sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

REFLEXÕES DE POSTAGENS 10

Reflexões de postagens 10

No dia 4 de junho de 2016 realizei uma postagem com título Minha , minha vida, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2016/06/minha-voz-minha-vida.html

Esta postagem trazia uma reflexão significativa sobre o mau uso da voz que nós profissionais desenvolvemos.
É muito comum ainda ver professores que não dão atenção para o tom de voz que usa na sala de aula.
A voz é  a nossa mais potente ferramenta educacional, é necessário muita prudência no seu uso.
Ouço muito professores falando que as turmas são bem agitadas e por isso necessitam alterar a voz, eu mesma continuo nesse embalo, mesmo tendo refletido na época da postagem e visto que era necessário mudar.
Se eu mudar minha postura profissional e minhas metodologias, com certeza a turma irá corresponder melhor as expectativas do professor.
Muitas vezes não é a turma que é agitada e sim o professor que tem dificuldades de conduzi-la e melhorar suas metodologias.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 9

Reflexão de postagens 9

No dia 17 de outubro de 2015 realizei uma postagem que tinha por título Idade certa para alfabetizar, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/10/idade-certa-para-alfabetizar.html

Na postagem eu trazia uma pequena reflexão sobre a hora da criança se alfabetizar, salgo bem sucinto.
Mas hoje eu tendo trabalhado por um período significativo com alfabetização eu percebo sim que a alfabetização pode acontecer a qualquer momento e em qualquer lugar, assim como publiquei no post, mas eu acredito hoje, que cada criança tem seu tempo para que tal aconteça, que mesmo sendo estimulada, preparada, que tenha contato com esse mundo, ela ainda precisa amadurecer para depois desenvolver esse domínio.
Falo isso não que não acredite no que postei na primeira postagem e sim porque observei durante o estágio que algumas crianças possuem um acompanhamento exemplar em casa, sempre rodeados de material de leitura, vídeos, letras entre outros, e ainda não desenvolveram essa habilidade. Pode-se ainda pensar quem sabe essa criança tenha alguma dificuldade ou deficiência por isso não se alfabetiza.
É complicado saber, a  criança em questão não apresentou nenhuma característica específica, eu acredito que ela ainda não está preparado o suficiente para desenvolver suas habilidades na leitura.
Essas são visões que u ainda preciso refletir e analisar com mais atenção, até mesmo para poder continuar no processo alfabetizador.

REFLEXÕES DE POSTAGENS 8

Reflexões de postagens 8

No dia 31 de outubro de 2015 realizei uma postagem bem interessante por título Comparativo entre leituras, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/10/comparativo-entre-leituras.html

Nesta postagem eu apontei de uma maneira bem clara os pontos em comum de cada leitura, eram textos da interdisciplina de história que traziam questões que hoje estamos vivenciando de uma foram um pouco diferente mas acredito que com objetivos semelhantes.
Os textos traziam questões a cerca de como se forjou as instituições de ensino e as problemáticas vividas na época para que se mantivesse uma educação de qualidade.
Hoje com milhares de instituições já constituídas, nos deparamos com mais uma luta em busca de melhorias na educação. 
A Base Nacional é um exemplo de que ainda se pensa na educação e tenta-se promover melhorias no âmbito educacional.
Mas é claro que toda essa introspectiva é maravilhosa, mas só irpa dar certo se houver empenho da parte dos profissionais envolvidos, se houver uma tomada de decisão coletiva na tentativa de abraçar essas mudanças e apostar em uma educação significativa.

REFLEXÕES DE POSTAGENS 7

Reflexões de postagens 7

No dia 9 de julho de 2015 realizei uma postagem que tinha por título Pedagogia da autonomia, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/07/pedagogia-da-autonomia.html

Esta postagem eu achei que foi bem completa, ela apresentou um livro bem conhecido e nela pude contribuir com a minha visão a cerca do conteúdo do mesmo.
Minha visão sobre o livro não mudou, continuo acreditando no potencial do livro e nos ensinamentos que ele proporciona para nós educadores.
Esse livro contribuiu bastante em sua essência para a construção das metodologias desenvolvidas no estágio, assim como uso os ensinamentos do autor nesse livro para minha vida profissional, não poderia fazer diferente enquanto realizava o estagio obrigatório.
Rever nossas práticas, refletir sobre ela, acreditar no aluno e muito mais, são requisitos indispensáveis de um bom professor.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 6

Reflexão de postagens 6

No dia 24 de novembro de 2017 realizei uma postagem por título Práticas, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2016/11/praticas.html

Essa postagem trazia uma reflexão sobre as práticas desenvolvidas em sala de aula que motivam os alunos.
Eu continuo apostando nessa temática, tanto que desenvolvi todo o meu estágio baseado em práticas diferenciadas.
Hoje mais do que no período citado acredito que a prática envolve o aluno com mais seriedade, o aluno interage muito mais com a aprendizagem, e no caso do primeiro ano as aprendizagens foram sendo construídas de maneira descontraída, com eles menos perceberam estavam lendo, a atividade da maleta viajante registrada no projeto de estágio foi exemplo de novas práticas que motivou o aluno e proporcionou muitas aprendizagens significativas.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 5

Reflexão de postagens 5

No dia 30 de novembro de 2016 realizei uma postagem por título Observações, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2016/11/observacoes.html

Tratava-se de uma publicação sobre a iniciativa de dois alunos em se ajudarem na atividade proposta.
Hoje percebo o quanto essa iniciativa é importante, pois anteriormente ao ingresso no curso eu não permitia conversas paralelas na sala, mas ao ir interagindo com as colegas percebi que agia de maneira errônea com meus alunos.
Vi na atitude dos dois alunos se ajudando que o que as vezes julgamos por conversa é simplesmente uma troca de aprendizagens ou até a construção de novas aprendizagens.
É preciso reavaliar nossas metodologias.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 4

Reflexão de postagens 4

No dia 14 de dezembro de 2016 realizei uma postagem por título Ensinando o passado, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2016/12/ensinando-o-passado.html

 A postagem era sobre algum texto de Estudos sociais que eu trazia uma reflexão sobre trabalhar diversas temáticas em sala de aula seja ela atual ou não.
Relendo a postagem o que me chamou a atenção foi essa frase: 
   Vivemos a história diariamente, e neste contexto cabe a nós educadores mediar essa temática entre os tempos, não deixando passar despercebido o que já se passou, valorizando o que temos de importante no agora e preparando nossos alunos para construir o amanhã.

Ela vai  bem de encontro aos meus planejamento atuais, continuo acreditando nessa proposta, temos que preparar nossos alunos para serem cidadãos, para atuarem e não se conformarem com uma sociedade injusta e despreparada. 

REFLEXÃO DE POSTAGENS 3

Reflexão de postagens 3.

No dia 24 de novembro de 2015 realizei uma postagem por título Relação teoria x prática, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/11/relacao-teoria-x-pratica.html

Essa postagem era referente a uma inquietação minha em relação ao ato de alfabetizar, nessa época eu tinha muito receio de pegar uma turma de alfabetização.
Hoje a realidade é bem diferente, realizei meu estágio em uma turma de primeiro ano.
Acreditava que não tinha condições de alfabetizar, que não daria conta, até mencionei na postagem que a interdisciplina de alfabetização não havia sido suficiente para abrir meu entendimento, confesso que estava errada, além da inter de alfabetização muitas outras me auxiliaram nessa etapa, conclui o ano letivo com  a turma em sua grande parte lendo e escrevendo onde as aprendizagens foram diferenciadas e significativas.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 2

REFLEXÃO DE POSTAGENS 2

No dia 27 de novembro de 2015 realizei uma postagem com o título Alfabeto em Libras, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/11/alfabeto-de-sinais.html

Essa postagem também não tinha nenhuma reflexão, apenas apresentei o vídeo de uma atividade que havia desenvolvido com minha turma. Poderia ter ao menos escrito que a havia sido minha impressão frente a atividade realizada, mas não. Essa atividade  foi impulsionada pela disciplina de alfabetização.
Hoje eu teria muito pra relatar sobre essa experiência.
Trazendo este contexto para os dias de hoje, posso relatar alguma coisa referente essa questão sobre algumas atividades que desenvolvi no estágio. Porém as atividades desenvolvidas no estágio foram motivadas também pela disciplina de Libras.
Eu aproveitei que no alfabeto ilustrativo da sala de aula possui letras em sinais e oportunizei a turma a se alfabetizar em dua línguas a nossa e a de libras.
Foi muito produtivo apesar de não termos surdos na sala e nem na escola, mas as atividades motivaram a turma e auxiliou no processo de alfabetização.
Hoje com a realização do estágio ficou bem mais clara essa perspectiva de trabalhar desde cedo mais de uma língua.

REFLEXÃO DE POSTAGENS 1

Reflexão de postagens 1

No dia 06 de dezembro de 2015 realizei uma postagem por título Manifesto da Educação, disponível no link https://elielda2431.blogspot.com/2015/12/manifesto-da-educacao.html .

A postagem era uma cópia simplesmente de um poema da interdisciplina de História.
Refletindo sobre a postagem, percebi que ela não apresentou nenhuma espécie de conteúdo específico, não apresentei para que seria, ou por que me motivei escrever ela.
Hoje revisando as postagens do blog, ela me chamou a atenção pois apresenta característica comuns vivenciadas durante o meu estágio recém realizado. 
É impressionante que mesmo com o passar do tempo as questões educacionais não mudam, este texto publicado já ha algum tempo ainda apresenta profundas indignações que temos no dia a dia em sala de aula.
Quem sabe quando publiquei essa postagem não estava atenta a essa temática, talvez a permanência no curso tenha me feito pensar mais nas questões comuns, ver com outros olhos a educação e reivindicar mais por ela.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Vivencias

Semana passada estava na minha escola a noite e aproveitei a oportunidade para observar um pouco o perfil dos alunos matriculados na EJA, tendo em vista uma atividade que está sendo desenvolvida.
Pude perceber que a grande maioria dos alunos são pessoas bem jovens que não possuem nenhuma responsabilidade com os estudos, digo isso pois presenciei um fato que me chamou a atenção, quando dois jovens chegaram na frente da escola foram abordados pelos demais que ali estavam e conversaram sobre as aulas que teriam naquela noite, um deles falou em alto tom que não ficaria na escola pois o professor que lhes daria aula ele não gostava e voltou para casa.
Eu fiquei questionando, qual seria o motivo deste aluno não querer ter aula com esse professor, seria este professor excelente que conta a estimula os seu a alunos e este aluno não quer ter responsabilidade ou este professor não está bem aí pro aluno deixando tudo por conta. Confesso que fiquei curiosa.
Na aula presencial dessa semana pude entender um pouco mais essas relações através dos relatos dos grupos e também da fala do professor.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Relato

Neste semestre estamos trabalhando assuntos bem instigantes que me tem feito refletir sobre minha prática e também reviver etapas que ja foram percorridas.
Na interdisciplina de tecnologia pide ver o quanto a tecnologia esta presente no nosso cotidiano desde sempre e também como a mesma pode influenciar sobre nossas atitudes e decisões.
Relatei em outra postagem que parei para observar o perfil dos alunos da EJA de minha escola, neste mesmo dia encontrei no saguão da escola um senhor muito conhecido da minha família. Não sabia que ele estava estudando, então resolvi falar com ele e lhe dar parabéns pela atitude. Claro que não pude deixar de fazer a pergunta: o que te motivou a estudar? Ele respondeu que ja havia se matriculado outras duas vezes mas nunca tinha dado continuidade, então perguntei qual a diferença nesta vez, ele disse que Deus netos estão com computador e Internet em casa e ele gostaria de dominar esses bichos. Rimos muito de sua fala, mas compreendo que as tecnologias tem sido uma motivação para muitos assim como para o seu Euzébio.
Faço votos de que ele conclua os estudos e atinja seus objetivos.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Inovações pedagógicas

Inovações Pedagógicas.

Realizando a leitura do texto de Maria Isabel Cunha, pude entender por inovação pedagógica que trata-se de uma nova metodologia, uma nova forma de ver e avaliar a forma como se desenvolve a educação.
O texto traz um apontamento de uma entrevista com coordenadores a cerca da inovação, alguns apontam que essa inovação é romper com o passado, eu acredito como alguns coordenadores também, que não é necessário esse tipo de ruptura mas sim ter um novo olhar sobre o que ficou pra trás, buscando assim refletir sobre as práticas visando uma transformação.
Percebo que isso são inovações pedagógicas, novos olhares  e interesses.
É claro que isso gera muita desacomodação, sendo esse um fator que influencia muito na decisão de inovar.
Como sempre digo, tudo que é novo assusta, traz uma certa resistência, mas faz-se necessário, novas metodologias, formas diferenciadas de trabalhar, de exigir, permitir-se interagir, refletir.
Isso é só o ponto de partida, a medida que nos disponibilizamos, novas oportunidades surgem e as ideias fluem, e a educação começa a tomar novos rumos.

sábado, 26 de maio de 2018

Alfabetização de adultos


Resenha do texto Alfabetização de adultos: ainda um desafio.
( Hara, Regina )
            Para esta atividade, fomos instigados a realizar uma leitura da autora Hara, onde trouxe-nos contribuições relevantes a cerca da psicogênese da língua escrita com jovens e adultos. Seu texto apresenta um trabalho riquíssimo realizado na área da alfabetização de jovens e adultos baseado nos ensinamentos e referenciais de Paulo Freire e Emília Ferreiro.
            Também tivemos a oportunidade de assistir alguns vídeos que abordaram o desenvolvimento de algumas atividades de alfabetização e letramento com adultos que vieram a complementar o que a autora aponta em seu texto.
            Pude observar e refletir com os materiais disponibilizados, que os adultos não alfabetizados assim como as crianças, já possuem alguma relação com a escrita, eles já diferenciam ou conhecem os códigos, e também enfrentam dificuldades, o diferencial é que socialmente, esses adultos sentem-se discriminados e impotentes.
            A autora enfatiza muito os estudos de Paulo Freire, e neste contexto o método de Freire é político no sentido de libertação de todos os seres humanos, ou seja, na escola, ou nos grupos de alfabetização, deve-se levar os indivíduos a acreditar que é possível realizar uma leitura de mundo.
            A leitura de mundo, pude perceber e entender que é essencial para a educação, pois assim, após o ingresso no processo de alfabetização eles vêem com mais clareza as coisas, passam a entender melhor situações do cotidiano e com a leitura de mundo conseguem entender a realidade e refletir sobre ela.
            Os vídeos me fizeram perceber que como esses jovens e adultos não dominam a leitura e a escrita, é necessário utilizar muito a oralidade para levá-los a perceber a própria escrita e na prática, valorizar o erro é preciso. O erro é necessário para que entendam o que precisa ser corrigido.
            Usar subsídios do dia a dia como tema gerador gera uma compreensão e uma assimilação maior da produção escrita.
            Tudo que observei com o material disponibilizado tem sido muito válido, principalmente no que se refere às nossas práticas, pois ela é a base para que qualquer processo seja efetivo.
            Acredito que a valorização do indivíduo, a utilização do meio, as contribuições de cada um  e a disponibilidade do educador fazem toda a diferença, é necessário reflexão sobre a forma como desenvolvemos e aplicamos nossas metodologias para melhor atender e auxiliar nossos alunos, sejam eles crianças ou adultos.
Referências:
HARA, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. Ed. São Paulo: CEDI, 1992.


sábado, 12 de maio de 2018

Planejamento

Planejamento
  
Realizando a leitura da autora Maria Luisa Xavier, me reportei ao tempo em que estudei no curso de magistério.
Lembrei de como era realizar os famosos planos de aula nas aulas de didática.
Porém uma grande diferença, naquele tempo, os planos eram direcionados a uma área do conhecimento.
Hoje trabalhamos com a integração e nossas aulas tem proporcionado aos alunos mais interação e participação.
Foi uma leitura produtiva que me fez observar as mudanças na educação que mencionamos na atividade realizada nesta mesma interdisciplina, sobre as transformações na educação e a necessidade de acompanhar as mudanças.

As origens da modalidade do ensino integrado.


           
                                     As origens da modalidade do ensino integrado.

             Para a realização desta atividade, fui instigada a realizar uma reflexão entre assuntos de vera muito importantes para o desenvolvimento  educacional dos alunos.
     Vi entre as leituras realizadas como se apresentou a evolução industrial e conseqüentemente seguindo os mesmos processos a tentativa de uma evolução educacional.
            Na leitura de Santomé, “As origens da modalidade de currículo integrado”, observei como desenvolveu-se o processo de evolução industrial e como também a escola ou a educação em geral se espelhou nessa perspectiva de mudança do mercado econômico para tratar de evoluir também.
            O processo se deu seguindo uma tendência Fordista e Taylorista que acentuavam a fragmentação de serviços prestados, não acreditando na capacidade dos indivíduos de se envolverem em mais de um tipo de atividade, com o passar dos tempos, essa organização apresentou características de desapontamento e até mesmo falhas, houve assim a necessidade de uma reorganização, esta por sua vez chamou a atenção por trabalhos em grupos pautados pela cooperação e o intuito de aumentar a produtividade e levar a empresa ao êxito esperado.
      Frente à essas mudanças, vê-se a necessidade de uma reorganização da esfera educacional, observei que a partir desse momento, os envolvidos no processo educacional passam a valorizar o que Japiassu aponta quanto aos compartimentos em que se divide o currículo e passam a valorizar mais as práticas educativas pautadas na interdisciplinaridade e no ensino globalizado visando um ensino integrado, ou seja, onde haja uma ligação entre uma aprendizagem e outra.
            Entendi com as leituras  que as escolas ao se espelharem nas mudanças do mercado de trabalho, para promover uma mudança na metodologia utilizada por professores,   contribuiu também para um retorno ao mercado de trabalho, pois se nas escolas o ensino globalizado pode e deve levar o aluno a entender melhor o contexto e atuar sobre ele, esse aluno estará sendo forjado para futuramente atuar no mercado de trabalho com mais reflexão.
            Concluí que muito ainda deve ser mudado nas instituições escolares, para realmente se desenvolver essas mudanças e reformulações, é necessário profissionais competentes, habilidosos e com muita disposição e desprendimento, pois são muitos desafios a serem enfrentados, pois desenvolver uma educação integrada requer total desacomodação e sei que ainda há muitos profissionais que somente falam e não desenvolvem essa tendência, o que acho lamentável.

domingo, 29 de abril de 2018

A criança e o adolescente no ciber espaço.

A criança e o adolescente no ciber espaço.

Participando do ciclo de palestras que mencionei em outra postagem, fomos alertados pelo Dr Cristiano Colombo, da necessidade de uma atenção redobrada em relação ao uso da internet, pois a questão do real, ou do que é realidade para melhor entender, não deixa de existir ou ser realidade em um ciber espaço. As informações publicadas, o que é compartilhado faz parte do cotidiano, é real e pode ter consequências seu uso indevido na rede. Ao lançar um conteúdo na rede, mesmo que após segundos seja deletado, ele fica nos ciber espaços ao contato de todos.
Muitos tem o conhecimento disso, mas como estamos sempre mediando nossos alunos, não nos custa informá-los dessas questões para assim evitar possíveis contra tempos.
Não é o caso de banir dos adolescente ou crianças o uso das redes e sim monitorá-los com mais atenção. Uma dica. Uma reflexão.

Juntos ou conectados

Juntos ou conectados.

Refletindo sobre as temáticas que envolvem a interdisciplina de tecnologias da comunicação e informação percebi o quanto o uso de redes sociais pode ser um perigo para as relações familiares.
O fato de estarmos em um mesmo lugar, hoje em dia, não significa estarmos propriamente juntos, por vezes a conexão nos afasta das pessoas próximas.
Os dois termos não são sinônimos, uma questão é bem diferente da outra.
Com basa nisso acredito que o professor deve mediar os seus alunos na tentativa de mostrar-lhes que é possível achar seu lugar na sociedade sem que se perca oportunidades pelo caminho, com isso o professor deve desenvolver o papel de re-existir, ser capaz de levar os alunos a entenderem que é possível lidar com as ofertas das tecnologias sem anular seu papel no seio familiar e sociedade.

Professores antenas

Professores antenas.

 Neste mesmo ciclo de palestras que participei ouvi do palestrante Celso Rodrigues que os professores são como antenas, pois captam para suas salas de aula todas as questões e conflitos sociais do aluno.
Eu acredito plenamente em suas palavras, pois mesmo em meio  a modernidade líquida, onde tudo se transforma ou se modifica, ainda há professores que desenvolvem esse papel de antenas, e que além de captar ainda auxiliam seus alunos a enfrentarem reflexivamente seus problemas, a enfrentarem a realidade de maneira produtiva.
Fala-se muito em crise, mas o nosso papel enquanto educadores é o de desenvolver o rela sentido da palavra crise no grego, que vem a ser avaliar, julgar.
Devemos rever nossas metodologias, nossa forma de avaliar e interagir com nosso aluno.
Nada é pra sempre, tudo muda, o que fica é o pouco que conseguimos fazer na mente dos nossos alunos.

A construção da personalidade.

A construção da personalidade.

Esta semana participei de um ciclo de palestras em  meu município e em uma delas me deparei com essa frase: 
" O meio em que vivemos pode influenciar?"
( Jenifer Nunes Simões, palestrante)
Isso me chamou a atenção, entendi que o meio pode influenciar sim, mas não é ele que vai conduzir a personalidade.
Com isso me reporte ao ato da avaliação em nossa sala de aula, e observei que devemos estar muita atentos na hora de concluirmos as avaliações, até que ponto meu aluno realmente sabe, ou apenas está sendo influenciado pelo meio.
Aí deve-se estar perguntando o que as aprendizagens do aluno tem a ver com a construção das aprendizagens, acredito ser uma teia, a medida que a criança nasce, ela passa a construir sua personalidade a medida que vai assimilando e construindo suas aprendizagens.
Uma temática muito interessante e construtiva.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Definição


Definição
Buscando entender um pouco mais sobre o que é a Eja e sua definição, comecei a realizar as leituras disponibilizadas na interdisciplina para realizar algumas atividades. Pude esclarecer algumas questões e começar a ter uma visão diferenciada do que sabia.
A definição do conceito da EJA no meu  ponto de vista, embasado nas leituras realizadas, é uma categoria organizacional da rede pública constante da estrutura da educação nacional, com finalidades e funções específicas.
A EJA reconhece a história social brasileira e busca uma reparação desta realidade, tendo em vista princípios de igualdade, ou seja, ela visa um processo de formação e capacitação de indivíduos que não tiveram oportunidades.
Dentro dessa premissa observei que a EJA desenvolve função reparadora, equalizadora e qualificadora. A primeira  vai ao encontro de resgatar um direito do indivíduo que lhe foi em um determinado momento negado, o direito ao letramento, proporcionando a esses indivíduos o resgate do igual na sociedade. A segunda, a função equalizadora, dá a esses indivíduos o direito de ingressarem em uma instituição de ensino ou retornarem, e poderem se estruturarem socialmente, profissionalmente, culturalmente. Por fim tem a função qualificadora, esta por sua fez, integra o indivíduo possibilitando a eles uma atualização para se desenvolverem plenamente na sua sociedade, ela fornece subsídios necessários para a qualificação desse indivíduo ao retornar para o trabalho, família, grupo com mais conteúdo, com mais preparação.
Tendo chegado a essa visão da função da Eja, percebo que minha escola tem desenvolvido a função equalizadora e qualificadora.

Uso de tecnologias

Uso de tecnologias.

Há algum tempo atrás eu entendia que tecnologia relacionava-se somente ao uso de máquinas.
Mas hoje percebo que o uso de tecnologias é bem mais amplo do que este conceito.
Esse entendimento pude obter devido as sábias e simples palavras do professor da interdisciplina.
Não nos damos conta, mas fazemos uso das tecnologias posso dizer que diariamente em nossas salas de aula, a partir do momento que usamos um celular pra ver as horas, ou melhor, a partir do momento que desbloqueio o celular para ver a atividade que desenvolverei.
Tecnologia não refere-se ao aparelho que permito usar para desenvolver uma atividade, e sim os meios que utilizo para que tal atividade alcance meu aluno, é algo tão complexo e simples ao mesmo tempo.
Essa interação depende do uso e das práticas que desenvolvo dentro das minhas metodologias.

EJA

EJA.

Em um encontro presencial desta interdisciplina mencionada no título, fomos instigados a refletir sobre o que (des) conhecemos a respeito da EJA.
Enquanto em grupo comentávamos a atividade, antes de relatar para o grande grupo e para o professor as nossas contribuições sobre o assunto, comentamos uniformemente que a clientela da Eja atualmente seria quase que uma totalidade de alunos evadidos, marginalizados, excluídos do diurno por não condizerem mais com o perfil.
Esse mês tive a oportunidade de estar na escola no turno da noite para um encontro do Pnaic e pude constatar que realmente essa é a clientela que frequenta a nossa escola.
É claro que temos aqueles que necessitam estar ali por motivos variados, ou que quando estavam na idade de estudar não o fizeram, mas infelizmente esse fator não é predominante.
Pude concluir que os objetivos propostos para o desenvolvimento da Eja estão tendo que ser readaptados para atender às necessidades do momento.

Concepções pedagógicas.

Concepções pedagógicas

Fiquei impressionada essa semana que passou, estava em uma reunião pedagógica de minha escola e me deparei com professores que parecem ter parado no tempo.
O que me fez ter essa visão foi retornar algumas leituras outrora realizada para desenvolver uma atividade proposta pelo seminário integrador.
Ao analisar as concepções pedagógicas e os modelos epistemológicos novamente pude constatar que educadores da minha escola mesmo tendo cursado um curso de pedagogia, ainda não conseguem se desprender de metodologias ultrapassadas que não fazem mais sentido nos dias em que vivemos.
observei que esses profissionais estão escondidos por trás de uma máscara, mas quando observados ou indagadas de maneira precisa dá pra perceber o contraste.
Esse pensamento vai bem ao encontro do que foi abordado no trabalho presencial realizado no seminário integrador, em uma reunião várias falas de diversos professores apontam à concepção pedagógica que desenvolve, mesmo sem  ser questionado.

terça-feira, 13 de março de 2018

Será uma escola democrática?

Partindo décima atividade proposta pelo seminário integrador, onde tivemos que observar as características de uma escola democrática, comecei a refletir sobre questões diárias que permeiam em uma escola.
Fiquei frustrada com o vídeo asssistido, a escola mencionada era uma escola democrática, mas percebi que esse título se restringia somente ao nome.
Nela vimos professores tradicionais e autoritários, alunos desmotivados, uma gestão ausente e verticalizada, falta de metodologia, POP falho, alunos sem oportunidade.
Essas poucas características apresentadas me fazem perceber que o conceito de democracia dessa escola esta longe da realidade local.
Uma escola democrática conciste na democracia participativa, o currículo deve estar pautado em cima de métodos globalizados, professores reflexivos e mediadores, alunos participativos e motivados.
Infelizmente no vídeo não encontrei tal perspectiva.
É triste ver Uma escola com estrutura para tal, não aproveitar essa oportunidade, todos os seguimentos se encaminham para um futuro falho.
Por outro lado, tendo essa visão, fico satisfeita em saber que minha escola ainda está longe de ser uma escola fora como democrática, mas desenvolvemos ações que incentivam nossos alunos a se desenvolverem positivamente. Somos professores comprometidos com a educação, com os alunos, com a sociedade.
É de mais profissionais assim que a educação precisa.