segunda-feira, 4 de julho de 2016

Musica na escola.


Música na escola.

Através das leituras realizadas, confirmei aquilo que já vinha defendendo, que a música é uma ferramenta riquíssima que tem auxiliado o educador no desenvolvimento de suas aulas.
Trabalho com fundamental, geralmente 3° e 4° anos, como são maiores é difícil motivá-los. Sempre desenvolvo projetos interdisciplinares e nestes procuro sempre proporcionar dinâmicas que envolvam música, assim eles demonstram interesse e participam com mais motivação.
Recentemente desenvolvi juntamente com a escola um projeto sobre a "formação do povo riograndense". Para introduzir o tema da minha turma ( Judeus ), levei para eles escutarem várias músicas judaicas e os indaguei após escutarem bastante, se sabiam qual a origem delas. A partir dai desenvolvi a temática proposta para o projeto, por fim montamos uma coreografia com a música escolhida por eles. Foi bem produtivo pois eles se empenharam, buscaram informações a partir de um ponto de partida que foi a música.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Poesia em sala de aula.

Poesia em sala de aula.

Essa semana tive a oportunidade de desenvolver uma atividade bem produtiva com meus alunos,
Motivada por tudo que venho aprendendo nas interdisciplinas de Ludicidade, Musica e literatura, desenvolvi um trabalho que envolveu um pouco de cada uma, mas que principalmente proporcionou um novo olhar sobre a leitura e sua interpretação.
Acredito que meus alunos adoraram, pois participaram, foram coautores desse momento mágico.
Meus aluno se tornaram escritores, atores e até mesmo compositores.







quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ludico na educação

        O lúdico na educação.

      O brincar é uma das habilidades mais comuns do comportamento infantil, infelizmente até há pouco tempo atrás, o brincar era desvalorizado educacionalmente, mas com o evoluir dos tempos e dos estudos, passou-se a se dar mais importância ao brincar no desenvolvimento de uma criança, muitos autores renomados como vimos nas leituras defendem essa premissa.

       Atualmente, percebe-se uma preocupação com a formação da criança, tanto pais como educadores procuram a melhor forma de as tornarem bem sucedidas em seu processo educacional, mas esquecem-se que o brincar é uma condição essencial para que a criança seja plena e bem desenvolvida.A importância do brincar no processo educativo, também esta presente da LDB, onde há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância de inserir brincadeiras no processo de ensino.       
        Mediante este contexto, tem sido bem produtivo as leituras realizadas neste semestre, pois para mim, tem trazido um apoio e uma motivação para trabalhar mais essa temática em sala de aula. Tenho procurado desenvolver mais aulas dinâmicas, sempre adaptando brincadeiras, jogos, leituras diferentes, filmes, aos conteúdos programáticos.
            Penso que nós educadores devemos fazer a diferença, devemos nos desacomodar, sair da zona de conforto e desenvolver uma nova forma de ensino, uma nova prática educativa, devemos ter em mente a frase de Carlos Drummond de Andrade: “(...) brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem. (...)Concluindo, é na infância que se absorve subsídios que serão carregados para sempre, que serão utilizados durante toda uma vida. Com isso reafirmo a importância de que educadores devem estar em constante formação, buscando qualificar o ensino e também se reinventar na tentativa de melhor atingir seu aluno e também de promover uma mudança significativa e qualitativa na educação. Encontra-se nas mãos de nós educadores promover essa mudança, acreditando no que diz Paulo Freire que “ ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Façamos a diferença.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Voltando à aula presencial.


Voltando à aula presencial.
Voltando no tempo e analisando nossa segunda aula presencial de Ludicidade, pude observar que além da grande importância que o jogo, ou o lúdico em si tem para a aprendizagem, ele serve como um suporte de mediação entre professor e aluno e até entre aluno e aluno. Percebi que assim como nossos alunos, muitas de nós reagimos com resistência, outras com fragilidade, descontentamento mediante as atividades que foram propostas na aula, mas as professoras nem por isso desistiram, ao contrário, insistiram, buscaram novos meios, foram pacientes e não desistiram da turma.
Aprendi que mesmo se tratando do lúdico tem que haver adaptações, intervenções. Como a professora relatou, se na primeira tentativa, erro, dificuldade, o professor desistir, ele com este gesto estará podando seu aluno, impedindo que ele reaja, lute, insista, sinta-se capaz, estará impedindo que ele busque formas de realizar, ou até mesmo de pensar e agir. Com isso estrá impedindo que ele continue construindo vivências, formando aprendizagens, interagindo com os pares, ampliando assim sua antiga e também permanente visão de mundo.
Esta semana estava realizando uma dinâmica, no início estava indo tudo por água a baixo, muitos não estavam engajados, outros apresentaram certa dificuldade, quase desisti e parti para outra atividade, mas ai lembrei-me do que aprendi na aula com a professora Tânia, e resolvi insistir um pouco mais, adaptei algumas etapas, facilitei outras, pedi a colaboração d quem avia compreendido para sentar junto com quem ainda estava sem entender... Resultado estamos com a dinâmica do copo com a música do "Escravos de Jó" praticamente completa, basta apenas treinar mais um pouquinho, a atividade fluiu, eles estão adorando, e a motivação é tanta que eles querem fazer uma oficina para ensinar para as outras turmas.
Realmente a educação me fascina.

O lúdico nas salas de aula.



O lúdico nas salas de aula.
Acredito e já relatei muitas vezes que o lúdico é uma ferramenta que auxilia o professor não só na educação infantil, mas também nos anos iniciais, fundamental e eja. Com base nisso, o educador deve apropriar-se do estilo de sua turma, com isso adaptar ao seus currículo jogos que chamem a atenção de seus alunos, dinâmicas, atividades essas que se bem trabalhadas e direcionadas facilitam muitas vezes a compreensão do aluno em alguns conteúdos que são desenvolvidos, além do que torna mais prazeroso os momentos em que o aluno fica em sala de aula. Procuro sempre que vou desenvolver um conteúdo novo trazer alguma atividade diferenciada antes da aplicação, alguma coisa que chame a atenção deles, seja um jogo, uma caminhada pelo entorno da escola, um filme, até mesmo um comentário sobre uma reportagem, e também é muito importante deixar que eles participem, que eles interajam na confecção dos jogos ou até mesmo na montagem das atividades, eles sentem-se importantes quanto participam da sua própria aprendizagem, isso é um fato confirmado, pois vivencio essa experiência semanalmente, com essa atitude eles são produtores do seu próprio conhecimento e não receptores do mesmo.Mediante esse exposto, sabemos que a criança que apresenta-se feliz e motivada, rende mais, desenvolve-se melhor e o professor obtém um retorno significativo.
É possível investir nessa temática, e como já relatei em alguns fóruns da interdisciplina de Ludicidade, não necessitamos esperar que alguém nos ofereça suporte, profissionais da educação são extremamente competentes, e se desejar, podemos transformar a a educação com nossas mentes e o auxilio de materiais disponíveis ao nosso redor.
Como temos visto nessa interdisciplina, a criança possui um grande potencial em relação ao lúdico, então compete ao educador se apropriar disso e tentar desenvolver atividades que enriqueçam suas aulas e chame a atenção dos seus alunos, promovendo assim a aprendizagem.

sábado, 11 de junho de 2016

O brincar atraés dos tempos.

O brincar através dos tempos.

Como são as coisa, recentemente observei minhas alunas e o que estavam fazendo, me chamou a atenção sua atividade.
Estavam brincando de stop no intervalo das atividades da sala.
Achei interessante, fazia muito tempo que não via nenhuma criança brincando com esse jogo.
Logo fui realizar as atividades propostas e me deparei com os textos falando em relação aos jogos através da história, e a importância que eles tem para o desenvolvimento das pessoas, pois de maneira direta tais jogos, brincadeiras e atividades, sem que percebamos estão influenciando em nossas aprendizagens e desenvolvimento futuro.
Não havia me dado conta dessa importância do ludico no nosso desenvolvimento, digo, sabia que os jogos e brincadeiras são importantes, mas não tinha feito essa relação, das habilidades que tenho hoje terem sido desencadeadas através de algumas brincadeiras da minha infância.
Comecei essa semana a desenvolver atividades que auxiliem na coordenação motora dos meus alunos, mediante algumas dificuldades apresentadas, espero poder estar ajudando no futuro desses alunos.


A importância do brincar.

A importância do brincar.



O que seria o brincar?
Segundo Santa Roza (1993) lúdico se refere ao ato das brincadeiras, do tão conhecido jogo que desenvolvemos hoje nas salas de aula, as atividades livres no pátio e muito mais.
O brincar, segundo algumas leituras que realizei, possui um significado abrangedor que traz duas grandes importâncias conforme os relatos de Winnicott, para os professores o brincar é visto como uma forma de compartilhamento, de interação que promove o desenvolvimento da criança, já para os psicoterapeutas, a importância do brincar é vista como uma ação que auxilia contra o processo de bloqueio que impede o pleno desenvolvimento da criança.
Segundo Piaget, através do brincar a criança vai assimilando novas praticas, aperfeiçoando-as e enriquecendo o processo de aprendizagem envolvendo motricidade, percepção, autonomia...tudo isso através do brincar.
Segundo autores que buscavam compreender como as crianças interagiam com o mundo a sua volta, concluíram que esse contexto se dá a partir do brincar.
Wallon afirma que a aprendizagem acontece através do movimento, e que educadores devem estar atentos, observando os alunos nas suas atividades lúdicas. Mediante essa interação do professor, Vygotsky afirma que neste processo o professor deve atuar como mediador, realizando intervenções positivas a fim de enriquecer e aprimorar os conhecimentos gerais dos alunos e suas supostas aprendizagens.
É claro que o educador não deve intervir a todo momento, interferindo no processo do aluno, acredito que quando falo em mediar, é atuar dando suporte, mostrando meios, caminhos a serem seguidos  e não influenciando as crianças com seus saberes já formados.
O fato é que o brincar possui uma importância relevante na formação de um indivíduo. Uma criança que se desenvolve feliz, que brinca ativamente, com certeza, e já temos índices a respeito disso, que cresce e torna-se um adulto seguro, realizado.
Está nas mão de nós educadores atuar mais em busca de desenvolver a ludicidade nas nossas salas de aula, proporcionando assim momentos agradáveis, aprendizagens significativas, futuros promissores.