quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Estudos Sociais.


Trabalhando Estudos Sociais.


             Ao se tratar de aprendizagem é fundamental ter em mente uma metodologia, é dever do professor garantir uma relação didática entre ensino e aprendizagem.
            A didática tem grande relevância no processo educativo de ensino e aprendizagem, pois ela auxilia o docente a desenvolver competências que tornam mais fácil o processo de aprendizagem dos alunos.
            Com base nesse exposto, eu e meu colega de turma, trabalhamos com quarto ano, e estamos sempre desenvolvendo atividades que além de contribuir no processo evolutivo envolve e distrai o aluno.
            Julgamos importante desenvolver atividades que integrem o estudo da comunidade escolar e familiar, dentro do contexto municipal trabalhar zonas, bairros, desenvolvimento, sustentabilidade, orientação (pontos cardeais e colaterais), reconhecer o estado e suas características e o país com suas divisões.
            Faz-se necessário trabalhar esses conteúdos pois eles servirão de suporte para o ensino mais aprofundado dessas temáticas futuramente, é preciso que a criança compreenda desde cedo o seu lugar no mundo, como participante atuante desse processo e nada mais propício do que envolvê-los nesse contexto na escola, promovendo aulas dinâmicas, dialogáveis, atrativas e o mais importante significativas. Com isso os alunos percebem sua interação e atuação no mundo social.
            Para justificar um pouco desse exposto lemos um artigo sobre estudos sociais que complementa um pouco do que aqui apresentamos:
http://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/estudos-sociais.htm

Ensinando o passado.


Ensinando o passado.
       Vivemos a história diariamente, e neste contexto cabe a nós educadores mediar essa temática entre os tempos, não deixando passar despercebido o que já se passou, valorizando o que temos de importante no agora e preparando nossos alunos para construir o amanhã.
Frente ao exposto está em nossas mãos o desafio de tornar os alunos críticos, porém sensíveis e perceptíveis.
É importante trabalhar com atividades que os envolva no processo educativo, não sendo passivos na aprendizagem, o que pude absorver do texto lido aprendendo e ensinando sobre o passado, foi exatamente isso, que os alunos precisam interagir, demonstrar seus ideais e o que sabem, contribuir com suas certezas e dúvidas. A história tem que fazer sentido para eles e não se tornar uma aula massante como foi no meu tempo no fundamental.
Trabalhar com aulas práticas, expositivas, visitas, entrevistas, observações, utilizar materiais concretos, envolver a família, ... são alguns exemplos de atividades que podem auxiliar o educador e o aprendiz no estudo da História.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Atividade matemática.

Atividade matemática.
Realizando esta semana uma atividade proposta na interdisciplina de matemática observei o quanto é produtivo trabalhar com dinâmicas e brincadeiras.
Muitos educadores ultrapassados acham que isso é uma perda de tempo, que nós "novatos", estamos apenas "enchendo linguiça", ocupando o tempo da criança com brincadeiras para não ter o trabalho de ensinar.
Mas se engana quem pensa assim, nesta atividade que promovi, as crianças estavam brincando sim, fazendo de conta que estavam comprando e pagando por mercadorias, mas a minha função como educadora foi muito além do momento da brincadeira, com a atividade pude constatar quais eram os alunos que apresentam dificuldades de realizar cálculos mentais. Aí algum diz mas será que é tão importante o cálculo mental? Eu acredito que sim, não sabemos quando será necessário utilizar a mente, mas quando for necessário temos que ter certeza do que está sendo feito. 
Com base nessa atividade poderei dar mais atenção à esses alunos e quem sabe até desenvolver atividades que estimulem esse processo mental.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Multiplicação e divisão.

Multiplicação e divisão.
            Sempre gostei de trabalhar matemática, mesmo não me identificando com a matéria, mas a partir do momento que comecei a lecionar observei que nesta área há um vasto material que pode ser utilizado como apoio pedagógico.
            Costumo sempre que tenho um conteúdo novo da área para desenvolver, levar para sala de aula alguma coisa prática para explicar o que vai ser trabalhado, não me detenho muito em materiais didáticos, assim como foi esclarecido na leitura oportunizada para  a realização desta atividade, nem sempre o que está nos livros condiz com a realidade do meu aluno.
            Procuro sempre fazer uma adaptação, relacionado o que é pertinente nos materiais didáticos com práticas trazidas pelo professor e até mesmo pelo aluno.
            Gosto muito de envolver o aluno nas atividades, deixando que ele as desenvolva e chegue a um denominador através das suas conclusões.
            Trabalho bastante com desafios, estimulando assim o raciocínio lógico de curto e longo prazo.
            Assim é possível oportunizar a criança a desenvolver-se eficazmente para a realização de problemas cotidianos futuros.
            A leitura realizada “Técnicas e Tecnologias no Trabalho com as Operações Aritméticas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental”, disponibilizado na plataforma moodle,  reafirmou a forma como trabalho a multiplicação e divisão, não apresento cálculos prontos e sim oportunizo meios em que a criança é capaz de sozinha chegar a solução das questões. Procuro sempre promover a compreensão dos processos, ou seja, a forma que se deve realizar os cálculos sem que seja uma atividade mecânica.
            Acredito que essa forma ao qual tenho trabalhado tem sido bem produtiva, devo isso em partes, ao programa do governo Pacto, que nos mostrou que é possível trabalhar matemática envolvendo dinamismo e ludicidade e que esta parceria tem dado certo.


domingo, 4 de dezembro de 2016

Atividade lúdica.

Atividade Lúdica
Mesmo sem nos dar conta, trabalhamos contextos matemáticos em nossas salas de aula, porém não nos damos conta de que esse processo se for desenvolvido com dinamismo torna-se mais simples e eficaz.
Trabalho como itinerante em uma turma de segundo ano e estou sempre auxiliando a professora em seus planos de aula e projetos, recentemente ela pediu meu auxilio para desenvolver o projeto dos animais dando continuidade no conteúdo. Foi então que desenvolvi uma atividade bem simples que envolve classificação e seriação,
Atividade: Jogo da memória
Clientela: Alunos 2° ano 
Faixa etária: 7 e 8 anos
Duração: Dois períodos ( duas horas aula )
Objetivo: Despertar o interesse do aluno em entender as características dos animais, sabendo diferenciá-las e agrupá-las conforme as mesmas.
Justificativa: É de extrema importância auxiliar a criança a ter noção de seriação e classificação para o seu pleno desenvolvimento. Toledo (1997) afirma que a classificação  é uma operação lógica que nos ajuda a organizar a realidade que nos cerca e seriação ao contrário de classificar por semelhança, atua mais com a diferença entre os objetos. Acredito que essa interação auxilia na criticidade da criança quando adulta frente a tomada de decisões.
Desenvolvimento: Partindo de um jogo da memória comum, com imagens de vários animais, dei início a minha atividade. Deixei que jogassem algumas partidas em pequenos grupos. Em seguida propus que cada criança ( 12 alunos em sala ) escolhesse um animal e segurasse na mão. Comecei a lançar perguntas como: o que comem, quem tem pelos, quem tem penas, quantas patas, ... assim fomos montando uma tabela no quadro de acordo com as características sitadas por eles e por fim construímos um gráfico com as características selecionadas por eles indicando quais seriam as semelhanças e diferenças entre os animais.
Conclusão e avaliação: Com esta atividade observei que através do dinamismo a criança se envolveu mais na aprendizagem, e sem apresentar nomenclaturas desenvolvi o conteúdo solicitado pela professora da turma, bem como também trabalhei matemática de um jeito descontraído. A turma toda participou, nenhum aluno se desmotivou ou não quis participar. a aula foi bem produtiva.
Brasil 91997) diz que é fundamental que haja uma reflexão crítica sobre suas práticas. Frente este exposto acredito que se refletirmos a cerca de nossas práticas, veremos o que está dando certo e descartamos o que não esta sendo produtivo.
Faz-se extremamente necessário na atual circunstâncias em que se encontra as nossas escolas cativar nossos alunos, não dá mais para aceitar uma educação onde só o educador atua e o aprendiz recebe tudo passivamente. Precisamos rever nossas atitudes, nossas metodologias. 
O tema alfabetização matemática já não é mais um bicho de sete cabeças, graças ao programa do governo nacional, muitos de nós educadores tivemos a oportunidade de participar do Pacto Nacional pela Alfabetização, neste não se trabalhou somente a alfabetização da leitura e escrita e sim a alfabetização matemática. neste programa aprendemos que a matemática é um processo prazeroso tanto para se ensinar quanto para se aprender, mas para que tal situação ocorra é preciso doação do professor, dinamismo, muito material concreto, atividades lógicas, assim a criança se envolve e constrói a aprendizagem.
Como sempre digo, a diferença dentro da sala de aula está no professor e na sua capacidade de administrar aulas bem sucedidas e significativas.


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Saída a campo.

Saída a campo.
Segundo o educador Paulo Freire, todo conhecimento surge com base em uma pergunta e a partir dai é possível investigar uma situação problema e buscar soluções possíveis para resolvê-la.
Acredito que com essa dinâmica a criança aos poucos vai adquirindo uma visão ampla do mundo que a rodeia, sendo possível sua atuação e participação na mesma.
Nas atuais circunstancias as quais viemos enfrentando onde diariamente opiniões são formadas, logo desestabilizados e por vezes reformuladas, faz-se necessário que o professor seja mais questionador, que trabalhe com a visão futura de desenvolver um raciocínio crítico nas crianças para que elas possa enfrentar o dia a dia e seus problemas com dinamismo, equilíbrio e racionalidade.
Com base nessa premissa de professor questionador, levantei várias questões a cerca dos conteúdos que estavam sendo trabalhados no trimestre, e tal foi a motivação que a turma do quarto ano resolveu investigar a fundo como acontecia a filtração e higienização da água que bebiam no município. 
Para isso nada melhor do que ir ao ambiente de tratamento (CORSAN) e ver de perto como tudo funciona. Meus alunos são muito curiosos, encheram o biólogo de perguntas, a cada centímetro percorrido lançavam muitas indagações e pertinentes.
Foi muito produtivo a experiência de ir em busca da aprendizagem e não levá-la pronta até a sala de aula.
Acredito que foi bem produtivo o momento.






Observações

Observações.

Esta semana fiquei muito contente com um acontecimento em uma das minhas turma, dois alunos estavam trocando indagações a respeito de uma atividade.
Enquanto realizava a ultima atividade proposta na interdisciplina de ciências no moodle, lembrei que tinha gravado os meninos e que a ação deles condizia com o que estava sendo abordado na referida atividade que fiz.
Realmente os questionamentos levam as crianças ao ato do entendimento, o interessante é que isso necessariamente não precisa acontecer entre uma mediação professor e aluno, na sala de aula que leciono essa mediação aconteceu entre dois colegas de classe. Foi tão bonitinho ver eles interagindo, questionando o que estavam fazendo, um ajudava o outro, a parte principal onde surgiram as primeiras perguntas eu não consegui gravar a tempo, mas o contato que estavam tendo e a interação entre eles foi visível.




Perguntas


“O conhecer surge como resposta a uma pergunta. A origem do conhecimento está nas perguntas, ou no ato mesmo de perguntar”.
(Paulo Freire)
Partindo dessa frase que li em um artigo sobre o autor, me reportei e pude compreender um pouco melhor o contexto do texto do acervo por uma pedagogia da pergunta.
Essa frase simplifica a aprendizagem na minha opinião,é tão comum respondermos as indagações que nos são emitidas, porém se simplesmente dermos as respostas o conhecimento ou a aprendizagem não acontecerão.
Aprendi que para de fato ocorra uma significativa aprendizagem faz-se necessário que o aprendiz esteja em processo de investigação e nada melhor é do que instigá-los com mais indagações, lançando mais desafios, promovendo curiosidade, só assim serão motivados a buscar conhecimento e nessa tentativa de tirar a dúvida ou responder a pergunta a aprendizagem acontece mais facilmente.


Conscientização

Cabeludinhos.
Neste trimestre estava trabalhando um conteúdo bem tradicional de ciências, achei que seria mais um conteúdo simples e sem repercussão.
Mas me surpreendi, a turma se envolveu tanto com a s atividades, imaginava que falar em germinação seria algo simples, mas eles nunca tinham realizado tal atividade.
Dando prosseguimento as aulas, confeccionamos os nossos cabeludinhos, ou seja, confeccionamos um boneco de serragem e nele plantamos sementes de alpiste, regamos diariamente, cuidamos ate que os primeiros brotinhos surgiram, cresceram e se tornaram os cabelos do nosso cabeludinho, assim chamado pelos alunos.
Com essa atividade proporcionei aos alunos um entendimento a cerca de como podemos realizar atos simples no nosso dia a dia que pode ajudar a natureza a se suster por mais tempo. Se cada um se comprometer em cuidar, zelar para manter uma planta, nossa cidade seria diferente.
è bem interessante ver que o que tenho estudado faz parte constante do nosso cotidiano escolar, e o melhor é que sem perceber estou no caminho certo.





Natureza X progresso.


Natureza perdendo espaço para o progresso.
É gritante aos nossos ouvidos o grito de socorro da natureza.
É fato que atualmente as inovações tem dado lugar à novas tecnologias, novos ideais, mudanças transformações e muito mais.
Agora questiono, como fica a vida natural nesse processo constante e avassalador de grandes transformações, será que está sendo justo a natureza que sempre esteve ali ter que se ajustar para se encaixar num ambiente que sempre foi dela? Quem são os culpados, será que algum dia alguém vai pagar por tudo isso? Desastres naturais vem acontecendo e com isso o próprio causador deles tem se prejudicado e assim mesmo não se conscientiza dos erros e absurdos cometidos sem planejamento.
Um exemplo que posso trazer sobre esse avanço, do mundo cinza que invade nossas cidades e de quando era criança, lembro-me perfeitamente das tardes de domingo que passava na praça principal do meu município, enquanto nós crianças brincávamos na pracinha, nossos familiares ficavam à sombra das árvores ouvindo o cantar dos pardais, pássaros nativos da região sul, com o passar dos anos o progresso chegou a Cidreira trazendo muitas inovações e transformações, nossa praça foi substituída por uma calçada ampla de concreto sem nenhuma sombra de árvores e muito menos cantar de pássaros. E por falar em pássaros, estes não o vemos mais, quase não há mais árvores para abrigá-los. 
Triste situação, mas acredito que nas escolas nós educadores estamos tentando resgatar essa consciência perdida, instigando os nossos alunos a acreditar na natureza e respeitá-la, com isso estamos espalhando uma pequena esperança que seja de mudança, de conscientização.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Despertando a curiosidade.

Despertando a curiosidade.

Após ser motivada pelo professor de ciências com a aula maravilhosa que tivemos, sobre apresentar curiosidades aos nossos alunos que os façam pesquisar, refletir, participar e aprender, promovi uma aula dinâmica com a turma, até postei aqui no blog a experiência que tive com a turma, encontra-se no link http://elielda2431.blogspot.com.br/2016/10/novas-experiencias.html.
Achei que a atividade se encerraria por ali, naquela semana.
Mas meus alunos foram além, levaram a experiência pra casa e foram desafiar os familiares.
Foi interessante pois durante a semana que passou alguns pais me chamavam na entrada da escola para agradecer o trabalho feito e também por ter motivado seus filhos a pesquisarem. Depois disso sempre que posso lanço alguma coisa diferente opara que eles possam ir atrás de informações e depois dividir com a turma. Tem sido bem produtivo, pois com isso estou auxiliando-os para ter mais facilidade quando eles estiverem nos anos finais e tiverem que desenvolver seus trabalhos de pesquisa. Acredito que para eles será bem mais fácil passar por esse processo mais adiante.


Práticas.

Práticas.

Mesmo antes de ter tido contato com a interdisciplina de ciência no polo, e  até mesmo de ter tido contato com os materiais disponibilizados na plataforma do moodlee, já estava introduzindo essa metodologia em minha sala.
O material disponibilizado nos vídeos vieram para reafirmar uma prática que vem dando certo em minha metodologia.
Acredito que a criança tem que fazer parte de sua aprendizagem e não ser uma receptora de informações, não é suficiente, nos dias atuais realizar uma educação bancária como aponta o filósofo Paulo Freire, faz-se necessário desenvolver metodologias em que o aluno seja ativo, participativo.
Tendo em vista essa premissa, durante uma aula de ciências surgiu algumas indagações a cerca da filtragem natural da água e para melhor entender esse sistema, propus a eles que realizassem uma experiência em casa e depois relatassem em sala o que foi observado.
Foi bem produtivo pois eles puderam formar suas hipóteses através de suas experiências e não de algo pronto.



O vídeo que me chamou a atenção encontra-se no link https://www.youtube.com/watch?v=Pq9KDoi-A9w

Segue o vídeo com o trabalho feito por uma aluna:


quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Influência das ciências naturais.

Influência das ciências naturais.

Assistindo ao material disponibilizado, pude ver com clareza o quanto é importante e significativo as temáticas trabalhadas em ciências da natureza.
Esses assuntos se bem mediados pelo educador promovem uma visão ampliada de tudo que cerca a criança, pois bem sabemos que na infância, há uma facilidade em absorver novos conhecimentos devido a sua curiosidade, esperteza e facilidade de envolvimento com o meio.
A partir desse trabalho em sala de aula ou no ambiente escolar que envolve participação e descoberta, o aluno tem a oportunidade de refletir sobre o que esta sendo proposto e assim tornar-se um conhecedor ativo do mundo.
Essas pequenas ações desde muito cedo possibilitam tornar-se adultos cada vez mais reflexivos, ativos, com maior facilidade de compreensão e atuação frente à vida que lhes espera adiante.

sábado, 29 de outubro de 2016

Novas experiências

Novas experiências.


Realizei com minha turma uma atividade diferente do habitual, levei para sala uma experiência bem interessante.
Primeiramente eu apresentei para eles o saco com a água dentro e fiz várias perguntas à eles, mas nenhuma que os levasse a imaginar o que iriamos de fato fazer, com isso observei que a curiosidade é um fator primordial para a efetivação da aprendizagem.
Em seguida peguei um lápis e fiz essa pergunta: - Se eu ultrapassar esse lápis pelo saco o que acontece? As respostas foram únicas, que o saco iriar estourar e eu molharia toda a sala, mas isso num tom de obviedade, como se eles tivessem certeza do que iria acontecer. Prosseguimos com a experiência, ultrapassei o lápis e a reação foi surpreendente, o saco não estourou como eles imaginavam.
Logo veio a pergunta: - Não né prof isso não é norma? O quê? Como assim? Não estourou?
Todos queriam saber o porquê não tinha estourado, mas não dei a resposta, até porque ainda não sabia e por que isso? Estou trabalhando com a turma esse trimestre com pesquisas, e nada melhor do que eles buscarem informações de algo que os despertou curiosidade.
O que aprendi com isso, que juntos, professor e aluno podem realizar grandes descobertas, ir em busca de novas aprendizagens. 
Ainda estamos no processo de investigação para descobrir o porque que o saco não estourou.

O tempo no espaço escolar

O tempo no espaço escolar.

Estava realizando algumas atividades de estudos sociais e me deparei com um artigo que trazia questões a cerca do tempo no espaço escolar.
O texto apontava diversas indagações e então comecei a refletir sobre algumas questões.
Realmente o tempo em que um aluno passa na sala de aula deve ser muito bem aproveitado, se for levado em conta a quantidade de conteúdos que se tem a trabalhar, talvez um educador inexperiente se assustaria e acharia que não daria conta, por outro lado alguns apontam que quatro horas por dia é massante.
E mais frente a tudo isso ainda temos que trabalhar o social, festividades, atender as necessidades dos alunos,... e nós professores que tempo temos para nós, para trocas de idéias, para apoio pedagógico...
Realmente a questão tempo é muito polêmica.
Ainda há a questão do tempo de ingresso da criança na escola e o seu tempo de permanência, há professores contestando que essa obrigatoriedade da lei é injusta ou até mesmo absurda.
Frente a todos estes expostos, eu não contrario nem concordo de tudo.
Mas uma vez torno a dizer que o diferencial esta naquele que atua diretamente com os alunos, se o educador estiver ciente de suas funções e atribuições ele irá desenvolver um trabalho gratificante ao aluno. Irá proporcionar momentos em que a aprendizagem ocorra mas sem encher o aluno de informações desnecessárias.
O diferencial está nas mãos do educador, compete a nós nos conscientizar de que é preciso promover uma mudança  e que essa mudança deve começar em nossas salas de aula, não devemos esperar que nos digam o que fazer, a iniciativa é nossa.

O tempo no espaço escolar

              

O tempo no espaço escolar.

                Esta semana estava realizando as atividades e me deparei com esta pergunta:
              Para o professor, na atualidade, o tempo de sala de aula deixa de ser aquele tempo  de cumprir com as obrigações e de realizar atividades que se destinam a preencher a carga horária? Sim ou não, porquê?
            Acredito que sim, hoje vejo na escola onde leciono uma grande mudança, em tempos em que eu era aluna, percebia a luta que era travada entre meus professores e o tempo para vencer aplicar todos os conteúdos dentro do ano letivo, hoje, estando do outro lado, como educadora, vejo que esta temática tem mudado e faço parte dessa mudança. Talvez essa mudança na visão de muitos educadores esteja acontecendo, devido o fato de que nós educadores estejamos buscando cada vez mais informações a cerca de como despertar o interesse do aluno e seu envolvimento nas aulas.

            É claro que a função de vencer os conteúdos ainda existe, mas na frente de tudo isso encontra-se professores mudando a forma como aplicam esses conteúdos, mudando suas metodologias, instigando seus alunos a refletirem sobre esses conteúdos absorvendo o que é necessário, e promovendo a total participação deles no ensino enriquecendo e enchendo de significados o tempo em que estão nas salas de aula.

Ver e olhar

Ver e olhar.
            Em uma atividade da interdisciplina de estudos sociais tive que desenvolver uma atividade que representasse situações de pertencer a comunidade escolar.
            Trouxe para esta atividade um vídeo que foi feito no dia em que a escola juntamente com a comunidade escolar estava festejando o dia da família.
            Trazendo este vídeo para a atividade de evidenciar a diferença entre o ver e o olhar, fiquei a pensar nessa questão e me reportei ao comportamento por vezes agressivo de um aluno meu do quarto ano em sala de aula e até mesmo no pátio com os monitores da escola. Muitas vezes me questionava do porquê de suas atitudes, mas nunca fui adiante, não busquei saber  o que se passava por trás de suas atitudes, simplesmente olhava a situação, não me detive em ver as causa, em refletir sobre seus atos.
            No dia da família, observando quem estava presente ou ausente na minha turma, percebi que o tal aluno estava num cantinho bem afastado com sua mãe, só então percebi e vi que sua mãe é cadeirante, estava naquele momento explícito o motivo do aluno agir agressivamente quando falavam de sua mãe, sua agressão era uma forma de proteção.
            Percebi com isso o quanto é importante a parceria entre escola e comunidade, em estar em contato com a vida dos alunos, muitas vezes na correria não vemos nosso aluno como realmente ele é, no meu caso ele não era agressivo e sim protetor de sua mãe, mas é necessário que nós educadores tenhamos essa visão e entendamos a diferença entre olhar e ver.

            A partir do momento que olhamos para o nosso aluno e vemos o que ele tem de importante e significativo e o levamos a interagir, estamos contribuindo para o seu futuro e enriquecendo o seu presente, refletir é a melhor forma de agir.

Artigo sobre o ensino da Geografia


Artigo sobre o ensino da geografia no espaço escolar. 

Me chamou a atenção logo no início da leitura do artigo parte de uma frase: ..." A geografia ensina a ler o mundo, ..."
Mais uma vez observo que aquilo que é passado dentro das salas de aula de forma diferenciada e bem aplicado, auxilia na reflexão dos alunos futuramente.
O que li no artigo da mesma interdisciplina referente ao ensino da história não é diferente do ensino da geografia, professores devem instigar seus alunos a refletirem sobre o conteúdo trabalhado, envolvê-los na temática, assim o aprendizado torna-se significativo.
Este artigo sobre o ensino da geografia aponta a importância de se introduzir a geografia desde a Educação Infantil, neste período não faz-se necessário atividades concretas e complexas,mas a assimilação é fundamental. 
Quanto a essa premissa, no artigo tem uma nota de Jean Piajet que aponta o indivíduo como organizador de suas próprias estruturas de conhecimento para lidar com o ambiente, e tende a adaptar-se.
Frente a este exposto, friso a importância da mediação do educador desde cedo no processo de aprendizado do aluno, dialogar com o aluno, utilizar-se do seu dia a dia na aplicação dos conteúdos, valorizar suas contribuições, este é o caminho.
Falando em valorizar o cotidiano do aluno, esta semana que passou estava trabalhando em geografia a temática de localização e orientação e tinha que apresentar para a turma os pontos cardeais e colaterais, mas como eu iria trabalhar tal conteúdo, o que estava no livro didático da série era algo totalmente fora do contexto deles, foi então que resolvi adaptar o conteúdo à realidade dos meus alunos, fomos passear pelo bairro próximo a escola e observar as referências do nosso município, do nosso entorno, aponto uma das atividades que desenvolveram, tinham que desenhar um mapa apontando os pontos de orientação tendo sua casa como referência. 
Foi bem produtivo, se eu tivesse simplesmente passado o que estava no livro eles não iriam assimilar e sim decorar, dessa forma eles compreenderam a importância dos pontos de referência para poder se localizar em qualquer direção que forem.

Memórias


Artigo de Elza Nadai sobre a história do ensino da história.

Memórias.

Desde sempre o estudo da história não é algo aparentemente querido pelos estudantes, isto se dá devido a forma como o estudo de história se apresentava ou ainda apresenta.
Durante séculos esse estudo era massante e sem significados, alunos se apropriavam da decoreba para atingir os objetivos traçados pelo educador.
Mas com o passar dos tempos observou-se que o ensino da história precisava de mudanças, de novos métodos de ensino, mas pouca coisa mudou, tudo ainda era muito lento, mas uma coisa era clara, a memória histórica se fazia importante, mas como trabalhar a história sem aulas monótonas?Mendes,41 aborda que     " sem memória não há estudo possível de história, pois que a história é a própria memória do que já se passou."
Foi então que se instituiu a necessidade de se reformular o ensino sob pena de não se realizar seus objetivos educativos. Defendeu-se a necessidade de os alunos adquirirem novos hábitos entre eles o raciocínio lógico e crítico, assim a memória sera uma indispensável ferramenta para o trabalho mental.
Atualmente ensinar história é também ensinar o seu método, ou seja, o conteúdo não pode ser trabalhado de forma isolada, deve-se ensinar menos quantidade e motivar os alunos a refletir. Alunos e professores são sujeitos da história, suas particularidades fazem parte da história e devem ser partilhadas no meio social escolar.
Mais uma vez aponto que está nas mãos dos educadores garantir essa transformação na educação  e nos métodos que levam os alunas ás aprendizagens.



terça-feira, 18 de outubro de 2016

Afetividade


     Falar em afetividade soa aos nossos ouvidos como algo natural e simples.
     Afetividade representa afeto, uma atenção a mais.
     Desenvolvendo o projeto de aprendizagem surgiram algumas duvidas que se sobressaíram às minhas certezas.
     Tenho por base a questão da afinidade como uma ligação aos sentimentos, e realizando algumas leituras essa premissa não mudou,  mas me inquietou a saber que sentimentos estão envolvidos nesse processo, e mais, o que esta temática pode interferir ou auxiliar na educação.
     Segundo as teorias de Wallon, entendi a importância da afetividade, ela é crucial para o desenvolvimento da criança.
     Ao estudar a criança, ele não coloca a inteligência como o principal componente no desenvolvimento.     
     defende que a vida é formada pelas dimensões motora, afetiva e cognitiva.
     Ainda aponta que a afetividade se apresenta por meio da emoção, sentimento e paixão.
     Acredito que esse breve relato que trouxe, vem ao encontro de esclarecer algumas das minhas duvidas em relação a essa temática abordada.
     Medo, duvida, conhecimento, segurança, esses são alguns sentimentos que permeiam as salas de aula e que levam professor e aluno a se envolverem como numa teia que envolve troca de sentimentos.
     É tudo muito amplo, há muitas informações a respeito dessa questão.
     A cada busca surgem novas idéias, novos assuntos.
     Por enquanto já basta ter chegado ao ponto de esclarecer uma das minhas dúvidas.
     Afetividade tem a ver sim com sentimentos e pode interferir na educação.
As idéias contidas nesse texto foram obtidas através de artigos da internet e também embasadas em alguns relatos do livro de Wallon  " Do ato ao pensamento " editora vozes.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Musica na escola.


Música na escola.

Através das leituras realizadas, confirmei aquilo que já vinha defendendo, que a música é uma ferramenta riquíssima que tem auxiliado o educador no desenvolvimento de suas aulas.
Trabalho com fundamental, geralmente 3° e 4° anos, como são maiores é difícil motivá-los. Sempre desenvolvo projetos interdisciplinares e nestes procuro sempre proporcionar dinâmicas que envolvam música, assim eles demonstram interesse e participam com mais motivação.
Recentemente desenvolvi juntamente com a escola um projeto sobre a "formação do povo riograndense". Para introduzir o tema da minha turma ( Judeus ), levei para eles escutarem várias músicas judaicas e os indaguei após escutarem bastante, se sabiam qual a origem delas. A partir dai desenvolvi a temática proposta para o projeto, por fim montamos uma coreografia com a música escolhida por eles. Foi bem produtivo pois eles se empenharam, buscaram informações a partir de um ponto de partida que foi a música.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Poesia em sala de aula.

Poesia em sala de aula.

Essa semana tive a oportunidade de desenvolver uma atividade bem produtiva com meus alunos,
Motivada por tudo que venho aprendendo nas interdisciplinas de Ludicidade, Musica e literatura, desenvolvi um trabalho que envolveu um pouco de cada uma, mas que principalmente proporcionou um novo olhar sobre a leitura e sua interpretação.
Acredito que meus alunos adoraram, pois participaram, foram coautores desse momento mágico.
Meus aluno se tornaram escritores, atores e até mesmo compositores.







quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ludico na educação

        O lúdico na educação.

      O brincar é uma das habilidades mais comuns do comportamento infantil, infelizmente até há pouco tempo atrás, o brincar era desvalorizado educacionalmente, mas com o evoluir dos tempos e dos estudos, passou-se a se dar mais importância ao brincar no desenvolvimento de uma criança, muitos autores renomados como vimos nas leituras defendem essa premissa.

       Atualmente, percebe-se uma preocupação com a formação da criança, tanto pais como educadores procuram a melhor forma de as tornarem bem sucedidas em seu processo educacional, mas esquecem-se que o brincar é uma condição essencial para que a criança seja plena e bem desenvolvida.A importância do brincar no processo educativo, também esta presente da LDB, onde há uma preocupação em sensibilizar os educadores para a importância de inserir brincadeiras no processo de ensino.       
        Mediante este contexto, tem sido bem produtivo as leituras realizadas neste semestre, pois para mim, tem trazido um apoio e uma motivação para trabalhar mais essa temática em sala de aula. Tenho procurado desenvolver mais aulas dinâmicas, sempre adaptando brincadeiras, jogos, leituras diferentes, filmes, aos conteúdos programáticos.
            Penso que nós educadores devemos fazer a diferença, devemos nos desacomodar, sair da zona de conforto e desenvolver uma nova forma de ensino, uma nova prática educativa, devemos ter em mente a frase de Carlos Drummond de Andrade: “(...) brincar com a criança não é perder tempo, é ganhá-lo, se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los, sentados enfileirados, em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem. (...)Concluindo, é na infância que se absorve subsídios que serão carregados para sempre, que serão utilizados durante toda uma vida. Com isso reafirmo a importância de que educadores devem estar em constante formação, buscando qualificar o ensino e também se reinventar na tentativa de melhor atingir seu aluno e também de promover uma mudança significativa e qualitativa na educação. Encontra-se nas mãos de nós educadores promover essa mudança, acreditando no que diz Paulo Freire que “ ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção.” Façamos a diferença.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Voltando à aula presencial.


Voltando à aula presencial.
Voltando no tempo e analisando nossa segunda aula presencial de Ludicidade, pude observar que além da grande importância que o jogo, ou o lúdico em si tem para a aprendizagem, ele serve como um suporte de mediação entre professor e aluno e até entre aluno e aluno. Percebi que assim como nossos alunos, muitas de nós reagimos com resistência, outras com fragilidade, descontentamento mediante as atividades que foram propostas na aula, mas as professoras nem por isso desistiram, ao contrário, insistiram, buscaram novos meios, foram pacientes e não desistiram da turma.
Aprendi que mesmo se tratando do lúdico tem que haver adaptações, intervenções. Como a professora relatou, se na primeira tentativa, erro, dificuldade, o professor desistir, ele com este gesto estará podando seu aluno, impedindo que ele reaja, lute, insista, sinta-se capaz, estará impedindo que ele busque formas de realizar, ou até mesmo de pensar e agir. Com isso estrá impedindo que ele continue construindo vivências, formando aprendizagens, interagindo com os pares, ampliando assim sua antiga e também permanente visão de mundo.
Esta semana estava realizando uma dinâmica, no início estava indo tudo por água a baixo, muitos não estavam engajados, outros apresentaram certa dificuldade, quase desisti e parti para outra atividade, mas ai lembrei-me do que aprendi na aula com a professora Tânia, e resolvi insistir um pouco mais, adaptei algumas etapas, facilitei outras, pedi a colaboração d quem avia compreendido para sentar junto com quem ainda estava sem entender... Resultado estamos com a dinâmica do copo com a música do "Escravos de Jó" praticamente completa, basta apenas treinar mais um pouquinho, a atividade fluiu, eles estão adorando, e a motivação é tanta que eles querem fazer uma oficina para ensinar para as outras turmas.
Realmente a educação me fascina.

O lúdico nas salas de aula.



O lúdico nas salas de aula.
Acredito e já relatei muitas vezes que o lúdico é uma ferramenta que auxilia o professor não só na educação infantil, mas também nos anos iniciais, fundamental e eja. Com base nisso, o educador deve apropriar-se do estilo de sua turma, com isso adaptar ao seus currículo jogos que chamem a atenção de seus alunos, dinâmicas, atividades essas que se bem trabalhadas e direcionadas facilitam muitas vezes a compreensão do aluno em alguns conteúdos que são desenvolvidos, além do que torna mais prazeroso os momentos em que o aluno fica em sala de aula. Procuro sempre que vou desenvolver um conteúdo novo trazer alguma atividade diferenciada antes da aplicação, alguma coisa que chame a atenção deles, seja um jogo, uma caminhada pelo entorno da escola, um filme, até mesmo um comentário sobre uma reportagem, e também é muito importante deixar que eles participem, que eles interajam na confecção dos jogos ou até mesmo na montagem das atividades, eles sentem-se importantes quanto participam da sua própria aprendizagem, isso é um fato confirmado, pois vivencio essa experiência semanalmente, com essa atitude eles são produtores do seu próprio conhecimento e não receptores do mesmo.Mediante esse exposto, sabemos que a criança que apresenta-se feliz e motivada, rende mais, desenvolve-se melhor e o professor obtém um retorno significativo.
É possível investir nessa temática, e como já relatei em alguns fóruns da interdisciplina de Ludicidade, não necessitamos esperar que alguém nos ofereça suporte, profissionais da educação são extremamente competentes, e se desejar, podemos transformar a a educação com nossas mentes e o auxilio de materiais disponíveis ao nosso redor.
Como temos visto nessa interdisciplina, a criança possui um grande potencial em relação ao lúdico, então compete ao educador se apropriar disso e tentar desenvolver atividades que enriqueçam suas aulas e chame a atenção dos seus alunos, promovendo assim a aprendizagem.

sábado, 11 de junho de 2016

O brincar atraés dos tempos.

O brincar através dos tempos.

Como são as coisa, recentemente observei minhas alunas e o que estavam fazendo, me chamou a atenção sua atividade.
Estavam brincando de stop no intervalo das atividades da sala.
Achei interessante, fazia muito tempo que não via nenhuma criança brincando com esse jogo.
Logo fui realizar as atividades propostas e me deparei com os textos falando em relação aos jogos através da história, e a importância que eles tem para o desenvolvimento das pessoas, pois de maneira direta tais jogos, brincadeiras e atividades, sem que percebamos estão influenciando em nossas aprendizagens e desenvolvimento futuro.
Não havia me dado conta dessa importância do ludico no nosso desenvolvimento, digo, sabia que os jogos e brincadeiras são importantes, mas não tinha feito essa relação, das habilidades que tenho hoje terem sido desencadeadas através de algumas brincadeiras da minha infância.
Comecei essa semana a desenvolver atividades que auxiliem na coordenação motora dos meus alunos, mediante algumas dificuldades apresentadas, espero poder estar ajudando no futuro desses alunos.


A importância do brincar.

A importância do brincar.



O que seria o brincar?
Segundo Santa Roza (1993) lúdico se refere ao ato das brincadeiras, do tão conhecido jogo que desenvolvemos hoje nas salas de aula, as atividades livres no pátio e muito mais.
O brincar, segundo algumas leituras que realizei, possui um significado abrangedor que traz duas grandes importâncias conforme os relatos de Winnicott, para os professores o brincar é visto como uma forma de compartilhamento, de interação que promove o desenvolvimento da criança, já para os psicoterapeutas, a importância do brincar é vista como uma ação que auxilia contra o processo de bloqueio que impede o pleno desenvolvimento da criança.
Segundo Piaget, através do brincar a criança vai assimilando novas praticas, aperfeiçoando-as e enriquecendo o processo de aprendizagem envolvendo motricidade, percepção, autonomia...tudo isso através do brincar.
Segundo autores que buscavam compreender como as crianças interagiam com o mundo a sua volta, concluíram que esse contexto se dá a partir do brincar.
Wallon afirma que a aprendizagem acontece através do movimento, e que educadores devem estar atentos, observando os alunos nas suas atividades lúdicas. Mediante essa interação do professor, Vygotsky afirma que neste processo o professor deve atuar como mediador, realizando intervenções positivas a fim de enriquecer e aprimorar os conhecimentos gerais dos alunos e suas supostas aprendizagens.
É claro que o educador não deve intervir a todo momento, interferindo no processo do aluno, acredito que quando falo em mediar, é atuar dando suporte, mostrando meios, caminhos a serem seguidos  e não influenciando as crianças com seus saberes já formados.
O fato é que o brincar possui uma importância relevante na formação de um indivíduo. Uma criança que se desenvolve feliz, que brinca ativamente, com certeza, e já temos índices a respeito disso, que cresce e torna-se um adulto seguro, realizado.
Está nas mão de nós educadores atuar mais em busca de desenvolver a ludicidade nas nossas salas de aula, proporcionando assim momentos agradáveis, aprendizagens significativas, futuros promissores.




sábado, 4 de junho de 2016

Minha voz, Minha vida.

Reflexão:

Filme “ Minha voz, Minha vida.”

                Acredito que hoje em dia, nós educadores temos plena consciência de que o mal uso da voz poderá prejudicar nosso desempenho profissional.
                A questão esta em nossas atitudes, nossos hábitos, o filme ilustra bem duas realidades distintas que se diferenciam pelos hábitos que temos. Nos acostumamos a agir de tal forma e assim vamos levando os dias, como relatou a educadora que perdeu a voz no filme.
                O que me chamou a atenção no filme foi a atitude do professor em buscar uma alternativa para mudar seus hábitos. Acredito que seja isso que esta faltando atualmente, tomarmos essa iniciativa e realizar pequenos novos hábitos que nos auxiliarão durante o desenvolvimento das aulas, amenizando sintomas e evitando futuras complicações. E além do mais a turma é o reflexo do professor, ou seja, seu comportamento e atitudes refletem em seus alunos.
Confesso que preciso ir em busca de novos hábitos, esse filme me motivou a ir em busca de conforto para minha voz e também para os ouvidos dos meus alunos. Tenho tentado me policiar, mas sei que ainda estou fazendo pouco, posso fazer mais.


Musica X Musicalidade.

Musica X Musicalidade.
O que seria a musica, o que seria a musicalidade?
Erroneamente atribuímos à musica e á musicalidade o mesmo conceito, mas a partir do que tenho lido, e através de algumas atividades da intercisciplina Musica na escola, pude perceber que são contextos diferentes, porém ligados um ao outro.
Lendo uma atividade do fórum da disciplina no moodle, Musicalidade humana, muitas colegas relataram o mesmo que eu, a música esta ligada a um tema, uma letra, ritimo, eu assim acredito, e a musicalidade está naquilo que nos move, nos instiga, está nos sentimentos aflorados, desejos, movimentos que a musica proporciona no nosso corpo, mente, inconsciente.
Gosto muito de trabalhar com a musica e desenvolver a musicalidade em sala de aula com meus alunos, principalmente em datas comemorativas, onde a musica apresentada toca os sentimentos aflorando emoções.Sinto-me realizada quando vejo o trabalho dos alunos surtindo efeito, emocionando, eles se envolvem na musicalidade, vivem e transmitem aquilo que estão cantando. É muito bom essa interação.