quinta-feira, 24 de setembro de 2015

História docente.




Este vídeo mostra de uma maneira bem simples a minha história docente, como foi o meu processo para forjar-me uma professora.





Com a atividade do vídeo, onde tivemos que relatar como nos forjamos professores, pude observar que até mesmo para realizar esta atividade, tive que recorrer à memória para desenvolver o que era proposto.
No momento que li o texto " Memórias e identidades" . relacionei que a minha decisão em ser uma educadora se deu devido à momentos que foram guardados na minha mente e que por algumas vezes vieram ao consciente em forma de memórias e que acabaram aos poucos influenciando as minhas decisões.
É impressionante como tudo se inter relaciona, como tudo acontece sem que tenhamos explicações teóricas no momento mas que agora através dos estudos realizados vão ficando mais claros e melhor entendidos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Infância na mídia.



Como você que lê este texto acha que as mídias deveriam retratar a infância?

Pesquisando sobre a infância na internet, me deparei com uma publicação da revista Vogue Kids que realizava um ensaio fotográfico “adultizado”, acho que posso assim dizer. Mostrava fotos de crianças com roupas vulgares. Achei isso fora dos padrões, pois acredito seja algo cruel antecipar atitudes adultas em criança. A infância deve ser vivida como a melhor fase, e nela a criança deve agir como criança, e não ser um adulto em miniatura. O comércio se aproveita disso para obter lucros em suas vendas, e os pais sem noção, estão roubando de seus filhos o direito de ser criança ao adquirir vestimentas desse estilo. Pra mim criança deve vestir-se confortavelmente e não atendendo às tendências de mercado oferecida pela mídia. É muito triste ver hoje em dia essa desvalorização da infância.
Me recordo que jogar taco era uma brincadeira que eu adorava no meu tempo de infância, trago comigo as melhores recordações desse tempo. Quando nasceu minha filha, ja nessa nova geração de internautas e tudo mais, tive medo que a mídia fosse influenciá-la. É claro que não a abstive de ter contato com tais tecnologias, mas fiz o possível para estar sempre proporcionando uma direção sadia á ela. Hoje quando a vejo com 12 anos, jogando taco e se divertindo na rua com a criançada, vivendo sua infância descomprometidamente, sinto-me aliviada, por saber que fiz a diferença ao menos na vida da minha filha.
A mídia traz modelos e exemplos que deseducam, geram ansiedade e insegurança, e como prova do que digo, basta prestarmos um pouco mais de atenção em como estão se comportando as crianças atualmente.
Acredito que está nas mão dos pais reverter essa situação lastimável em que nos encontramos. Busquem oferecer aos filhos uma infância sadia, condizente com a sua faixa etária e não produzir reflexos de adultos, privando-os de se sentirem crianças.
Vamos tentar fazer a diferença, pode ser que dê certo pois infância é tempo de descobertas, de fantasias e principalmente de liberdade.   

                          

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Aumentando os conhecimentos

Aumentando os conhecimentos.

Como é impressionante a vida do ser humano, mesmo sem querer, ou sem esperarmos, somos movidos por nossas decisões. Essas decisões muitas vezes são tomadas no impulso, na hora da emoção, movidos pela emoção. Outras vezes usamos a razão e as coisas tornam-se mais simples, ou até não. O que me chama a atenção é que tudo isso é ocasionado pela nossas decisões e que agora percebo que tudo isso é movido pelo ID, EGO e SUPEREGO.  Venho dizer que os mistérios da nossa mente são realmente impressionantes, cheios de caminhos de idas e vindas um relacionado com o outro. Como digo, vivendo e aprendendo.



Grilo falante.






Por algumas vezes, não dei ouvidos ao meu grilo falante, ou seja ao meu superego. Me deixei levar pelos desejos do id, mesmo o meu ego estando ciente das consequências. Acredito que todos agem dessa maneira em muitos momentos de suas vidas. Posso citar um exemplo bem comum que já aconteceu comigo, vi na propaganda da televisão o anuncio de um sapato novo, muita gente já estava usando tal modelo, e eu impulsionada pelo id, quis comprar o produto de qualquer maneira. Sabia que minhas condições financeiras iriam ficar feias efetuando essa compra, o meu ego sabia bem disso, mas mesmo assim insistia na ideia. Logo após fui movida pelo meu superego e o arrependimento veio à tona, percebi que não havia necessidade de efetuar tal compra, comecei a perceber que o sapato não fazia o meu estilo, não combinaria com minhas roupas e muito menos com meu estilo. Ainda bem que dei ouvidos ao meu grilo falante ( superego ).

Eu já sabia.....

Após realizar as leituras pude observar que por várias vezes me deparo vivenciando cenas comuns do dia a dia como se já as tivesse vivenciado anteriormente. A sensação é bem nítida quanto tal cena vai acontecer lembro-me ate das palavras que possivelmente foram ditas. Com a leitura pude ver que tais fatos podem ou não ter acontecido, podem ser imagens que ficaram esquecidas no inconsciente ou ate mesmo projeções. O fato é que achei bem interessante a questão do nosso inconsciente. è algo que preciso aprofundar mais para entender melhor.


segunda-feira, 24 de agosto de 2015





No inicio da construção do workshop surgiram grandes duvidas a respeito do que escrever, como redigir um texto extenso com as ideias tão confusas, de que forma iriamos passar para o papel tudo aquilo que estava fervendo em nossas mentes?  Que palavras usaríamos, será que as concordâncias  estavam empregadas corretamente? Como escrever tantas páginas, será que nossas aprendizagens foram suficientes para desenvolver o texto? As duvidas foram as mesma s para todas nós, que com certo temor concluímos o texto.
Partindo para a elaboração dos slldes, surgiu a angustia, o que colocar nos slides? Como foi tudo muito amplo sem muitas restrições, surgiu o medo de estar poluindo visualmente nosso trabalho, enchendo os slides de informação, e também na tentativa de suprimir, parecia estar faltando conteúdo. Foi complicado essa situação.
Mas o pior ainda estava por vir, falar durante dez minutos na apresentação, isso foi uma tortura inicial, mas enquanto apresentáva-mos vimos que nossos potenciais eram maiores do que esperávamos e que a síntese das aprendizagens foram tão significativas que os tão temerosos dez minutos não foram suficiente para explanarmos tudo que objetivamos para essa apresentação.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pedagogia da autonomia





Pedagogia da autonomia.

O livro aborda uma temática muito relevante. A leitura nos remete propostas citadas pelo autor Paulo Freire a respeito das práticas pedagógicas que se fazem necessária à educação.
Nesta obra o autor faz menção ao comprometimento do professor com a educação, com sua prática educativa, com sua aproximação do aluno. Frisa também algo que acho de suma importância que o educador não pode descriminar seu aluno e sim manter um diálogo diário com ele possibilitando assim uma integração entre aluno e professor.
 Me identifico muito com essa leitura, sempre defendi que quem ensina também aprende ao ensinar, que meu aluno assim como precisa de mim eu também preciso dele para que de fato a educação aconteça.
Segundo o livro o ato de ensinar não é uma tarefa fácil exige ação, riscos, medos, superação, ensinar exige reflexão sobre a sua prática, pois ensinar não é apenas transmitir conhecimentos e sim promover momentos par que o conhecimento aconteça.

Enfim esta é uma obra bem completa, que todas as pessoas que optam pela carreira de magistério devem ler, devem fazer desse livro um manual didático, pois seu conteúdo é riquíssimo para dar suporte aos novos profissionais e também para enriquecer a metodologia de quem já esta no caminho a anos.