si e do meio que o cerca com um potencial de atuação, intervenção no seu meio e exercício da cidadania. Esta é uma dimensão que nos conduz a um rico campo de possibilidades.”
Este exposto a cima é uma pequena parte da leitura realizada, que me chamou muita a atenção. Partindo para a área educacional, percebo que a corporeidade não trata- se somente da inclusão de atividades corporais nas rotinas no processo de aprendizagem, ou até mesmo no dia a dia comum das pessoas, mas trata-se de uma reflexão filosófica em que a linguagem resignifica tal ação, digo que o corpo pode se expressar de várias formas não necessitando do uso da fala para tal. Neste contexto cabe aqui ao educador estar atento à essas expressões em seus aluno para que o processo educacional sejamais produtivo.
Acredito que o professor deve utilizar-se deste conceito de corporeidade para instigar seus alunos ao ato de reflexão. De acordo com SANTIN, a corporeidade é uma condição humana é o modo de ser do homem, então dentro deste contexto há muitas maneiras de refletir sobre nossa condição, sobre o que queremos e esperamos de nós mesmos.


Na reflexão de PONTY, se pode encontrar referências à corporeidade como uma trama interdisciplinar, então torno a dizer, que temos um vasto campo de investigações pela frente, pronto para ser explorado e resignificado. Basta sabermos fazer bom uso daquilo que temos e partir em busca de novas possibilidades.

Inteligência artificial



Inteligência artificial.

Brinquedo sensorial, com circuitos sensoriais inteligentes.
Utilizando métodos diversos, o professor quer projetar um robô que seja capaz de amar. Um robô filho cujo amor jamais possa acabar. Um bobô que seja capaz de sonhar.
O empasse: será que um humano seria capaz de amar um robô? Seria esta uma questão de moralidade?  Pessoas amando robôs X robôs amando pessoas. Seria esta criação um brinquedo ?
Me vem a dúvida, se ele é capaz de amar, seria capaz de odiar também? Se tem amor, sentiria outros sentimentos como vergonha, tristeza, ciúmes, raiva....E se este projeto der defeito, tem como voltar a traz e esquecer uma relação que já foi construída?
Toda essa artificialidade que se mistura com a realidade, e sabemos que não está num futuro tão distante de nós, não contradiz as leis de Deus, a própria criação ou existência da mesma?
O que sente a pessoa que produz esse tipo de robô, que estaria produzindo uma vida? Será que tem capacidade para tal façanha?
Até que ponto os homens podem interferir nesse processo de criação?
Seria esta uma atitude correta, ou não?
Penso que o próprio homem é capaz de preservar a vida humana, não sendo necessário a criação desse tipo de tecnologia, que vem por dar fim na existência humana. Somos responsáveis por tudo que praticamos, somos responsáveis por nossas escolhas.