quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Estudos Sociais.


Trabalhando Estudos Sociais.


             Ao se tratar de aprendizagem é fundamental ter em mente uma metodologia, é dever do professor garantir uma relação didática entre ensino e aprendizagem.
            A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizagem, pois ela auxilia o docente a desenvolver competências que tornam mais fácil o processo de aprendizagem dos alunos.
            Com base nesse exposto, eu e meu colega de turma, trabalhamos com quarto ano, e estamos sempre desenvolvendo atividades que além de contribuir no processo evolutivo envolve e distrai o aluno.
            Julgamos importante desenvolver atividades que integrem o estudo da comunidade escolar e familiar, dentro do contexto municipal trabalhar zonas, bairros, desenvolvimento, sustentabilidade, orientação (pontos cardeais e colaterais), reconhecer o estado e suas características e o país com suas divisões.
            Faz-se necessário trabalhar esses conteúdos pois eles servirão de suporte para o ensino mais aprofundado dessas temáticas futuramente, é preciso que a criança compreenda desde cedo o seu lugar no mundo, como participante atuante desse processo e nada mais propício do que envolvê-los nesse contexto na escola, promovendo aulas dinâmicas, dialogáveis, atrativas e o mais importante significativas. Com isso os alunos percebem sua interação e atuação no mundo social.
            Para justificar um pouco desse exposto lemos um artigo sobre estudos sociais que complementa um pouco do que aqui apresentamos:
http://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/estudos-sociais.htm

Ensinando o passado.


Ensinando o passado.
       Vivemos a história diariamente, e neste contexto cabe a nós educadores mediar essa temática entre os tempos, não deixando passar despercebido o que já se passou, valorizando o que temos de importante no agora e preparando nossos alunos para construir o amanhã.
Frente ao exposto está em nossas mãos o desafio de tornar os alunos críticos, porém sensíveis e perceptíveis.
É importante trabalhar com atividades que os envolva no processo educativo, não sendo passivos na aprendizagem, o que pude absorver do texto lido aprendendo e ensinando sobre o passado, foi exatamente isso, que os alunos precisam interagir, demonstrar seus ideais e o que sabem, contribuir com suas certezas e dúvidas. A história tem que fazer sentido para eles e não se tornar uma aula massante como foi no meu tempo no fundamental.
Trabalhar com aulas práticas, expositivas, visitas, entrevistas, observações, utilizar materiais concretos, envolver a família, ... são alguns exemplos de atividades que podem auxiliar o educador e o aprendiz no estudo da História.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Atividade matemática.

Atividade matemática.
Realizando esta semana uma atividade proposta na interdisciplina de matemática observei o quanto é produtivo trabalhar com dinâmicas e brincadeiras.
Muitos educadores ultrapassados acham que isso é uma perda de tempo, que nós "novatos", estamos apenas "enchendo linguiça", ocupando o tempo da criança com brincadeiras para não ter o trabalho de ensinar.
Mas se engana quem pensa assim, nesta atividade que promovi, as crianças estavam brincando sim, fazendo de conta que estavam comprando e pagando por mercadorias, mas a minha função como educadora foi muito além do momento da brincadeira, com a atividade pude constatar quais eram os alunos que apresentam dificuldades de realizar cálculos mentais. Aí algum diz mas será que é tão importante o cálculo mental? Eu acredito que sim, não sabemos quando será necessário utilizar a mente, mas quando for necessário temos que ter certeza do que está sendo feito. 
Com base nessa atividade poderei dar mais atenção à esses alunos e quem sabe até desenvolver atividades que estimulem esse processo mental.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Multiplicação e divisão.

Multiplicação e divisão.
            Sempre gostei de trabalhar matemática, mesmo não me identificando com a matéria, mas a partir do momento que comecei a lecionar observei que nesta área há um vasto material que pode ser utilizado como apoio pedagógico.
            Costumo sempre que tenho um conteúdo novo da área para desenvolver, levar para sala de aula alguma coisa prática para explicar o que vai ser trabalhado, não me detenho muito em materiais didáticos, assim como foi esclarecido na leitura oportunizada para  a realização desta atividade, nem sempre o que está nos livros condiz com a realidade do meu aluno.
            Procuro sempre fazer uma adaptação, relacionado o que é pertinente nos materiais didáticos com práticas trazidas pelo professor e até mesmo pelo aluno.
            Gosto muito de envolver o aluno nas atividades, deixando que ele as desenvolva e chegue a um denominador através das suas conclusões.
            Trabalho bastante com desafios, estimulando assim o raciocínio lógico de curto e longo prazo.
            Assim é possível oportunizar a criança a desenvolver-se eficazmente para a realização de problemas cotidianos futuros.
            A leitura realizada “Técnicas e Tecnologias no Trabalho com as Operações Aritméticas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental”, disponibilizado na plataforma moodle,  reafirmou a forma como trabalho a multiplicação e divisão, não apresento cálculos prontos e sim oportunizo meios em que a criança é capaz de sozinha chegar a solução das questões. Procuro sempre promover a compreensão dos processos, ou seja, a forma que se deve realizar os cálculos sem que seja uma atividade mecânica.
            Acredito que essa forma ao qual tenho trabalhado tem sido bem produtiva, devo isso em partes, ao programa do governo Pacto, que nos mostrou que é possível trabalhar matemática envolvendo dinamismo e ludicidade e que esta parceria tem dado certo.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Atividade lúdica.

Atividade Lúdica
Mesmo sem nos dar conta, trabalhamos contextos matemáticos em nossas salas de aula, porém não nos damos conta de que esse processo se for desenvolvido com dinamismo torna-se mais simples e eficaz.
Trabalho como itinerante em uma turma de segundo ano e estou sempre auxiliando a professora em seus planos de aula e projetos, recentemente ela pediu meu auxilio para desenvolver o projeto dos animais dando continuidade no conteúdo. Foi então que desenvolvi uma atividade bem simples que envolve classificação e seriação,
Atividade: Jogo da memória
Clientela: Alunos 2° ano 
Faixa etária: 7 e 8 anos
Duração: Dois períodos ( duas horas aula )
Objetivo: Despertar o interesse do aluno em entender as características dos animais, sabendo diferenciá-las e agrupá-las conforme as mesmas.
Justificativa: É de extrema importância auxiliar a criança a ter noção de seriação e classificação para o seu pleno desenvolvimento. Toledo (1997) afirma que a classificação  é uma operação lógica que nos ajuda a organizar a realidade que nos cerca e seriação ao contrário de classificar por semelhança, atua mais com a diferença entre os objetos. Acredito que essa interação auxilia na criticidade da criança quando adulta frente a tomada de decisões.
Desenvolvimento: Partindo de um jogo da memória comum, com imagens de vários animais, dei início a minha atividade. Deixei que jogassem algumas partidas em pequenos grupos. Em seguida propus que cada criança ( 12 alunos em sala ) escolhesse um animal e segurasse na mão. Comecei a lançar perguntas como: o que comem, quem tem pelos, quem tem penas, quantas patas, ... assim fomos montando uma tabela no quadro de acordo com as características sitadas por eles e por fim construímos um gráfico com as características selecionadas por eles indicando quais seriam as semelhanças e diferenças entre os animais.
Conclusão e avaliação: Com esta atividade observei que através do dinamismo a criança se envolveu mais na aprendizagem, e sem apresentar nomenclaturas desenvolvi o conteúdo solicitado pela professora da turma, bem como também trabalhei matemática de um jeito descontraído. A turma toda participou, nenhum aluno se desmotivou ou não quis participar. a aula foi bem produtiva.
Brasil 91997) diz que é fundamental que haja uma reflexão crítica sobre suas práticas. Frente este exposto acredito que se refletirmos a cerca de nossas práticas, veremos o que está dando certo e descartamos o que não esta sendo produtivo.
Faz-se extremamente necessário na atual circunstâncias em que se encontra as nossas escolas cativar nossos alunos, não dá mais para aceitar uma educação onde só o educador atua e o aprendiz recebe tudo passivamente. Precisamos rever nossas atitudes, nossas metodologias. 
O tema alfabetização matemática já não é mais um bicho de sete cabeças, graças ao programa do governo nacional, muitos de nós educadores tivemos a oportunidade de participar do Pacto Nacional pela Alfabetização, neste não se trabalhou somente a alfabetização da leitura e escrita e sim a alfabetização matemática. neste programa aprendemos que a matemática é um processo prazeroso tanto para se ensinar quanto para se aprender, mas para que tal situação ocorra é preciso doação do professor, dinamismo, muito material concreto, atividades lógicas, assim a criança se envolve e constrói a aprendizagem.
Como sempre digo, a diferença dentro da sala de aula está no professor e na sua capacidade de administrar aulas bem sucedidas e significativas.