segunda-feira, 8 de junho de 2015

Filme Vista minha pele.

"Vista a minha pele."



Este filme relata uma inversão do que tem acontecido em nossas sociedades.
No filme a classe privilegiada era a dos negros, e os desprovidos de cultura, condições e infraestrutura era o branco.
Na escola, uma professora relatava que todos tem os mesmos direitos, independentes de raça, cor, religião. Será que isso é verdadeiro? Outro educador, desprezava a aluna branca por sua condição e ainda sentia pena, mas não demonstrou estar inquieto com a diferença, pra ela isso não era nada. 
Será que essas classes minoritárias, falando na nossa realidade, não tem o direito de sonhar? Devem se conformar com suas condições de vida e não irem em busca de uma mudança?
O filme levou-nos a refletir sobre esse impasse racial e discriminatório entre negros e brancos. Mas não é só neste contexto que se formam os grandes conflitos norteadores da educação.
 O importante é que cada indivíduo não se conforme com sua condição e lute, seja por qual for a questão, pois são as pequenas ações somadas umas às outras que geram grandes ações que fazem a diferença.
O que é preciso é cada um se aceitar da maneira que é e ter coragem de enfrentar as dificuldades.
O filme trouxe indagações bem instigantes:
* Será que um dia a escola vai de fato valorizar a diferença racial?
* Será que brancos, negros, pardos, índios, orientais vão ser tratados em condição de igualdade?
* Será que algum dia vai ser dito na escola por todos que os negros fizeram parte da construção da história, ou isso vai ficar somente entre páginas de livros?
Muitas vezes chego a pensar que é impossível mudar esse cenário, ou então longe de acontecer.
Tento fazer a diferença, tento mudar o rumo dessa história,. 
E você que lê esse texto o que tem feito a esse respeito?

3 comentários:

  1. Oi Elielda. Você como professora o que faz para fazer a diferença?

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  2. Colega Elielda como vc trabalha em sala de aula a questão das diferenças étnicas?

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