quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pedagogia da autonomia





Pedagogia da autonomia.

O livro aborda uma temática muito relevante. A leitura nos remete propostas citadas pelo autor Paulo Freire a respeito das práticas pedagógicas que se fazem necessária à educação.
Nesta obra o autor faz menção ao comprometimento do professor com a educação, com sua prática educativa, com sua aproximação do aluno. Frisa também algo que acho de suma importância que o educador não pode descriminar seu aluno e sim manter um diálogo diário com ele possibilitando assim uma integração entre aluno e professor.
 Me identifico muito com essa leitura, sempre defendi que quem ensina também aprende ao ensinar, que meu aluno assim como precisa de mim eu também preciso dele para que de fato a educação aconteça.
Segundo o livro o ato de ensinar não é uma tarefa fácil exige ação, riscos, medos, superação, ensinar exige reflexão sobre a sua prática, pois ensinar não é apenas transmitir conhecimentos e sim promover momentos par que o conhecimento aconteça.

Enfim esta é uma obra bem completa, que todas as pessoas que optam pela carreira de magistério devem ler, devem fazer desse livro um manual didático, pois seu conteúdo é riquíssimo para dar suporte aos novos profissionais e também para enriquecer a metodologia de quem já esta no caminho a anos.

Interferências com o meio.

Interferências com o meio.

Mediante a tudo que tenho lido, pude refletir a respeito da relação entre corporeidade e a educação.
Quando falo em corporeidade, imaginamos estar falando em corpo físico, matéria,mas não, este conceito de corporeidade refere-se a uma linguagem reflexiva do que cada indivíduo é e a forma com que ele relaciona-se com o meio.
A corporeidade então destaca-se como uma teia de acontecimentos, vivências, interações, que nos permitem estar ativos. Em outras palavras, corporeidade é a atuação do cérebro e da mente com tudo que cerca o indivíduo.
Com este exposto, trago em questão o poder que temos através das ações do cérebro e da mente em nos envolver, na capacidade que cada um tem em se manifestar. Com isso fica evidente que cada indivíduo reage e se manifesta de formas diferentes devido a maneira com que cada um interpreta e socializa aquilo que a mente capta.
Com todas essas argumentações, é evidente que no contexto escolar, dentro das salas de aula esse processo também ocorre. Cabe ao profissional da área munir-se dessas capacidades para promover ações que instiguem o processo educacional.
É certo que cada aluno manifesta-se de maneiras diferentes, possuem visões diferentes e também muitas vezes não valorizam suas próprias potencialidades, e é aqui que entra a atuação do educador, servindo como um mediador dotado de sentimentos e intervenções, visando resgatar e desenvolver de forma interativa as potencialidades que cada aluno tem, pois sabemos que todos o possuem, basta apenas exercitá-las.
Este contexto é difícil eu sei, como educadora, tento diariamente sair da zona de conforto, partindo em busca de desenvolver metodologias que levem o aluno a refletir, a construir uma aprendizagem significativa.

Mesmo diante de todas as dificuldades enfrentadas, de todas as exigências que o educador recebe que interferem no seu fazer profissional, estes educadores não podem usar como justificativas esses pressupostos para abandonar o ato de reflexão e de interação, deixando de lado a realização de metodologias diferenciadas e principalmente deixando de promover a participação no processo de ensino aprendizagem.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Contexto atual e o PPP

Contexto atual e o PPP.

Com tudo o que tenho lido, pude perceber que a escola possui uma parceria com todos os agentes da educação. Isso não é uma tarefa fácil, estar em contato direto com essa nova geração e com todas as problematizações que esse público abrange é uma proposta extremamente desafiadora, pois ela deve estar preparada enquanto instituição educacional para proporcionar um ensino de qualidade respeitando todo o contexto ao qual ela abrange, ou seja, atender a todas as necessidades e diversidades.
Para que tal aconteça com eficácia, as escolas devem estar munidas de um projeto político pedagógico bem construído e embasado que supra as necessidades de sua clientela. E também um fator de suma importância é que todos os envolvidos nesse processo estejam dispostos a se engajar a desenvolver o que é proposto neste documento para que de fato haja uma interação no contexto escolar.

O que me entristece é saber que muitas vezes o que está no papel não condiz com a realidade vivenciada, ou quando condiz, as partes envolvidas não demonstram o mínimo interesse em desenvolvê-las. É uma triste realidade que deve ser mudada.

Condições para existência

A essência do homem é o conjunto das relações sociais, com isso fica claro que o homem produz sua própria existência, e é pela corporeidade que ele realiza esse processo, fazendo do mundo a extensão de suas experiências.

Através dessas vivências, o homem vai refletindo e ressignificando suas ações, ou seja, a partir do momento em que ele vai vivenciando suas ações ele vai absorvendo aquilo que é necessário e significante e descartando aquilo que não será produtivo, formando assim sua condição humana de ser ativo, pensante e reflexivo.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Work shop de avaliação.

Work shop.

Através deste trabalho avaliativo que conclui o semestre, pude perceber o quanto os conteúdos abordados fizeram diferença na minha trajetória educacional.
Enquanto lia alguns textos propostos nas atividades, não conseguia fazer relações com o que estava vivenciando. Aos poucos as idéias foram clareando e as leituras começaram a fazer sentido.
Hoje percebo o quanto tudo isso tem sido importante. muitas aprendizagens até o presente momento, espero vivenciar muitas outras e enriquecer minha história docente.
Confesso que não está sendo fácil conciliar trabalho, família e estudos, mas aprendi que possuo um potencial riquíssimo e que tenho condições para administrar tudo isso e muito mais. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Refletindo ações.

Refletindo as ações.

 A respeito de corporeidade, continuo relatando que este conceito refere-se as ações de cada indivíduo e não ao esquema corporal, ou seja, matéria física.
Com base neste argumento, faço menção ao poder que temos de influenciar nossas ações através de nosso cérebro e mente, pois ambos trabalham em conjunto um influenciando e dando suporte ao outro
Desta forma, através do que li na interdisciplina Corporeidade e fazendo interferências com o filme assistido, neste caso “Gênio indomável”, pude perceber que para de fato a educação aconteça é necessário haver um envolvimento afetivo, é preciso haver uma desestabilização.
Uma frase no texto me chamou atenção pois dizia que: “ ... é preciso desacomodar os alunos dos seus territórios, das suas certezas, e com essa inquietude produzir movimentos de construção de aprendizagem.” Com isso, acredito que o educador deve instigar o aluno a sair da zona de conforto e atuar nesse processo educativo, para isso, o educador deve se envolver junto nessa trama de aprendizagens.
Cada individuo possui um potencial muito grande, nosso cérebro é grande em possibilidades, muitas vezes podemos ser gênios, possuidores de uma inteligência impar, mas como no filme que mencionei, não adianta eu ter esse potencial e não querer usufruir dele.

Mediante o exposto, nós educadores devemos trabalhar todo esse potencial de nossos alunos, tendo em vista proporcionar momentos de reflexão. Não possuímos uma inteligência artificial, somos dotados de sentimentos e emoções, e neste contexto de corporeidade, é preciso se munir desses sentimento para mobilizar nossos alunos, fazendo com que eles coloquem-se em movimento, queiram fazer diferença, queiram participar da construção de suas vivências.