segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Pós-moderno

PÓS MODERNO.

            Vivemos em um mundo pautado por grandes mudanças e por grandes interpretações. Segundo alguns autores, explicam que essas mudanças fazem parte de um processo de transformação para a pós-modernidade, termo mais recente.
            Segundo o texto de Momo “Mídia e consumo na produção da infância pós moderna”, a pós-modernidade é um termo polêmico que aponta várias ploblematizações apresentadas por outros autores que buscam definir esse termo. 
            Eles apontam entre várias questões o uso de novas tecnologias, o consumo e as mídias.
            Apontam o pós-moderno como uma pluralidade de comunicações que tem afetado a maneira como o conhecimento é produzido, apresentam que este termo é usado para definir uma mudança, ou seja, um período de transição que influencia no estado cultural das sociedades, e tudo isso tem transformado o mundo, pois ele tem mudado gradativamente em questões positivas e negativas dependendo do ponto de vista de cada indivíduo.
            Mediante algumas idéias dos autores mencionados na leitura de Momo, percebe-se bem que o mundo gira em torno de mudanças, e que tais mudanças estão refletindo diariamente no cotidiano das pessoas.
            Na atualidade muitas rotinas diárias foram desmistificadas, ou seja, partindo da idéia de solidez e liquidez, posso citar que algumas dessas mudanças que surgiram, vieram ao nosso encontro como facilitadoras, um exemplo, um escritório necessitaria de um encontro presencial para fechar um grande negócio em alguns tempos atrás, hoje, esse hábito sólido não é mais necessário, um novo hábito liquido tem proporcionado que grandes negócios sejam resolvidos à distancia através de tecnologias avançadas como os meios de comunicação, celulares, vídeo conferencia...
            Alem de facilitadora, as mídias tem proporcionado uma influencia cada vez maior, uma com grande significância tem sido a em relação ao corpo. Acredito ter todo esse poder de influencia, pois a aparência nos remete como um sinal de boa saúde e bem estar.
            Mediante este exposto, nos deixamos influenciar pelo perfil que a mídia oferece a respeito dessa questão corporal. Digo que não se trata de uma imposição de padrões a ser seguida, mas só o fato de estar sendo publicado na mídia, torna-se uma cultura comum vivida por todos, coletivamente, gerando um consumo muitas vezes desnecessário, supervalorizando marcas muitas vezes ao invés de qualidade.
            Contudo, não há como negar que toda essa mudança, tecnologias avançadas, consumo, liquidez e solidez tem também influenciado a vida das crianças, pois o perfil ao qual nos deparamos nas escolas hoje, não se igualam ao que era vivenciado por exemplo no período da minha infância escolar.
            É comum ver que as crianças já estão impregnadas de hábitos tecnológicos. Para ela acredito ser tudo normal, pois já crescem nesse âmbito social, para eles desde cedo já é oferecido essas novas tendências de consumo.
            Acredito ser necessário na escola, onde o ambiente é neutro, proporcionar momentos em que seja repassado aos pequenos referencias de um bom uso de tais tecnologias, que sejam conscientizados de sua necessidade, pois me parece que em casa e no convívio social, todos já estão tão envolvidos que não se dão contado excesso dos pecados que acabam cometendo por tais ações.
            Por outro lado, também há os que por falta de condições, vêem-se despadronizados por não conseguir acompanhar essa demanda.
            Como relatei recentemente em aula presencial, estes são fatores que depende do contexto ao qual a criança esta inserida,  cabendo a nós professores, pais e sociedade estar atentos neste contexto.




sábado, 10 de outubro de 2015

Educar crianças pós-modernas.



Educar uma infância pós-moderna.


         Através das leituras realizadas, pude constatar que o termo pós-moderno é bem atual e tem trazido muitas mudanças consigo. Tem influenciado diretamente na vida comum das pessoas. Com isso tem surgido grandes impasses nas sociedades.
            Assim como essas influencias atingem a sociedade num geral, com as crianças isso não é diferente.
            Em tempos anteriores, uma criança não tinha contato algum com tecnologias, muito menos assistia televisão,  algo que nos remete ser um ato tão comum. Hoje é tudo muito diferente.
            A forma como as crianças vem sendo educadas, foge dos padrões de outras décadas. É comum vê-las cheias usufruindo de aparelhos eletrônicos, assistindo os mais variados programas televisivos, conectadas com o mundo através da internet.
            Com certeza, crianças que possuem todo esse acesso são dotadas de uma bagagem cultural muito ampla.
            Agora surge a questão, como educar uma criança pós-moderna, acredito que educada ela já esteja, pois educação propriamente dita se adquire no âmbito familiar, mas como então interagir com uma criança com nível cultural assim, como ensinar se muitas vezes elas já tem esse acesso fora da escola, do ambiente de ensino.
            Nós professores, ou pelo menos a grande maioria de nós,  vivemos em uma luta constante para tentar atingir os nossos alunos, para eles não é mais prazeroso manusear ou folhar um livro, isso é ultrapassado segundo suas próprias teorias, como aplicar uma dinâmica em sala como um jogo didático se eles estão mais do que habituados a virar fases e mais fases dos jogos di vídeo game, x Box entre outros. Como motivá-los, como atingi-los.
            Esses exemplos e muitos outros são constantes em nossas escolas, porém ainda me encontro dividida, precisando de um norte, pois essa modernidade, pelo menos em meu município, não atingiu a todos, então o que fazer, como atuar em sala de aula, como desenvolver as atividades e os conteúdos propostos para o ano letivo de maneira que meus alunos participem?
            Sei que tudo isso ainda é um pouco recente, vem acontecendo aos poucos, mas já é bem real. Parece ser difícil, mas não acredito ser impossível lidar com todas essas questões. Por isso procuro estar em constante formação, estando atenta ao que é comum aos meus alunos.
            Busco neste curso de Licenciatura em Pedagogia alternativas para poder interagir de forma eficaz com meus alunos, atendendo as necessidades de cada um promovendo um ensino de qualidade, prazeroso e significativo.


Midia e consumo.

Mídia e consumo na produção da infância pós moderna.

Vivemos num mundo cercado por grandes tecnologias, daí surge o interesse da autora Momo em verificar como a infância esta se apresentando mediante essa cultura pós moderna. Observa-se que neste período da contemporaneidade, as novas tecnologias de comunicação tem afetado a forma como p conhecimento é produzido.
O mundo mudou de uma maneira espantosa, e co isso faz-se necessário acompanhar essas mudanças. Um fator que preocupa e que faz parte dessa mudança é a mídia e o consumo, eles estão influenciando ativamente a cultura. Com base neste exposto, fica evidente que estes fatores estão atingindo também as escolas, que por sua vez é o lugar onde há produção de cultura.
É alarmante como o consumo tem atingido a todos, até mesmo nas posições sociais, gerando uma série de novos problemas, pois o consumo já não atende as necessidades dos indivíduos e sim aos seus desejos.
Outro fator que tem sido relevante e tem influenciado esse alto consumo são as mídias, que além de instigar para o consumo tem interferido diretamente na cultura das sociedades impondo regras, opiniões, moldes de pensamento..., ou seja, a mídia passou a ter domínio nas vidas cotidianas, alterando a forma como vive o ser humano.
Mas é claro que todas essas mudanças ativadas pelas mídias, não acontecem de maneira imposta, pelo contrário, aderidas conscientemente por todos nós.
A mídia televisiva tem atingido com grande impacto até mesmo as crianças, e isso tem refletido nas escolas, tanto públicas como particulares, pois vemos que o consumo está inserido no meio delas, impregnado em suas personalidades, conduta e modo de agir. Deixam de ser eles mesmos para interpretar personagens lançados pele mídia.
De fato tudo isso que relatei esta bem presente, o que me preocupa é como será mais além, que tipo de pessoas estarão se forjando?

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Maquina escolar.

Maquina escolar.



            Desde sempre existe uma divisão de classes, e no caso da leitura realizada “ a máquina escolar”, isso ficou mais claro ainda, pois nela  já aborda desde os séculos passados essa divisão entre a infância de elite e as classes populares. Essa temática ficou para nós bem evidente.
               Para a construção da escola que temos hoje, fez-se necessário a contribuição de muitos fatores que foram desde o século XVI muito importantes para o processo de institucionalização da mesma, como exemplo citamos a criação de um estatuto de infância, que até então nem era propriamente definida neste período, surgiu a necessidade de um espaço físico para atender ao ato de educar um numero “X” de crianças e adolescentes,  o aparecimento de especialistas em educação para lidar com a clientela que faria parte deste ambiente, houve modificações e fissuras nos métodos educativos vigentes na época e por fim as leis que vieram a institucionalizar tais ambientes educativos, nascendo assim a escola como sendo um ambiente destinado ao ato educacional.
            Com o tempo o estado passa a ser responsável pela educação das crianças, juntamente com essa responsabilidade, nasce a escola publica e obrigatória. Nessa etapa o profissional da educação tem a função de transmitir o conhecimento no intuito de moldar as crianças com um sistema rígido, adestrando-as para desenvolverem algumas funções, daí surge no texto a titulação escola como “máquina”, como se estivesse produzindo em série mentes vazias, bem diferente de hoje, onde o espaço escolar oportuniza que o aprendiz tenha o direito de interagir com o educador, promovendo assim uma educação significativa e formando indivíduos críticos.
            Ainda hoje sabemos que apesar da escola estar mudando, de saber que as leis vieram para dar um suporte a mais nesse contexto escolar, não é de inteiro interesse do estado formar sujeitos críticos e pensantes, pois esse ato, conforme o medo de muitos, pode vir a mudar o cenário político que encontramos hoje em nosso pais.
            Diferente, mas tanto assim dos séculos anteriores, a partir do século XX, a escola tornou-se obrigatória para todos. Mas a pesar de ter se passado os séculos, ainda é possível observar na atualidade um grande desnível entre escolas públicas e particulares, é gritante a diferença de qualidade educacional entre elas, permanecendo ainda hoje vantagens e privilégios educacionais a quem é dotado de melhores condições.
             Falando em mudanças de como era a educação antigamente e hoje, creio que não há como dizer se era melhor antes ou agora, o fato está no educador, assim eu vejo esta questão, mediante o que é cobrado, exigido, em cada época, cabe ao educador promover um ensino de qualidade. Antes, se fosse tão ruim a educação, ninguém seria alfabetizado, e se hoje é tão bom como ainda tem crianças e adultos analfabetos? Aí está a questão importante, como estando desenvolvendo nossas aulas, será que etsamos atingindo realmente e eficazmente nosso aluno?

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Memórias

Memórias.


Assim como no semestre passado, percebo que neste não tem sido diferente, pois os conteúdos abordados nas interdisciplinas se inter relacionam uns com os outros, um acaba complementando o outro.
Neste período estamos trabalhando na interdisciplina de História sobre as memórias, como são, como se desenvolvem, se manifestam, ...
Durante uma leitura, percebi que este ato de lembrarmos de uma determinada situação, está em partes relacionado co o conteúdo que estamos estudando em Psicologia referente ao inconsciente. Nossas memórias ficam armazenadas em nossa mente, por vezes até esquecidas, mas no momento em que abordamos um assunto semelhante ou contatamos com um objeto que outrora foi marcante, a nossa mente entra em ação e o que estava no inconsciente vem à tona em forma de memórias.
Tudo isso é bem complexo e faz parte dos mistérios do nosso cérebro.
No semestre passado abordamos na interdisciplina de Corporeidade sobre essa relação do cérebro e mente. É como uma teia, uma reação vai levando à outra, abrindo caminhos e surgindo novas possibilidades.

Inconciente.



Inconsciente.

Por muitas vezes me deparei em situações estranhas , que eu desconhecia as suas procedências. 
Ao realizar as leituras propostas na interdisciplina de Psicologia, pude compreender um pouco mais sobre o universo da nossa mente e os esquemas que influenciam nossa mente.
Um exemplo que posso relatar sobre essa questão e que eu não entendia o porquê isso acontecia é quando estou realizando qualquer atividade, e de repente me vem a sensação nítida e clara de que eu já havia vivenciado tal cena, me vem à mente até mesmo as palavras ditas e os gestos feitos.
Confesso que isso me incomodava um pouco, mas agora percebo que isso pode o reflexo de algumas imagens armazenadas no inconsciente ou até mesmo projeções do nosso cérebro que vem ao nosso consciente. Tudo isso é bem interessante e também complexo, pois nossa mente possui vários caminhos para ser desvendados.

Infância.

Infância.

Entendo por infância a fase pelo qual todo indivíduo deveria passar, pois essa fase é muito importante para a formação do ser humano, Pena que nem sempre isso acontece assim. Os momentos vividos nesta etapa da vida são cheios de significados, mesmo que não sejam percebidos no seu ato. a qui a criança usufrui da realidade imbutida de imaginações despreocupadamente, faz das brincadeiras o seu próprio mundo. E neste contexto, vai enriquecendo suas memórias, formando seus saberes, interagindo de maneira lúdica com o mundo. muitas vezes num simples faz de contas, a criança é capaz de interpretar cenas comuns do cotidiano de uma forma simples e descontraída.
Meu pesar é saber que essa etapa da vida não é respeitada por muitos adultos e até mesmo pela sociedade num geral, infelizmente, com grande frequência, vemos nas mídias um retrato totalmente inverso ao que mencionei. É um crime abdicar uma criança de viver essa fase, é como se fosse arrancado os seus sonhos. Rogo que esta triste situação possa um dia ser revertida.
Para exemplificar um puco do que relatei trazendo para a área educacional, nesta etapa é muito bom trabalhar com atividades lúdicas em sala para introduzir conteúdos, com frequência realizo atividades lúdicas com meus alunos, esta semana estamos trabalhando com o sistema monetário, então montamos um mercadinho, uma farmácia, uma lan house....para brincar em sala de comércio. Com isso estou trabalhando como vender, pagar, dar troco, economizar, ou seja, lidar com o dinheiro. Tem sido bem divertido, pois eles tem que alem de brincar, interpretar personagens, se organizarem e com isso aprendem de forma descontraída.