quinta-feira, 25 de junho de 2015

Realidade.





Realidade.
Me sinto confusa, sem ter certeza do que está certo e do que está errado. Confesso que após ter realizado algumas leituras das disciplinas, percebi que minha escola está um pouco desorganizada. Começando pelo PPP da escola, que até então não havia, depois foi feito porém sem o auxilio da comunidade escolar, agora este foi aprovado, mas a questão é, como montar um documento dessa importância sem a participação principalmente dos educadores, sendo que este é o que está em maior contato com a clientela da escola, vivenciando diariamente todos os conflitos e problematizações.
Tão eu pergunto, será que o PPP vai realmente atender as necessidades desta escola? Será que ele esta de acordo com o que tem acontecido nas salas de aula e dá suporte para os educadores, alunos e familiares?
O pequeno contato que tive com esse material, deu para perceber que ele será falho, está muito vago e não direciona-se com exatidão ao que vivenciamos diariamente.
Complicado, isso torna-se desmotivador, pois as vezes me sinto tão incapaz mediante algumas situações, vejo através do que tenho estudado tantas coisas importantes e significativas mas que não entram no contexto da minha escola.

Espero poder ter a oportunidade de ver tudo isso mudar e fazer parte dessa mudança.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Escola PPP e sociedade.

Escola PPP e sociedade.

Mediante uma atividade proposta pela disciplina Escola PPP e currículo, que pedia para fazermos uma relação entre a cultura escolar, sobre o que diz o PPP da escola e sobre como a escola reage frente a esse contexto, observei que o que está nos documentos oficiais da escola é muito lindo, porém não condiz com a realidade.
As características da sociedade abrange exclusão, evasão, repetência, preconceito étnico, religioso, sexual, desigualdade social entre outros.
O PPP da escola Marcílio Dias embasa que um dos planos propostos propostos pela supervisão é de criar junto com os professores um projeto que contribui para a diminuição do índice de repetência e evasão, tentando com isso corrigir ou ao menos diminuir os índices. Promove a convivência e uma gestão democrática.
A escola oportuniza acompanhamento pela supervisão aos planejamentos, oferece reforço, sala de recursos multifuncional, tudo isso na tentativa de enriquecer o processo educativo, também oferece serviço de orientação aos professores, alunos e familiares com o intuito de resolver conflitos diários. E mais promove encontros com a comunidade escolar visando a participação eficaz da mesma no ambiente escolar.
Com base no que foi exposto até aqui, vemos que tudo está conforme manda o figurino, mas partindo pra realidade, as coisas não são tão funcionais assim. Mesmo a escola com seus educadores se esforçando para promover uma educação de qualidade, parece não estar rendendo. Os pais não acham importante, eu imagino, trazerem seus filhos para o reforço, as vezes nem se quer autorizam a frequentar tal atividade, e quando o fazem, seus filhos nem se quer aparecem. E mais muitas vezes a escola oportuniza reuniões para falar abertamente com a comunidade e eles nem se quer aparecem, e os que vem são sempre os mesmos. 
Voltando a falar em reforço, pelo menos eu como educadora tento durante as aulas desenvolver um trabalho diferenciado com meus alunos que tem dificuldades, mas muitas vezes é difícil, pois minha turma é grande, tem um bom rendimento, o que faz com que eu me envolva muito em atividades com eles. Tenho uma auxiliar, porém esta, esta sempre fora da sala substituindo professores que faltam. Como digo as coisas aqui na minha escola são difíceis e complicadas. mas tenho tentado pelo menos com a minha turma atender a todas as necessidades, como digo estou sempre me virando nos trinta, mas sinto que isso ainda é pouco, gostaria de fazer algo mais, por isso tenho buscado essa faculdade como meio facilitador para me ajudar nessas e outras questões que sei que ainda surgirão.
Ai eu pergunto, será a escola que precisa fazer algo mais ou a comunidade valorizar mais o que a escola tem feito?

Narradores de Javé e escrita.


Narradores de Javé e a escrita.

Já sabia que a escrita é uma ferramenta de grande importância para a humanidade, porém assistindo ao filme " Narradores de Javé ", pude ter uma visão mais significativa dessa importância.
No filme uma comunidade dependia de uma escritura cultural que desse algum valor para aquele lugar onde moravam na tentativa de impedir que tal fosse destruído.
Então eu penso, quão grande é a importância da escrita, ou seja, do que revela o que esta escrito, podendo influenciar em grandes decisões.
 Refleti a cerca desse assunto, trazendo em questão também que muitas coisas que foram registradas em tempos remotos,serviram de base para a construção da história, como fundamentação cultural, ai me veio a mente, se isso influencia até hoje, provavelmente, muito do que fizemos hoje e deixamos escrito, poderá servir de memória em tempos futuros, quem sabe até parte de uma nova cultura.
Achei tudo isso bem interessante, estou montando um projeto com meus alunos do quarto ano, embasado nas idéias que obtive através do filme mencionado a cima, onde os alunos deverão escrever uma espécie de diário, contando suas vivências mais significativas, o que gostam ou deixam de gostar, suas expectativas para o futuro, ... Espero que fique bem produtivo o trabalho e faça algum sentido para eles posteriormente, pois a ideia central deste trabalho, é que todo esse material produzido fique armazenado na escola e seja resgatado após alguns anos a combinar a data com eles.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Filme Vista minha pele.

"Vista a minha pele."



Este filme relata uma inversão do que tem acontecido em nossas sociedades.
No filme a classe privilegiada era a dos negros, e os desprovidos de cultura, condições e infraestrutura era o branco.
Na escola, uma professora relatava que todos tem os mesmos direitos, independentes de raça, cor, religião. Será que isso é verdadeiro? Outro educador, desprezava a aluna branca por sua condição e ainda sentia pena, mas não demonstrou estar inquieto com a diferença, pra ela isso não era nada. 
Será que essas classes minoritárias, falando na nossa realidade, não tem o direito de sonhar? Devem se conformar com suas condições de vida e não irem em busca de uma mudança?
O filme levou-nos a refletir sobre esse impasse racial e discriminatório entre negros e brancos. Mas não é só neste contexto que se formam os grandes conflitos norteadores da educação.
 O importante é que cada indivíduo não se conforme com sua condição e lute, seja por qual for a questão, pois são as pequenas ações somadas umas às outras que geram grandes ações que fazem a diferença.
O que é preciso é cada um se aceitar da maneira que é e ter coragem de enfrentar as dificuldades.
O filme trouxe indagações bem instigantes:
* Será que um dia a escola vai de fato valorizar a diferença racial?
* Será que brancos, negros, pardos, índios, orientais vão ser tratados em condição de igualdade?
* Será que algum dia vai ser dito na escola por todos que os negros fizeram parte da construção da história, ou isso vai ficar somente entre páginas de livros?
Muitas vezes chego a pensar que é impossível mudar esse cenário, ou então longe de acontecer.
Tento fazer a diferença, tento mudar o rumo dessa história,. 
E você que lê esse texto o que tem feito a esse respeito?

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Corporeidade

A corporeidade como conceito diferenciado nas interações e aprendizagens no cotidiano.

“Cada indivíduo constrói sua própria imagem corporal. E esta imagem pode corresponder ou não à sua realidade concreta e imediata. Se as percepções que os indivíduos constroem a respeito de si correspondem à realidade das reações que se apresentam com o mundo, tem-se então um ser humano consciente de si e do meio que o cerca com um potencial de atuação, intervenção no seu meio e exercício da cidadania. Esta é uma dimensão que nos conduz a um rico campo de possibilidades.”
Este exposto a cima é uma pequena parte da leitura realizada, que me chamou muita a atenção. Partindo para a área educacional, percebo que a corporeidade não trata- se somente da inclusão de atividades corporais nas rotinas no processo de aprendizagem, ou até mesmo no dia a dia comum das pessoas, mas trata-se de uma reflexão filosófica em que a linguagem resignifica tal ação, digo que o corpo pode se expressar de várias formas não necessitando do uso da fala para tal. Neste contexto cabe aqui ao educador estar atento à essas expressões em seus aluno para que o processo educacional sejamais produtivo.
Acredito que o professor deve utilizar-se deste conceito de corporeidade para instigar seus alunos ao ato de reflexão. De acordo com SANTIN, a corporeidade é uma condição humana é o modo de ser do homem, então dentro deste contexto há muitas maneiras de refletir sobre nossa condição, sobre o que queremos e esperamos de nós mesmos.


Na reflexão de PONTY, se pode encontrar referências à corporeidade como uma trama interdisciplinar, então torno a dizer, que temos um vasto campo de investigações pela frente, pronto para ser explorado e resignificado. Basta sabermos fazer bom uso daquilo que temos e partir em busca de novas possibilidades.

Inteligência artificial



Inteligência artificial.

Brinquedo sensorial, com circuitos sensoriais inteligentes.
Utilizando métodos diversos, o professor quer projetar um robô que seja capaz de amar. Um robô filho cujo amor jamais possa acabar. Um bobô que seja capaz de sonhar.
O empasse: será que um humano seria capaz de amar um robô? Seria esta uma questão de moralidade?  Pessoas amando robôs X robôs amando pessoas. Seria esta criação um brinquedo ?
Me vem a dúvida, se ele é capaz de amar, seria capaz de odiar também? Se tem amor, sentiria outros sentimentos como vergonha, tristeza, ciúmes, raiva....E se este projeto der defeito, tem como voltar a traz e esquecer uma relação que já foi construída?
Toda essa artificialidade que se mistura com a realidade, e sabemos que não está num futuro tão distante de nós, não contradiz as leis de Deus, a própria criação ou existência da mesma?
O que sente a pessoa que produz esse tipo de robô, que estaria produzindo uma vida? Será que tem capacidade para tal façanha?
Até que ponto os homens podem interferir nesse processo de criação?
Seria esta uma atitude correta, ou não?
Penso que o próprio homem é capaz de preservar a vida humana, não sendo necessário a criação desse tipo de tecnologia, que vem por dar fim na existência humana. Somos responsáveis por tudo que praticamos, somos responsáveis por nossas escolhas.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

GINCANA


Gincana Junina.

Neste mês de junho, na escola onde trabalho, começamos uma gincana junina promovida pela supervisão da escola juntamente com o apoio dos professores e comunidade escolar.
A Gincana tem por tema Luiz Gonzaga. As atividades são realizadas semanalmente, estas trazem várias questões sobre a vida deste cantor, bem como também a cultura da sua região, com isso estamos oferecendo de forma lúdica o aprendizado de uma cultura diferente da nossa local. 
Também são propostas atividades que visam a participação da família, promovendo assim uma maior integração.
Tem sido bem motivador para os alunos, que tem mostrado interesse e participação, além de muito empenho em apresentar as atividades em dia, Esse método tem sido bem produtivo, pois está promovendo uma grande interação entre escola e família.