domingo, 29 de abril de 2018

A criança e o adolescente no ciber espaço.

A criança e o adolescente no ciber espaço.

Participando do ciclo de palestras que mencionei em outra postagem, fomos alertados pelo Dr Cristiano Colombo, da necessidade de uma atenção redobrada em relação ao uso da internet, pois a questão do real, ou do que é realidade para melhor entender, não deixa de existir ou ser realidade em um ciber espaço. As informações publicadas, o que é compartilhado faz parte do cotidiano, é real e pode ter consequências seu uso indevido na rede. Ao lançar um conteúdo na rede, mesmo que após segundos seja deletado, ele fica nos ciber espaços ao contato de todos.
Muitos tem o conhecimento disso, mas como estamos sempre mediando nossos alunos, não nos custa informá-los dessas questões para assim evitar possíveis contra tempos.
Não é o caso de banir dos adolescente ou crianças o uso das redes e sim monitorá-los com mais atenção. Uma dica. Uma reflexão.

Juntos ou conectados

Juntos ou conectados.

Refletindo sobre as temáticas que envolvem a interdisciplina de tecnologias da comunicação e informação percebi o quanto o uso de redes sociais pode ser um perigo para as relações familiares.
O fato de estarmos em um mesmo lugar, hoje em dia, não significa estarmos propriamente juntos, por vezes a conexão nos afasta das pessoas próximas.
Os dois termos não são sinônimos, uma questão é bem diferente da outra.
Com basa nisso acredito que o professor deve mediar os seus alunos na tentativa de mostrar-lhes que é possível achar seu lugar na sociedade sem que se perca oportunidades pelo caminho, com isso o professor deve desenvolver o papel de re-existir, ser capaz de levar os alunos a entenderem que é possível lidar com as ofertas das tecnologias sem anular seu papel no seio familiar e sociedade.

Professores antenas

Professores antenas.

 Neste mesmo ciclo de palestras que participei ouvi do palestrante Celso Rodrigues que os professores são como antenas, pois captam para suas salas de aula todas as questões e conflitos sociais do aluno.
Eu acredito plenamente em suas palavras, pois mesmo em meio  a modernidade líquida, onde tudo se transforma ou se modifica, ainda há professores que desenvolvem esse papel de antenas, e que além de captar ainda auxiliam seus alunos a enfrentarem reflexivamente seus problemas, a enfrentarem a realidade de maneira produtiva.
Fala-se muito em crise, mas o nosso papel enquanto educadores é o de desenvolver o rela sentido da palavra crise no grego, que vem a ser avaliar, julgar.
Devemos rever nossas metodologias, nossa forma de avaliar e interagir com nosso aluno.
Nada é pra sempre, tudo muda, o que fica é o pouco que conseguimos fazer na mente dos nossos alunos.

A construção da personalidade.

A construção da personalidade.

Esta semana participei de um ciclo de palestras em  meu município e em uma delas me deparei com essa frase: 
" O meio em que vivemos pode influenciar?"
( Jenifer Nunes Simões, palestrante)
Isso me chamou a atenção, entendi que o meio pode influenciar sim, mas não é ele que vai conduzir a personalidade.
Com isso me reporte ao ato da avaliação em nossa sala de aula, e observei que devemos estar muita atentos na hora de concluirmos as avaliações, até que ponto meu aluno realmente sabe, ou apenas está sendo influenciado pelo meio.
Aí deve-se estar perguntando o que as aprendizagens do aluno tem a ver com a construção das aprendizagens, acredito ser uma teia, a medida que a criança nasce, ela passa a construir sua personalidade a medida que vai assimilando e construindo suas aprendizagens.
Uma temática muito interessante e construtiva.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Definição


Definição
Buscando entender um pouco mais sobre o que é a Eja e sua definição, comecei a realizar as leituras disponibilizadas na interdisciplina para realizar algumas atividades. Pude esclarecer algumas questões e começar a ter uma visão diferenciada do que sabia.
A definição do conceito da EJA no meu  ponto de vista, embasado nas leituras realizadas, é uma categoria organizacional da rede pública constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas.
A EJA reconhece a história social brasileira e busca uma reparação desta realidade, tendo em vista princípios de igualdade, ou seja, ela visa um processo de formação e capacitação de indivíduos que não tiveram oportunidades.
Dentro dessa premissa observei que a EJA desenvolve função reparadora, equalizadora e qualificadora. A primeira  vai ao encontro de resgatar um direito do indivíduo que lhe foi em um determinado momento negado, o direito ao letramento, proporcionando a esses indivíduos o resgate do igual na sociedade. A segunda, a função equalizadora, dá a esses indivíduos o direito de ingressarem em uma instituição de ensino ou retornarem, e poderem se estruturarem socialmente, profissionalmente, culturalmente. Por fim tem a função qualificadora, esta por sua fez, integra o indivíduo possibilitando a eles uma atualização para se desenvolverem plenamente na sua sociedade, ela fornece subsídios necessários para a qualificação desse indivíduo ao retornar para o trabalho, família, grupo com mais conteúdo, com mais preparação.
Tendo chegado a essa visão da função da Eja, percebo que minha escola tem desenvolvido a função equalizadora e qualificadora.

Uso de tecnologias

Uso de tecnologias.

Há algum tempo atrás eu entendia que tecnologia relacionava-se somente ao uso de máquinas.
Mas hoje percebo que o uso de tecnologias é bem mais amplo do que este conceito.
Esse entendimento pude obter devido as sábias e simples palavras do professor da interdisciplina.
Não nos damos conta, mas fazemos uso das tecnologias posso dizer que diariamente em nossas salas de aula, a partir do momento que usamos um celular pra ver as horas, ou melhor, a partir do momento que desbloqueio o celular para ver a atividade que desenvolverei.
Tecnologia não refere-se ao aparelho que permito usar para desenvolver uma atividade, e sim os meios que utilizo para que tal atividade alcance meu aluno, é algo tão complexo e simples ao mesmo tempo.
Essa interação depende do uso e das práticas que desenvolvo dentro das minhas metodologias.

EJA

EJA.

Em um encontro presencial desta interdisciplina mencionada no título, fomos instigados a refletir sobre o que (des) conhecemos a respeito da EJA.
Enquanto em grupo comentávamos a atividade, antes de relatar para o grande grupo e para o professor as nossas contribuições sobre o assunto, comentamos uniformemente que a clientela da Eja atualmente seria quase que uma totalidade de alunos evadidos, marginalizados, excluídos do diurno por não condizerem mais com o perfil.
Esse mês tive a oportunidade de estar na escola no turno da noite para um encontro do Pnaic e pude constatar que realmente essa é a clientela que frequenta a nossa escola.
É claro que temos aqueles que necessitam estar ali por motivos variados, ou que quando estavam na idade de estudar não o fizeram, mas infelizmente esse fator não é predominante.
Pude concluir que os objetivos propostos para o desenvolvimento da Eja estão tendo que ser readaptados para atender às necessidades do momento.

Concepções pedagógicas.

Concepções pedagógicas

Fiquei impressionada essa semana que passou, estava em uma reunião pedagógica de minha escola e me deparei com professores que parecem ter parado no tempo.
O que me fez ter essa visão foi retornar algumas leituras outrora realizada para desenvolver uma atividade proposta pelo seminário integrador.
Ao analisar as concepções pedagógicas e os modelos epistemológicos novamente pude constatar que educadores da minha escola mesmo tendo cursado um curso de pedagogia, ainda não conseguem se desprender de metodologias ultrapassadas que não fazem mais sentido nos dias em que vivemos.
observei que esses profissionais estão escondidos por trás de uma máscara, mas quando observados ou indagadas de maneira precisa dá pra perceber o contraste.
Esse pensamento vai bem ao encontro do que foi abordado no trabalho presencial realizado no seminário integrador, em uma reunião várias falas de diversos professores apontam à concepção pedagógica que desenvolve, mesmo sem  ser questionado.