quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Metodologia nas leituras.

Metodologias na leitura.

Realmente o estudo é algo bem complexo e que depende da particularidade de cada um para efetuá-lo com eficácia.
Confesso que nunca gostei de estudar, muito menos de ler, fico impaciente com leituras extensas e acabo por perder o foco com muita facilidade.
Mas no momento em que decidi prestar um vestibular e ingressar num curso de graduação tive que me habituar e buscar meios para que tal atividade não se tornasse um empecilho na construção da minha aprendizagem, para isso fui desenvolvendo metodologias que foram me auxiliando na interpretação das leituras e na realização das sínteses, atividades essas cruciais no meu ponto de vista em qualquer meio acadêmico.
Percebi com a leitura disponibilizada na interdisciplina de Filosofia da Educação " O ato de estudar", que quando realizo a leitura das bibliografias para a realização das atividades propostas no curso, sigo, mesmo sem ter tido esse conhecimento teórico antes, algumas dicas contidas no texto baseadas nos ensinamentos de Paulo Freire, utilizo algumas palavras chave, anoto frases com ideias principais, ..., isso tem me auxiliado e tem me feito compreender e refletir sobre as leituras realizadas.

Leituras.



Leituras.

Antes de iniciarmos esse novo semestre no curso, realizei uma atividade com meus alunos do quinto ano referente a leituras.
Vinha observando que no período da biblioteca eles não estavam realizando leituras condizente com sua idade e muito menos fazendo bom uso das leituras quando a realizavam.
Frente a este exposto resolvi realizar um seminário de leituras diversas, pedi ajuda á bibliotecária para que separasse livros com mais conteúdos, como contos, novelas, autores brasileiros,...
Feito isso lancei a proposta de ler um livro "mais grosso" como eles falam, enlouqueceram, acharam que jamais conseguiriam, tiveram o prazo de um mês para concluir a leitura para então realizar o seminário, sem saber como seria esse seminário.
Na data marcada levei os alunos para a quadra de esportes, sentamos em círculo e eu comecei a contar sobre uma leitura realizada que me impressionou muito, enquanto eu ia falando muitos iam me indagando a respeito do conteúdo da leitura, após pedi para que o primeiro aluno contasse um pouco da sua leitura e fui também instigando com algumas questões, sem querer, pois ainda não havia tido contato com o material disponibilizado na interdisciplina de Filosofia da Educação, realizei as mesmas perguntas que o texto da primeira atividade apresentou dando ênfase quando se está atento à leitura, com isso percebi que a maioria dos alunos estavam cientes e convictos em suas respostas.
Foi muito produtivo esta atividade, mesmo com todas as dificuldades que eles apresentam em relação a leitura, fiquei satisfeita com o resultado, pois eles me pediram um novo seminário pois se interessaram palos comentário tecidos pelos colegas e gostariam de ler o mesmo livro para poder comentar também.
Acredito que uma semente foi plantada e já começou a produzir bons frutos.

Leitura disponível em:   TEXTOS SEMANA 2
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domingo, 27 de agosto de 2017

Aprendizagem.

Aprendizagem.
          Realizando a atividade dessa semana, muito me identifiquei com o texto mencionado a cima.
        Falar de aprendizagem é algo muito amplo, pois sob o meu entendimento que ainda é tão insignificante, percebo que a aprendizagem acontece a qualquer momento, basta um indivíduo buscar um determinado assunto, tentar solucionar uma dúvida em questão que prontamente um aprendizado acontece, não é necessário estar em um ambiente formal para que tal acontece, a aprendizagem é algo tão impressionante e ao mesmo tempo simples.
       No momento em que nos permitimos aprender, estamos contribuindo para grandes transformações, pois nossas aprendizagens nos tornam mais críticos e reflexivos, possibilitando assim uma efetiva tomada de decisões, maior participação na sociedade, e muitos outros aspectos que favorecem para o nosso crescimento pessoal e profissional.
       As aprendizagens não findam e isso que as tornam cada vez mais importantes no nosso processo de construção de saberes, não há hora nem lugar para tal acontecimento.
        É necessário que profissionais da educação valorizem essa temática e busquem subsídios para auxiliar crianças, adolescentes, jovens e adultos nesse processo, mediando as aprendizagens adquiridas que darão suportes às já existentes, fortalecendo assim e enriquecendo a formação do ser humano.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Avaliação


AVALIAÇÃO.

Ainda hoje ouço o assunto avaliação como um mero instrumento de testagem, algo bem tradicional e específico, mas hoje percebo que o ato de avaliar vai muito além disso, eu avalio constantemente meus alunos, não só no papel, mas nas atitudes, na participação, no desenvolvimento...
Acredito que avaliar não é ter a certeza do que o aluno sabe ou não, vejo a avaliação como um processo de troca, de integração e busca. Como Jussara Hoffmam apontou no vídeo, a avaliação é o ponto de partida, através dela vou desenvolver tudo aquilo que imagino ser necessário para os alunos e não apenas cobrar conteúdos que foram apresentados.
Há distintas formas de avaliação, na minha escola utilizamos notas de 5° ao 9° anos e parecer descritivo nos anos iniciais e EJA. Acho ambas as formas válidas se bem desenvolvidas, ou seja, se o educador souber fazer do momento de avaliar um momento  rico e significativo e não desmotivador e sem sentido algum para o aluno no caso de notas, e nos pareceres a observação deve ser crítica e não superficial.
Para tanto deve haver uma reflexão sobre a maneira como avaliamos, devemos nos auto avaliar, avaliar nossa turma e repensar quais objetivos queremos que nossos alunos alcancem.


sexta-feira, 14 de julho de 2017

PPP

PPP.

Refletindo a cerca dos os objetivos do PPP de uma escola, percebi que a sua  intensionalidade está voltada para três finalidades bem específicas:
# Desenvolvimento pleno do aluno;
# Preparo para o exercício da cidadania;
# Preparação para o trabalho.
Com isso nós educadores forjamos sujeitos, cidadãos ativos, reflexivos e isso não é bom para quem quer alienar o povo.
Do meu ponto de vista, essa prevista reforma na educação e nas leis que a regem, é uma forma de coagir o educando de maneira que este não conduza os docentes para uma vida social bem desenvolvida, se assim continuar a forma como interagimos com nossos alunos instigando-os a refletirem sobre toda e qualquer situação, não terá como manipular mentes desprovidas.
Acho um absurdo, quem se beneficia com isso? A minoria burguesa que obtém todas as vantagens e lucros ou a maioria proletária que está sempre correndo atras da sobrevivência?
É preciso reflexão. 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Fatores educacionais.


FATORES EDUCACIONAIS.

Hoje em dia pensar em educação soa como algo simples aos olhares de quem não interage com o mundo da educação, pode esta parecer um sistema que já vem pronto para ser posto em prática, mas se engana quem pensa assim.
A educação desde sempre é um processo que se desenvolve diariamente e passa por diversos fatores que contribuem ou não para seu bom andamento, isso dependerá da maneira como a gestão desenvolve suas competências e aplica todas as suas atribuições. Se tratando de educação me remeto aqui ao processo de aprendizagem de cada aluno.
Para que de fato a educação se desenvolva e o aluno aprenda, todo um contexto intra e extra- escolar deve ser observado e valorizado, a criança quando chega na escola precisa ser bem recebida e aceita, isso refere-se à questões intra-escolares; ter acesso a um ensino de qualidade, com profissionais qualificados, à um ambiente acolhedor, merenda, esporte, lazer, ... Para tal, a escola tem que estar munida de ações que contemplem atender à essas especificidades que é direito de toda a criança como  previsto em lei.
Por outro lado, essa criança também chega com uma bagagem cultural que não pode ser desprezada, para isso a escola tem que promover momentos em que ele possa se sentir importante, trazer sua família para o contexto escolar, resgatar esse aluno, levá-lo a refletir sobre as condições culturais que esta inserido e mostrar que ele pode fazer a diferença, que ele pode interferir e mudar a sua realidade.

Com o auxilio do PDDE, a gestão escolar da minha escola está sempre buscando utilizar-se desse recurso para dar assistência na área pedagógica, na infra-estrutura da escola, em melhorias em prol dos benefícios dos alunos e educadores, visando sempre atender os alunos da melhor forma possível.
Eu acredito que é assim que se faz educação, pensando sempre no aluno, buscando sempre aquilo que pode ser bom para ele. Não que estejamos querendo dar aos alunos o que eles não tem, e sim aproveitando esse momento da infância para instigar a mente deles através daquilo que por direito é deles, a educação, educação de qualidade, com significados.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Indignação.

INDIGNAÇÃO.

          Neste momento não estou preocupada em escrever um bom texto, em obedecer aos requisitos necessários para desenvolver uma escrita perfeita.
        Quero aqui apresentar minha indignação, essa semana que passou realizei algumas atividades pendentes que abordavam a questão da gestão escolar, muito me interessei pelas leituras e vídeos propostos, em seguida me deparei com atividades que traziam em questão o conselho escolar, fiquei de fato preocupada, pois na minha escola e não tem um e acredito que no município não tenha também, mas até ai tudo bem pois já estou sabendo que pelo menos existe um conselho municipal ativo, dando os primeiros passos mas se encaminhando em busca de atender as necessidades da rede.
          Até ai tudo bem, o pior ainda estava por vir, como iria desenvolver uma entrevista com um conselheiro se não existe um conselho nas escolas onde tenho convívio, então resolvi pedir ajuda para então presidente do conselho municipal, tendo em vista que ela era uma das gestoras no ano anterior, quebrei a cara, ouvi um absurdo, " não tenho como te ajudar pois não entendo nada de conselhos, nem sei como é isso de fato." Fiquei chocada, indignada, será que ela imaginou que eu estaria querendo investigar alguma coisa, pois ela é a presidente do conselho municipal e muito poucos sabem disso? Será que se sentiu ameaçada? Confrontada? Não sei. O que sei é que essa pessoa se recusou a auxiliar alguém que simplesmente busca informações.
              Então fiquei a pensar se para uma colega de profissão ela nega assistência, será que com os alunos ela fará o mesmo? E mesmo que eu estivesse querendo informações de cunho particular, esse interesse, que de fato tenho, seria para buscar melhorias, auxílio, suportes para a educação.
              É triste, não gostei de viver essa experiência, me coloquei no lugar de alunos que buscam respostas para suas indagações e os professores menosprezam-as, agem com indiferença, alegando o assunto não ser da sua área.
             Realmente precisamos de muitas mudanças na educação.