segunda-feira, 24 de agosto de 2015





No inicio da construção do workshop surgiram grandes duvidas a respeito do que escrever, como redigir um texto extenso com as ideias tão confusas, de que forma iriamos passar para o papel tudo aquilo que estava fervendo em nossas mentes?  Que palavras usaríamos, será que as concordâncias  estavam empregadas corretamente? Como escrever tantas páginas, será que nossas aprendizagens foram suficientes para desenvolver o texto? As duvidas foram as mesma s para todas nós, que com certo temor concluímos o texto.
Partindo para a elaboração dos slldes, surgiu a angustia, o que colocar nos slides? Como foi tudo muito amplo sem muitas restrições, surgiu o medo de estar poluindo visualmente nosso trabalho, enchendo os slides de informação, e também na tentativa de suprimir, parecia estar faltando conteúdo. Foi complicado essa situação.
Mas o pior ainda estava por vir, falar durante dez minutos na apresentação, isso foi uma tortura inicial, mas enquanto apresentáva-mos vimos que nossos potenciais eram maiores do que esperávamos e que a síntese das aprendizagens foram tão significativas que os tão temerosos dez minutos não foram suficiente para explanarmos tudo que objetivamos para essa apresentação.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Pedagogia da autonomia





Pedagogia da autonomia.

O livro aborda uma temática muito relevante. A leitura nos remete propostas citadas pelo autor Paulo Freire a respeito das práticas pedagógicas que se fazem necessária à educação.
Nesta obra o autor faz menção ao comprometimento do professor com a educação, com sua prática educativa, com sua aproximação do aluno. Frisa também algo que acho de suma importância que o educador não pode descriminar seu aluno e sim manter um diálogo diário com ele possibilitando assim uma integração entre aluno e professor.
 Me identifico muito com essa leitura, sempre defendi que quem ensina também aprende ao ensinar, que meu aluno assim como precisa de mim eu também preciso dele para que de fato a educação aconteça.
Segundo o livro o ato de ensinar não é uma tarefa fácil exige ação, riscos, medos, superação, ensinar exige reflexão sobre a sua prática, pois ensinar não é apenas transmitir conhecimentos e sim promover momentos par que o conhecimento aconteça.

Enfim esta é uma obra bem completa, que todas as pessoas que optam pela carreira de magistério devem ler, devem fazer desse livro um manual didático, pois seu conteúdo é riquíssimo para dar suporte aos novos profissionais e também para enriquecer a metodologia de quem já esta no caminho a anos.

Interferências com o meio.

Interferências com o meio.

Mediante a tudo que tenho lido, pude refletir a respeito da relação entre corporeidade e a educação.
Quando falo em corporeidade, imaginamos estar falando em corpo físico, matéria,mas não, este conceito de corporeidade refere-se a uma linguagem reflexiva do que cada indivíduo é e a forma com que ele relaciona-se com o meio.
A corporeidade então destaca-se como uma teia de acontecimentos, vivências, interações, que nos permitem estar ativos. Em outras palavras, corporeidade é a atuação do cérebro e da mente com tudo que cerca o indivíduo.
Com este exposto, trago em questão o poder que temos através das ações do cérebro e da mente em nos envolver, na capacidade que cada um tem em se manifestar. Com isso fica evidente que cada indivíduo reage e se manifesta de formas diferentes devido a maneira com que cada um interpreta e socializa aquilo que a mente capta.
Com todas essas argumentações, é evidente que no contexto escolar, dentro das salas de aula esse processo também ocorre. Cabe ao profissional da área munir-se dessas capacidades para promover ações que instiguem o processo educacional.
É certo que cada aluno manifesta-se de maneiras diferentes, possuem visões diferentes e também muitas vezes não valorizam suas próprias potencialidades, e é aqui que entra a atuação do educador, servindo como um mediador dotado de sentimentos e intervenções, visando resgatar e desenvolver de forma interativa as potencialidades que cada aluno tem, pois sabemos que todos o possuem, basta apenas exercitá-las.
Este contexto é difícil eu sei, como educadora, tento diariamente sair da zona de conforto, partindo em busca de desenvolver metodologias que levem o aluno a refletir, a construir uma aprendizagem significativa.

Mesmo diante de todas as dificuldades enfrentadas, de todas as exigências que o educador recebe que interferem no seu fazer profissional, estes educadores não podem usar como justificativas esses pressupostos para abandonar o ato de reflexão e de interação, deixando de lado a realização de metodologias diferenciadas e principalmente deixando de promover a participação no processo de ensino aprendizagem.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Contexto atual e o PPP

Contexto atual e o PPP.

Com tudo o que tenho lido, pude perceber que a escola possui uma parceria com todos os agentes da educação. Isso não é uma tarefa fácil, estar em contato direto com essa nova geração e com todas as problematizações que esse público abrange é uma proposta extremamente desafiadora, pois ela deve estar preparada enquanto instituição educacional para proporcionar um ensino de qualidade respeitando todo o contexto ao qual ela abrange, ou seja, atender a todas as necessidades e diversidades.
Para que tal aconteça com eficácia, as escolas devem estar munidas de um projeto político pedagógico bem construído e embasado que supra as necessidades de sua clientela. E também um fator de suma importância é que todos os envolvidos nesse processo estejam dispostos a se engajar a desenvolver o que é proposto neste documento para que de fato haja uma interação no contexto escolar.

O que me entristece é saber que muitas vezes o que está no papel não condiz com a realidade vivenciada, ou quando condiz, as partes envolvidas não demonstram o mínimo interesse em desenvolvê-las. É uma triste realidade que deve ser mudada.

Condições para existência

A essência do homem é o conjunto das relações sociais, com isso fica claro que o homem produz sua própria existência, e é pela corporeidade que ele realiza esse processo, fazendo do mundo a extensão de suas experiências.

Através dessas vivências, o homem vai refletindo e ressignificando suas ações, ou seja, a partir do momento em que ele vai vivenciando suas ações ele vai absorvendo aquilo que é necessário e significante e descartando aquilo que não será produtivo, formando assim sua condição humana de ser ativo, pensante e reflexivo.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Work shop de avaliação.

Work shop.

Através deste trabalho avaliativo que conclui o semestre, pude perceber o quanto os conteúdos abordados fizeram diferença na minha trajetória educacional.
Enquanto lia alguns textos propostos nas atividades, não conseguia fazer relações com o que estava vivenciando. Aos poucos as idéias foram clareando e as leituras começaram a fazer sentido.
Hoje percebo o quanto tudo isso tem sido importante. muitas aprendizagens até o presente momento, espero vivenciar muitas outras e enriquecer minha história docente.
Confesso que não está sendo fácil conciliar trabalho, família e estudos, mas aprendi que possuo um potencial riquíssimo e que tenho condições para administrar tudo isso e muito mais. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Refletindo ações.

Refletindo as ações.

 A respeito de corporeidade, continuo relatando que este conceito refere-se as ações de cada indivíduo e não ao esquema corporal, ou seja, matéria física.
Com base neste argumento, faço menção ao poder que temos de influenciar nossas ações através de nosso cérebro e mente, pois ambos trabalham em conjunto um influenciando e dando suporte ao outro
Desta forma, através do que li na interdisciplina Corporeidade e fazendo interferências com o filme assistido, neste caso “Gênio indomável”, pude perceber que para de fato a educação aconteça é necessário haver um envolvimento afetivo, é preciso haver uma desestabilização.
Uma frase no texto me chamou atenção pois dizia que: “ ... é preciso desacomodar os alunos dos seus territórios, das suas certezas, e com essa inquietude produzir movimentos de construção de aprendizagem.” Com isso, acredito que o educador deve instigar o aluno a sair da zona de conforto e atuar nesse processo educativo, para isso, o educador deve se envolver junto nessa trama de aprendizagens.
Cada individuo possui um potencial muito grande, nosso cérebro é grande em possibilidades, muitas vezes podemos ser gênios, possuidores de uma inteligência impar, mas como no filme que mencionei, não adianta eu ter esse potencial e não querer usufruir dele.

Mediante o exposto, nós educadores devemos trabalhar todo esse potencial de nossos alunos, tendo em vista proporcionar momentos de reflexão. Não possuímos uma inteligência artificial, somos dotados de sentimentos e emoções, e neste contexto de corporeidade, é preciso se munir desses sentimento para mobilizar nossos alunos, fazendo com que eles coloquem-se em movimento, queiram fazer diferença, queiram participar da construção de suas vivências.