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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

REFLEXÃO DE POSTAGENS 9

Reflexão de postagens 9

No dia 17 de outubro de 2015 realizei uma postagem que tinha por título Idade certa para alfabetizar, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/10/idade-certa-para-alfabetizar.html

Na postagem eu trazia uma pequena reflexão sobre a hora da criança se alfabetizar, salgo bem sucinto.
Mas hoje eu tendo trabalhado por um período significativo com alfabetização eu percebo sim que a alfabetização pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar, assim como publiquei no post, mas eu acredito hoje, que cada criança tem seu tempo para que tal aconteça, que mesmo sendo estimulada, preparada, que tenha contato com esse mundo, ela ainda precisa amadurecer para depois desenvolver esse domínio.
Falo isso não que não acredite no que postei na primeira postagem e sim porque observei durante o estágio que algumas crianças possuem um acompanhamento exemplar em casa, sempre rodeados de material de leitura, vídeos, letras entre outros, e ainda não desenvolveram essa habilidade. Pode-se ainda pensar quem sabe essa criança tenha alguma dificuldade ou deficiência por isso não se alfabetiza.
É complicado saber, a  criança em questão não apresentou nenhuma característica específica, eu acredito que ela ainda não está preparado o suficiente para desenvolver suas habilidades na leitura.
Essas são visões que u ainda preciso refletir e analisar com mais atenção, até mesmo para poder continuar no processo alfabetizador.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 3

Reflexão de postagens 3.

No dia 24 de novembro de 2015 realizei uma postagem por título Relação teoria x prática, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/11/relacao-teoria-x-pratica.html

Essa postagem era referente a uma inquietação minha em relação ao ato de alfabetizar, nessa época eu tinha muito receio de pegar uma turma de alfabetização.
Hoje a realidade é bem diferente, realizei meu estágio em uma turma de primeiro ano.
Acreditava que não tinha condições de alfabetizar, que não daria conta, até mencionei na postagem que a interdisciplina de alfabetização não havia sido suficiente para abrir meu entendimento, confesso que estava errada, além da inter de alfabetização muitas outras me auxiliaram nessa etapa, conclui o ano letivo com  a turma em sua grande parte lendo e escrevendo onde as aprendizagens foram diferenciadas e significativas.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 2

REFLEXÃO DE POSTAGENS 2

No dia 27 de novembro de 2015 realizei uma postagem com o título Alfabeto em Libras, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/11/alfabeto-de-sinais.html

Essa postagem também não tinha nenhuma reflexão, apenas apresentei o vídeo de uma atividade que havia desenvolvido com minha turma. Poderia ter ao menos escrito que a havia sido minha impressão frente a atividade realizada, mas não. Essa atividade  foi impulsionada pela disciplina de alfabetização.
Hoje eu teria muito pra relatar sobre essa experiência.
Trazendo este contexto para os dias de hoje, posso relatar alguma coisa referente essa questão sobre algumas atividades que desenvolvi no estágio. Porém as atividades desenvolvidas no estágio foram motivadas também pela disciplina de Libras.
Eu aproveitei que no alfabeto ilustrativo da sala de aula possui letras em sinais e oportunizei a turma a se alfabetizar em dua línguas a nossa e a de libras.
Foi muito produtivo apesar de não termos surdos na sala e nem na escola, mas as atividades motivaram a turma e auxiliou no processo de alfabetização.
Hoje com a realização do estágio ficou bem mais clara essa perspectiva de trabalhar desde cedo mais de uma língua.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Abordagem interdisciplinar.

Com base no que li na leitura disponibilizada pela interdisciplina de Infância “Nove teses sobre a infância como um fenômeno social” , posso relatar que quando o autor fala em uma abordagem interdisciplinar no texto em questão, ele está enfatizando que em se tratando de infância, devemos ter vários olhares. Isso significa que a infância deve ser entendida não só como uma disciplina, mas sim em  suas múltiplas faces, como sociais, políticas, familiar, econômica...
Investe-se muito atualmente em grandes pesquisas, que no texto são abordadas como macros, onde trazem índices ampliados que não condizem com as especificidades das infâncias atuais. Essa amplitude não contempla a fundo a realidade vivida por muitas infâncias, faz-se necessário um estudo mais aprimorado para que se compreenda e atenda as infâncias que temos hoje, indiferente de classes sociais, gênero, entre outros, pois a diferença é gritante entre os acontecimentos a nível macro e micro.
Falando nessa diferença, posso citar as vantagens desse conhecimento adquirido a nível macro, as facilidades encontradas neste contexto oportunizam à essas crianças um acesso mais amplo e diversificado em varias áreas, ou seja, mesmo estando vivendo em uma era digital, onde tudo gira em torno de mídias e tecnologias, as infâncias que tem atendimento a nível macro estarão sempre em vantagem em relação as de nível micro, que são menos assistidas e desprovidas de tais vantagens.

Enquanto continuarem valorizando e dando atenção somente à essas pesquisas amplas, que trazem índices gerais, essas infâncias minoritárias continuarão na situação ao qual se encontram, como nulas diante de um sistema que nem se quer sabe de suas especificidades, inquietações, desejos. Infelizmente a lei da maioria tem prevalecido em nosso pais. Enquanto isso milhares de crianças vivem no anonimato.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Aprendizagens.

Fechamento da interdisciplina.

            Venho trazer aqui minhas impressões a respeito do que tenho aprendido com a interdisciplina de alfabetização e o que tem sido significativo em minha prática docente.
            Foi grande o meu aprendizado, confesso que sempre tive muito receio em alfabetizar uma criança, talvez por não compreender esse processo, e até mesmo por ver essa etapa da escolarização muitas vezes ser mal realizada ou então muito bem sucedida. Isso tudo me assusta, será que serei capaz, ou irei frustrar meus alunos? Com base nisso, talvez seja verdadeiro o que diz GRAFF (1994) que “ a alfabetização... é profundamente mal entendida...”
            Após fazer as leituras que foram disponibilizadas, consegui mudar minhas impressões em relação à essa temática, principalmente após ler a obra de Paulo Freire “ Importância do ato de ler”. Tinha comigo, em meus falhos pensamentos, que ser seria aquele momento em que uma criança conseguiria interpretar aquele amontoado de sinais gráficos, mas estava totalmente equivocada em minhas impressões, pois as palavras de Freire nesta obra me levaram a perceber que a leitura de mundo, a leitura de sua infância, foi a primeira e significativa leitura que uma criança pode fazer.
            Podem estar se perguntando, mas como educadora, você não havia se dado conta disso antes? Respondo, minha formação no curso de normal de magistério foi significativa, porém não me deu suporte suficiente para atender à todas as minhas duvidas, e no passar dos anos fiquei muito tempo afastada da educação, só retornando agora cheia de duvidas e novas perspectivas.
            Para justificar o que relatei em parágrafos anteriores, FREIRE (1981) diz em seu livro “Importância do ato de ler”, “A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de ler o mundo particular em que me movia- e ate onde não sou traído pela memória-, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que vou me entregando, recrio, e revivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra.”

            Depois de ter lido essa obra e também alguns textos e artigos de Emilia Ferreiro, pude aprender que a leitura esta muito alem das palavras, e com isso posso afirmar que em minha pratica docente, a partir desse aprendizado, tenho valorizado e dado muito mais atenção à leitura de mundo que os meus alunos trazem para dentro da sala de aula. E também tenho compreendido melhor como se deu o processo de alfabetização da minha filha, pois muitas vezes sou questionada a dizer como ela se alfabetizou, e eu fico sem palavras, pois acreditava não ter influenciado tanto nessa etapa, mas percebo que a infância que ela passou e ainda passa foi crucial para seu desenvolvimento como leitora de mundo e posteriormente de palavras.

Alfabeto de sinais

Aprendendo a língua de sinais.

Alfabeto em libras.

Esses alunos são de mais.


Musica palavra cantada.


Musicalidade com libras.

Atividade realizada na Escola Marcilio Dias.

Turma de I° ano.

Uma maneira simples de interagir e socializar com todos, mesmo com quem não pode escutar.

Estavam lindos.





domingo, 1 de novembro de 2015

Pratica pedagógica



Aprofundar nossos conhecimentos é muito bom, ainda mais em se tratando de um assunto que instiga minha curiosidade como o processo de alfabetização.
Sempre quis trabalhar diretamente com alfabetização, mas o medo de não conseguir concluir e desenvolver os objetivos propostos me frustram levando-me a sentir-me incapaz de desenvolver essa função, com isso acabo optando por turmas fora da alfabetização.

Agora mediante os esclarecimentos obtidos, percebo que não é tão difícil e nem impossível. Tendo o conhecimento de como funciona, ou seja, como interferem esses fatores no processo de alfabetização, eu enquanto educadora, posso estar mais atenta e saber direcionar melhor o foco para que a aprendizagem realmente aconteça.

Relação texto e imagem.

O que esta escrito e o que se pode ler.
Relação texto e imagem.

O professor tem que entender que antes da alfabetização a criança ainda não associa a letra ao significado do objeto, ela reconhece o nome de algumas letras e isso para ela basta, ou seja, sabe identificar oralmente o nome de todos os objetos porem não associa a escrita. Com o avanço eles vão adquirindo a noção de que um conjunto de letras significa o nome de determinado objeto, mesmo utilizando a mesma palavra em objetos diferentes, em determinada fase a criança vai começar a fazer uma relação de identificar as letras e se for mudada a palavra entre as figuras, ela conseguirá interpretar qual desenho/objeto pertence a cada palavra, sendo assim eles reconhecem a permanência das palavras. Em outro momento frente a uma imagem e supostamente uma frase simples, eles relacionam mais de um nome, nesta fase conforme eles vão visualizando a imagem, fazem uma relação quantitativa e após também uma relação qualitativa, tudo em torno de hipóteses pois ainda não estão alfabetizadas. Partindo para a construção de uma frase mais complexa, eles ate pronunciam a frase, mas na hora de ler, para eles só aparecem substantivos, o restante não é importante. Em outra etapa eles começam a fragmentar as palavras, agora identificando também mais uma palavra, neste caso a ação. Numa etapa posterior a criança já começa a identificar mais fragmentos na frase porem ainda tem dificuldades para identificar os artigos por se apresentarem sozinhos acham que fazem parte da palavra anterior ou seguinte. Aos poucos ela vai relacionando todas as palavras pronunciadas com as palavras escritas, mas ainda apresenta dificuldades para interpretá-los. Mesmo fazendo os segmentos corretamente não significa que esteja alfabetizada. Para que esse processo aconteça, as crianças precisam passar por uma trajetória ate entender que tudo que falamos  escrevemos e conseqüentemente na mesma ordem, elas adquirem essa noção participando de praticas que envolvam a leitura mesmo antes do ato de ler.


sábado, 17 de outubro de 2015

Entendimentos

Relação de entendimentos.



Acreditava-se que a aprendizagem acontecia dentro de quatro paredes da escola, mas Emilia Ferreiro desmistificou essa teoria trazendo novos questionamentos, agora o foco não é mais o “como ensinar” mas sim o “como se aprender”.




O interessante é que antigamente achava-se correto que a criança se alfabetizasse somente em sala de aula com a intervenção do professor, e que se a alfabetização não acontecesse é por conseqüências de aprendizagem do aluno.




Tudo isso mudou, pois o foco das pesquisas também mudaram.




A partir dos estudos de Emilia ferreiro, muitas coisas se esclareceram  e muitas metodologias mudaram, pondo em pratica didáticas que dialoguem com a aprendizagem dos alunos, que reconhecem o conhecimento que eles já possuem, que façam a ponte entre esse conhecimento e o que precisa ser ensinado, garantindo-lhes o direito de aprender.




Encontra-se em evidencia a questão da alfabetização, o fato é que as escolas brasileiras, segundo pesquisas, não estão cumprindo eficazmente com o ato de ensinar a ler e escrever. Isso é lamentável.




O período de tempo que um aluno passa na escola é suficiente para ensiná-lo muitas coisas, ou também negar-lhes o direito de aprender.




É preciso que o educador tenha consciência do seu papel e que acredite no potencial de seu aluno, só assim de fato a aprendizagem, neste caso a alfabetização.

Relação de estudos

Relação dos estudos com a pratica pedagógica.

Através das leituras e dos vídeos assistidos muita coisa ficou mais clara em minha mente e outras só veio a reforçar o que já trabalho e defendo como teoria.
                                                                                                                                 
          #Acredito que a aprendizagem gira em torno do meu aluno.

       #Que preciso acreditar que o aluno possui potencial para construir saberes.

       #Como educadora tenho que ter consciência de minha função e atribuições.

       #É muito relevante o contato com a leitura na educação infantil, pois ela serve como uma introdução para o então ingresso no fundamental.

         #É interessante o que relata Emília quanto a idade para se alfabetizar, não há uma idade  propriamente dita e sim cabe ao adulto e nós educadores  observar se a criança já encontra-se preparada para tal ou não.

       #Quanto ao processo da escrita, ela não é apenas um código e sim uma maneira de representar a língua oral.

Sobre os modos de aprender a ler e a escreve.

Sobre os modos de aprender a ler e a escrever.

O texto de Ivani Souza Ávila, para mim foi muito esclarecedor, pois no momento em que ela dividiu com os leitores suas experiências escolares, ou fracassos  como citou, ficou claro que nossas metodologias não estão atingindo os alunos, e é que pode estar o grande vilão da alfabetização.
O poema anexado no texto "A oração da criança", deveria ser um texto de cabeceira para todos os educadores, para que leiamos diariamente e entendamos as súplicas da s crianças.
assim como a autora, eu também acredito que a alfabetização é simples e pode ser prazerosa.
Recentemente me deparei com uma aluna que apresentava problemas neurológicos que influenciam na coordenação motora, no raciocínio, entre outros, e ao fazer o seu parecer trimestral, coloquei que a aluna apresentou um bom rendimento, em seguida fui questiona pela supervisão a respeito de seu bom rendimento, se eu estava certa do que tinha escrito, se ela não escreve e nem consegue produzir textos como teria um bom rendimento. Esclareci que ela foi capaz de interagir oralmente, participando com motivação nas aulas, dominando com precisão a área lógico matemática, o fato de ela não conseguir desenvolver grandes textos não significa que não tenha acontecido uma aprendizagem significativa.
Eu valorizo muito tudo isso, e junto com meus alunos produzimos a nossa leitura de mundo, não noa atemos somente ao aprendizado dentro da sala de aula, nós saímos em busca de novos aprendizados fora dela, contando com o apoio da família e comunidade.
Tudo isso só faz enriquecer o processo de aprendizagem pois todos são capazes.

A importância do ato de ler.


A importância doa to de ler.
A leitura começa mesmo antes de a criança estar na escola,
dá-se início neste processo a partir do momento em que ela interage com o mundo a sua volta.
A partir dessa leitura de mundo vivenciada pelos pequenos, porém significativos momentos, levam a construir uma bagagem cheia de valores para então formar o processo de leitura e escrita. Assim a criança consegue ler e entender o mundo através do que ela observa, do que tem contato.
Este ato é de suma importância, as vivências de cada um, devendo ser respeitadas e utilizadas na construção da leitura e escrita, ou seja, temos que respeitar os níveis de compreensão que os educandos -não importa quem sejam, crianças ou adultos- tem de sua própria realidade.
Então assim, desde o começo, numa prática democrática e crítica, leitura de mundo e posteriormente leitura da palavra estão juntas.

Idade certa para alfabetizar.

Idade certa para se alfabetizar.


 Existe ou não uma idade certa para se alfabetizar?

A alfabetização se dá como um processo e esses processos acontecem na medida em que surgem possibilidades, ou seja, a partir do momento em que a criança tem contato com livros, escritos, jornais, revistas, ....
Segundo Emília Ferreiro, a criança não pede permissão para aprender, cabe a nós adultos identificar se o processo já começou ou não.




Leitura e escrita na educação infantil.

Leitura e escrita na educação infantil.




É muito importante na educação infantil introduzir a criança no contexto da leitura e escrita, mas isso deve ser feito cuidadosamente, pois neste período não estaremos alfabetizando propriamente dito, e sim proporcionando momentos em que ela interaja com este conceito.
Ler para uma criança de educação infantil é fundamental, no momento em que o adulto lê para ela , tudo torna-se fantasioso, e acriança se envolve na leitura, muitas vezes ela nem entende aquilo, mas a relação que faz com o que esta sendo lido lhe instiga a procurar entender e então começa a ocorrer a aprendizagem.
Mas todo esse processo deve ser embutido de sentimentos e não simplesmente o fazer por fazer, pois muitas vezes é na educação infantil o primeiro contato que a criança tem com o mundo da leitura e escrita.
Sendo assim, é na educação infantil que se dá uma introdução desse processo, não quer se dizer que estamos antecipando etapas e sim preparando o aluno  para o ingresso no fundamental.

A psicogênese de Ferreiro.

A psicogênese de Ferreiro.

Encontra-se em evidência a questão da alfabetização, o fato é que, as escolas brasileiras, segundo pesquisas, não estão cumprindo eficazmente com o ato de ensinar a ler e a escrever. isso é lamentável.
O período de tempo em que um aluno passa na escola é suficiente para ensiná-lo muitas coisas, ou também negar-lhe o direito de aprender.
É preciso que o educador tenha consciência do seu papel, que seria o de mediador, promovendo momentos de interação com a aprendizagem do aluno com o que o educador e o aluno sabem e que acredite no potencial de seu aluno, só assim de fato ocorrerá a aprendizagem, neste caso a alfabetização.

Como se deve ensinar a ler e escrever.


Como ensinar a ler e escrever.
Acreditava-se que a aprendizagem acontecia dentro das quatro paredes de uma escola, mas Emília Ferreiro desmistificou essa teoria trazendo novos questionamentos, agora não se prega mais o "como se ensina" mas o "como se aprende".
 O interessante é que antigamente achava-se correto que a criança se alfabetizasse somente na sala de aula com intervenção do professor, e que se a alfabetização não acontecesse era somente por dificuldades do aluno.
Tudo isso mudou porque o foco das pesquisas mudaram.
A partir dos estudos de Emília Ferreiro, muitas coisas se esclareceram e muitas metodologias mudaram, pondo em prática que dialoguem com a aprendizagem dos alunos, que reconhecem o conhecimento que eles ja possuem, que façam a ponte entre esse conhecimento e o que precisa ser ensinado, garantindo-lhes o direito de aprender.
Acredito que não ajam pontos negativos a respeito dessa questão, das teorias da psicogênese da escrita pois imagino que ela aina encontra-se em desenvolvimento sendo ainda experimentada por muitos educadores que rejeitam sair do habitual, tudo é válido se estamos em busca de melhorias para a educação, neste caso alfabetização. Se alguma coisa não está dando certo, não significa que deva ser descartada e sim reavaliada.