Refletindo sobre a contemporaneidade.
Estava vendo o vídeo disponibilizado na interdisciplina Organização e gestão da educação, quando as palavras do sociólogo Zygmunt Bauman começaram a fazer-me refletir sobre muitos assuntos inclusive sobre a educação de hoje e os significados que ela tem.
Na visão do sociólogo e no meu entendimento também, as coisas não acontecem mais como antes, houve em todos os requisitos assim posso dizer, uma liquidez, as coisas mudam constantemente, e com isso observa-se uma desordem.
Segundo as palavras do sociólogo, isso deve-se ao fato de não sabermos lidar com a quantidade de informações que nos é oferecida, ele até usa a frase: " estamos nos afogando em informações e sedentos por sabedoria." Processar todas essas informações e converter em sabedoria e conhecimento é o que está fazendo falta. Desde sempre essa busca por conhecimento e sabedoria permeia, mas nunca conseguiu-se extinguir as diferenças, não consegue-se entender o porquê de tantos acontecimentos sociais. Nessa falta de limites, a sociedade vive o capitalismo e com isso muda a situação da sociedade que de aparentemente estável , declina rigorosamente.
Mas agora eu questiono, de quem é a culpa dessa triste realidade, não só aqui no Brasil? Sabemos que a política pode e deve auxiliar nesse contexto, mas muitos não são confiáveis, os últimos acontecimentos provam essa questão, sim é a sociedade que vota, que escolhe, que coloca-os no poder, mas como saber em quem estamos realmente votando? É possível ter essa resposta? Saber da honestidade do ser humano antes de ele se mostrar quem realmente é, de mostrar sua falta de comprometimento?
Essa é uma questão verdadeiramente polêmica, mas que tem que ser revista.
Mas aí você que esta lendo este texto vai dizer, mas eu me interessei por essa leitura pois abordava alguma coisa a respeito da educação, infelizmente a educação não esta de fora dessa realidade ao qual tenho relatado. Me preocupo muito com o futuro da sociedade e acredito que é dentro das salas de aula que parte da mudança tão desejada nas sociedades possa começar a acontecer.
Vendo essa desordem em que se encontra a contemporaneidade, eu enquanto educadora preciso fazer algo, mesmo que muito pouco, na tentativa de reverter essa situação. É possível com simples metodologias e bons projetos instigar nossos alunos a serem pensantes, a refletir no mundo que vivem. Somos capazes de promover momentos em que eles participem da construção da mudança. Esse é o nosso papel, formar cidadãos críticos, realistas e não conformados. É por isso que temos que lutar e insistir.
Na visão do sociólogo e no meu entendimento também, as coisas não acontecem mais como antes, houve em todos os requisitos assim posso dizer, uma liquidez, as coisas mudam constantemente, e com isso observa-se uma desordem.
Segundo as palavras do sociólogo, isso deve-se ao fato de não sabermos lidar com a quantidade de informações que nos é oferecida, ele até usa a frase: " estamos nos afogando em informações e sedentos por sabedoria." Processar todas essas informações e converter em sabedoria e conhecimento é o que está fazendo falta. Desde sempre essa busca por conhecimento e sabedoria permeia, mas nunca conseguiu-se extinguir as diferenças, não consegue-se entender o porquê de tantos acontecimentos sociais. Nessa falta de limites, a sociedade vive o capitalismo e com isso muda a situação da sociedade que de aparentemente estável , declina rigorosamente.
Mas agora eu questiono, de quem é a culpa dessa triste realidade, não só aqui no Brasil? Sabemos que a política pode e deve auxiliar nesse contexto, mas muitos não são confiáveis, os últimos acontecimentos provam essa questão, sim é a sociedade que vota, que escolhe, que coloca-os no poder, mas como saber em quem estamos realmente votando? É possível ter essa resposta? Saber da honestidade do ser humano antes de ele se mostrar quem realmente é, de mostrar sua falta de comprometimento?
Essa é uma questão verdadeiramente polêmica, mas que tem que ser revista.
Mas aí você que esta lendo este texto vai dizer, mas eu me interessei por essa leitura pois abordava alguma coisa a respeito da educação, infelizmente a educação não esta de fora dessa realidade ao qual tenho relatado. Me preocupo muito com o futuro da sociedade e acredito que é dentro das salas de aula que parte da mudança tão desejada nas sociedades possa começar a acontecer.
Vendo essa desordem em que se encontra a contemporaneidade, eu enquanto educadora preciso fazer algo, mesmo que muito pouco, na tentativa de reverter essa situação. É possível com simples metodologias e bons projetos instigar nossos alunos a serem pensantes, a refletir no mundo que vivem. Somos capazes de promover momentos em que eles participem da construção da mudança. Esse é o nosso papel, formar cidadãos críticos, realistas e não conformados. É por isso que temos que lutar e insistir.
