quinta-feira, 21 de junho de 2018

Vivencias

Semana passada estava na minha escola a noite e aproveitei a oportunidade para observar um pouco o perfil dos alunos matriculados na EJA, tendo em vista uma atividade que está sendo desenvolvida.
Pude perceber que a grande maioria dos alunos são pessoas bem jovens que não possuem nenhuma responsabilidade com os estudos, digo isso pois presenciei um fato que me chamou a atenção, quando dois jovens chegaram na frente da escola foram abordados pelos demais que ali estavam e conversaram sobre as aulas que teriam naquela noite, um deles falou em alto tom que não ficaria na escola pois o professor que lhes daria aula ele não gostava e voltou para casa.
Eu fiquei questionando, qual seria o motivo deste aluno não querer ter aula com esse professor, seria este professor excelente que conta a estimula os seu a alunos e este aluno não quer ter responsabilidade ou este professor não está bem aí pro aluno deixando tudo por conta. Confesso que fiquei curiosa.
Na aula presencial dessa semana pude entender um pouco mais essas relações através dos relatos dos grupos e também da fala do professor.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Relato

Neste semestre estamos trabalhando assuntos bem instigantes que me tem feito refletir sobre minha prática e também reviver etapas que ja foram percorridas.
Na interdisciplina de tecnologia pide ver o quanto a tecnologia esta presente no nosso cotidiano desde sempre e também como a mesma pode influenciar sobre nossas atitudes e decisões.
Relatei em outra postagem que parei para observar o perfil dos alunos da EJA de minha escola, neste mesmo dia encontrei no saguão da escola um senhor muito conhecido da minha família. Não sabia que ele estava estudando, então resolvi falar com ele e lhe dar parabéns pela atitude. Claro que não pude deixar de fazer a pergunta: o que te motivou a estudar? Ele respondeu que ja havia se matriculado outras duas vezes mas nunca tinha dado continuidade, então perguntei qual a diferença nesta vez, ele disse que Deus netos estão com computador e Internet em casa e ele gostaria de dominar esses bichos. Rimos muito de sua fala, mas compreendo que as tecnologias tem sido uma motivação para muitos assim como para o seu Euzébio.
Faço votos de que ele conclua os estudos e atinja seus objetivos.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Inovações pedagógicas

Inovações Pedagógicas.

Realizando a leitura do texto de Maria Isabel Cunha, pude entender por inovação pedagógica que trata-se de uma nova metodologia, uma nova forma de ver e avaliar a forma como se desenvolve a educação.
O texto traz um apontamento de uma entrevista com coordenadores a cerca da inovação, alguns apontam que essa inovação é romper com o passado, eu acredito como alguns coordenadores também, que não é necessário esse tipo de ruptura mas sim ter um novo olhar sobre o que ficou pra trás, buscando assim refletir sobre as práticas visando uma transformação.
Percebo que isso são inovações pedagógicas, novos olhares  e interesses.
É claro que isso gera muita desacomodação, sendo esse um fator que influencia muito na decisão de inovar.
Como sempre digo, tudo que é novo assusta, traz uma certa resistência, mas faz-se necessário, novas metodologias, formas diferenciadas de trabalhar, de exigir, permitir-se interagir, refletir.
Isso é só o ponto de partida, a medida que nos disponibilizamos, novas oportunidades surgem e as ideias fluem, e a educação começa a tomar novos rumos.

sábado, 26 de maio de 2018

Alfabetização de adultos


Resenha do texto Alfabetização de adultos: ainda um desafio.
( Hara, Regina )
            Para esta atividade, fomos instigados a realizar uma leitura da autora Hara, onde trouxe-nos contribuições relevantes a cerca da psicogênese da língua escrita com jovens e adultos. Seu texto apresenta um trabalho riquíssimo realizado na área da alfabetização de jovens e adultos baseado nos ensinamentos e referenciais de Paulo Freire e Emília Ferreiro.
            Também tivemos a oportunidade de assistir alguns vídeos que abordaram o desenvolvimento de algumas atividades de alfabetização e letramento com adultos que vieram a complementar o que a autora aponta em seu texto.
            Pude observar e refletir com os materiais disponibilizados, que os adultos não alfabetizados assim como as crianças, já possuem alguma relação com a escrita, eles já diferenciam ou conhecem os códigos, e também enfrentam dificuldades, o diferencial é que socialmente, esses adultos sentem-se discriminados e impotentes.
            A autora enfatiza muito os estudos de Paulo Freire, e neste contexto o método de Freire é político no sentido de libertação de todos os seres humanos, ou seja, na escola, ou nos grupos de alfabetização, deve-se levar os indivíduos a acreditar que é possível realizar uma leitura de mundo.
            A leitura de mundo, pude perceber e entender que é essencial para a educação, pois assim, após o ingresso no processo de alfabetização eles vêem com mais clareza as coisas, passam a entender melhor situações do cotidiano e com a leitura de mundo conseguem entender a realidade e refletir sobre ela.
            Os vídeos me fizeram perceber que como esses jovens e adultos não dominam a leitura e a escrita, é necessário utilizar muito a oralidade para levá-los a perceber a própria escrita e na prática, valorizar o erro é preciso. O erro é necessário para que entendam o que precisa ser corrigido.
            Usar subsídios do dia a dia como tema gerador gera uma compreensão e uma assimilação maior da produção escrita.
            Tudo que observei com o material disponibilizado tem sido muito válido, principalmente no que se refere às nossas práticas, pois ela é a base para que qualquer processo seja efetivo.
            Acredito que a valorização do indivíduo, a utilização do meio, as contribuições de cada um  e a disponibilidade do educador fazem toda a diferença, é necessário reflexão sobre a forma como desenvolvemos e aplicamos nossas metodologias para melhor atender e auxiliar nossos alunos, sejam eles crianças ou adultos.
Referências:
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. Ed. São Paulo: CEDI, 1992.


sábado, 12 de maio de 2018

Planejamento

Planejamento
  
Realizando a leitura da autora Maria Luisa Xavier, me reportei ao tempo em que estudei no curso de magistério.
Lembrei de como era realizar os famosos planos de aula nas aulas de didática.
Porém uma grande diferença, naquele tempo, os planos eram direcionados a uma área do conhecimento.
Hoje trabalhamos com a integração e nossas aulas tem proporcionado aos alunos mais interação e participação.
Foi uma leitura produtiva que me fez observar as mudanças na educação que mencionamos na atividade realizada nesta mesma interdisciplina, sobre as transformações na educação e a necessidade de acompanhar as mudanças.

As origens da modalidade do ensino integrado.


           
                                     As origens da modalidade do ensino integrado.

             Para a realização desta atividade, fui instigada a realizar uma reflexão entre assuntos de vera muito importantes para o desenvolvimento  educacional dos alunos.
     Vi entre as leituras realizadas como se apresentou a evolução industrial e conseqüentemente seguindo os mesmos processos a tentativa de uma evolução educacional.
            Na leitura de Santomé, “As origens da modalidade de currículo integrado”, observei como desenvolveu-se o processo de evolução industrial e como também a escola ou a educação em geral se espelhou nessa perspectiva de mudança do mercado econômico para tratar de evoluir também.
            O processo se deu seguindo uma tendência Fordista e Taylorista que acentuavam a fragmentação de serviços prestados, não acreditando na capacidade dos indivíduos de se envolverem em mais de um tipo de atividade, com o passar dos tempos, essa organização apresentou características de desapontamento e até mesmo falhas, houve assim a necessidade de uma reorganização, esta por sua vez chamou a atenção por trabalhos em grupos pautados pela cooperação e o intuito de aumentar a produtividade e levar a empresa ao êxito esperado.
      Frente à essas mudanças, vê-se a necessidade de uma reorganização da esfera educacional, observei que a partir desse momento, os envolvidos no processo educacional passam a valorizar o que Japiassu aponta quanto aos compartimentos em que se divide o currículo e passam a valorizar mais as práticas educativas pautadas na interdisciplinaridade e no ensino globalizado visando um ensino integrado, ou seja, onde haja uma ligação entre uma aprendizagem e outra.
            Entendi com as leituras  que as escolas ao se espelharem nas mudanças do mercado de trabalho, para promover uma mudança na metodologia utilizada por professores,   contribuiu também para um retorno ao mercado de trabalho, pois se nas escolas o ensino globalizado pode e deve levar o aluno a entender melhor o contexto e atuar sobre ele, esse aluno estará sendo forjado para futuramente atuar no mercado de trabalho com mais reflexão.
            Concluí que muito ainda deve ser mudado nas instituições escolares, para realmente se desenvolver essas mudanças e reformulações, é necessário profissionais competentes, habilidosos e com muita disposição e desprendimento, pois são muitos desafios a serem enfrentados, pois desenvolver uma educação integrada requer total desacomodação e sei que ainda há muitos profissionais que somente falam e não desenvolvem essa tendência, o que acho lamentável.

domingo, 29 de abril de 2018

A criança e o adolescente no ciber espaço.

A criança e o adolescente no ciber espaço.

Participando do ciclo de palestras que mencionei em outra postagem, fomos alertados pelo Dr Cristiano Colombo, da necessidade de uma atenção redobrada em relação ao uso da internet, pois a questão do real, ou do que é realidade para melhor entender, não deixa de existir ou ser realidade em um ciber espaço. As informações publicadas, o que é compartilhado faz parte do cotidiano, é real e pode ter consequências seu uso indevido na rede. Ao lançar um conteúdo na rede, mesmo que após segundos seja deletado, ele fica nos ciber espaços ao contato de todos.
Muitos tem o conhecimento disso, mas como estamos sempre mediando nossos alunos, não nos custa informá-los dessas questões para assim evitar possíveis contra tempos.
Não é o caso de banir dos adolescente ou crianças o uso das redes e sim monitorá-los com mais atenção. Uma dica. Uma reflexão.