sexta-feira, 5 de junho de 2015

Inteligência artificial



Inteligência artificial.

Brinquedo sensorial, com circuitos sensoriais inteligentes.
Utilizando métodos diversos, o professor quer projetar um robô que seja capaz de amar. Um robô filho cujo amor jamais possa acabar. Um bobô que seja capaz de sonhar.
O empasse: será que um humano seria capaz de amar um robô? Seria esta uma questão de moralidade?  Pessoas amando robôs X robôs amando pessoas. Seria esta criação um brinquedo ?
Me vem a dúvida, se ele é capaz de amar, seria capaz de odiar também? Se tem amor, sentiria outros sentimentos como vergonha, tristeza, ciúmes, raiva....E se este projeto der defeito, tem como voltar a traz e esquecer uma relação que já foi construída?
Toda essa artificialidade que se mistura com a realidade, e sabemos que não está num futuro tão distante de nós, não contradiz as leis de Deus, a própria criação ou existência da mesma?
O que sente a pessoa que produz esse tipo de robô, que estaria produzindo uma vida? Será que tem capacidade para tal façanha?
Até que ponto os homens podem interferir nesse processo de criação?
Seria esta uma atitude correta, ou não?
Penso que o próprio homem é capaz de preservar a vida humana, não sendo necessário a criação desse tipo de tecnologia, que vem por dar fim na existência humana. Somos responsáveis por tudo que praticamos, somos responsáveis por nossas escolhas.

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